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Date Posted: 07:54:08 02/07/03 Fri
Author: Marcos Racilan
Subject: Re: SEMINÁRIO CALL-03/08 de FEV. - Developing global connections
In reply to: Elias Cesar 's message, "SEMINÁRIO CALL-03/08 de FEV. - Developing global connections" on 19:28:01 02/01/03 Sat

Oi galera,


> Após lerem o texto, sugiro algumas questões para
>serem discutidas entre nós:
>
>1- Como o professor responsável por um curso on-line,
>como no exemplo mencionado no projeto, deve intervir e
>lidar com problemas chamados de "cross-cultural",
>envolvendo pessoas de diferentes países e culturas?

Inicialmente temos a questão se o professor deve ou não intervir. Pessoalmente, acho que ele deve SIM intervir neste tipo de problemas, COMO é que é o problema. Cada situação deverá ser analisada e resolvida no momento em que ocorrer, de acordo com o contexto e tipo do problema. A princípio, acho que a solução do problema deva ser presencial e on-line: presencial, sob a forma de um debate ou discussão moderada pelo professor, que pode ser baseada em um texto indicado por ele, no sentido de refletir com o grupo de alunos sobre os problemas que por ventura venham ocorrendo. Se o professor julgar que o dano não foi grande e o aluno não se sentiria visado, ele poderia conversar em particular com o aluno – tem certas coisas que eu acho que só são resolvidas com o olho no olho; on-line, para dar a chance do aluno se retratar pessoalmente, caso ele sinta necessidade, e de dar uma satisfação para os outros alunos do grupo que podem tomar as dores do compatriota e prejudicar a colaboração.

Acredito que a medida preventiva das professoras é a melhor política.



>2- Em um curso on-line onde todos são de uma mesma
>nacionalidade, porém de regiões diferentes, pode
>também ocorrer desentendimentos e problemas
>relacionados à cultura e região. O que deve ser feito
>para evitar estes problemas?

Como trabalho anterior ao início do projeto em si, os alunos podem fazer uma pesquisa sobre a cultura do outro e apresentá-la num seminário para os colegas. O resultado desse trabalho pode ser colocado em uma ‘homepage’ para demonstrar aos amigos do outro lado da rede o interesse que se tem neles. Este material pode estimular uma série de discussões relevantes e autênticas sobre hábitos e costumes.



>3- Descreva os pontos marcantes do projeto AM–UFPR.

Shulman diz que o pessoal do LTNet, na Academia para o Desenvolvimento Educacional, onde ela foi treinada, sugeriram “uma estrutura que se aproximasse ao formato de um curso e permitiria aos estudantes criar ‘homepages’ e aos professores atribuir atividades e monitorar o trabalho dos alunos por clareza, qualidade e quantidade.”

Isso me fez pensar... será que de alguma forma não estamos muitos de nós professores simplesmente repetindo certas práticas num meio diferente? Como no caso do quadro-branco... antes só haviam o quadro-negro e o giz; com o advento do quadro-branco e do pincel passamos a usá-los como meros substitutos tecnológicos para reproduzir uma mesma prática de sala de aula.

Por que o projeto delas tinha que ter o “formato de um curso”? O que é o “formato de um curso”? Seria ele semelhante ao presencial? Mais adiante ela usa a palavra curso entre aspas, como se o que elas estivessem fazendo não fosse um “curso de verdade”. Não parece que o conceito de aprender e estudar seja meio incompatível com o potencial do meio e as atuais discussões sobre autonomia do aluno? Além disso, o uso da palavra “treinada” parece fazer transparecer uma linha de pensamento que, pelo menos nós no Brasil, temos tentado superar.

Obviamente, eu entendo as razões metodológicas e pragmáticas que levaram as professoras, e provavelmente nos levariam também, a tomar aquelas decisões. O caso é que a narrativa de Shulman me fez refletir sobre o que temos considerado um “curso on-line”.



Abraço a todos,


Marcos Racilan.

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