>Aqui no Dotecome, em 28/12/03 (no forum do XVI ao XVII
>Congresso do PCP (sexto)) respondia assim o novo
>anjinho ao Paulo Fidalgo:
>
>“(...) Aqui, na Europa, sou a favor de uma estratégia
>gramsciana de ocupação de espaços de influência
>ideológica e cultural na sociedade civil, mas com
>abertura para a emergência de focos de insurreição
>política.
>
>Sou a favor da radicalização dos movimentos sociais,
>com ocupação de fábricas, centros de emprego,
>segurança social, "shopping-centers", grandes
>superfícies, empresas de distribuição de água e
>electricidade privatizadas, etc..
>
>Sou a favor da eleição de comités de luta por cidades,
>regionais, nacionais, pan-europeus. E sou a favor,
>naturalmente, do enquadramento político das lutas por
>uma organização revolucionária dotada de uma
>estratégia clara, lúcida e coerente.
>
>É claro que a situação não está ainda madura para isto
>e, neste momento, parece-nos (até a mim) radicalismo
>infantil. Mas espere por daqui a dez, quinze anos,
>pelo caminho que as coisas tomam.”
>
>Ângelo Novo
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