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Date Posted: 03:40:28 04/22/04 Thu
Author: Vários autores
Subject: Miss Brasil 2004 na mídia

Coluna de Artur Xéxéo critica o Miss Brasil 2004 e divulga reclamações da Miss Brasil 1966, Ana Cristina Ridzi, sobre o tratamento conferido às ex-Misses -- MBMB, 14:39:11 04/21/04 Wed
Barraco nos bastidores do concurso de misses

Denúncia de uma Miss Brasil: no concurso deste ano, homenageadas não podiam nem beber água

O concurso de misses que Marlene Mattos promoveu na Rede Bandeirantes há uma semana já tinha motivos de sobra para entrar na História. Por exemplo, foi o primeiro concurso de todos os tempos — e deve-se incluir aí os certames que escolhem a mulher mais bonita do país em todo o planeta — em que as misses desfilaram de óculos escuros. Deu para entender? Um concurso que, teoricamente, pretende mostrar como as candidatas são bonitas arranja um jeito de esconder a beleza das moças. Genial, não?

Outra sacada sensacional da equipe de Marlene Mattos: o tradicional desfile de trajes de gala fez com que todas as misses desfilassem de preto e branco, com predominância do preto. A inspiração era óbvia: Cecil Beaton e as corridas de Ascot no filme “My fair lady”. Só que o que era bonito no filme ficou triste no Miss Brasil. Quando todas as candidatas se juntaram no palco, dava a impressão de a TV Bandeirantes estar transmitindo um velório concorridíssimo. (Seria uma metáfora? O enterro definitivo do Miss Brasil?)

A rede de TV tentou vender para o público a idéia de que a transmissão deste ano consagraria “o resgate do glamour”. Agora, me explica, dá para resgatar glamour com Alexandre Pires fazendo o show do intervalo? Ou Zezé di Camargo e Luciano fazendo brincadeiras no palco? Ou Wanessa Camargo no júri? Ou um apresentador que chama Adalgisa Colombo de Adagisa? Ou uma série de VIPs na primeira fila formada por Astrid, Preta Gil, Viviane Shoptime?

Quem não acompanhou o concurso nos últimos anos — isto é, praticamente todo mundo — pode ter estranhado também a participação de Nayla Misherif como apresentadora. O que é Nayla Misherif? Bem, Nayla foi uma Miss Brasil daquele tempo em que ninguém mais sabia quem era a Miss Brasil. Como uma Miss Brasil dos bons tempos, seu principal prêmio foi um bom casamento. Nayla casou-se com um empresário que, de presente, deu-lhe os direitos do concurso. Moral da história: já há dois ou três anos, Nayla é a apresentadora. Tudo indica que faz parte do contrato que ela assina com as estações de TV que acham uma boa idéia transmitir o certame. Já foi a CNT. Agora é a Bandeirantes. Também deve estar no contrato a exigência de Nayla mudar de roupa a cada vez que é focalizada por uma câmera. É o que tem de mais divertido no programa. Como é que Nayla Misherif vai aparecer na próxima cena? Ela nunca decepciona.

Mas havia uma verdadeira boa idéia no plano de Marlene Mattos de “resgatar o glamour”. A nova toda-poderosa da Bandeirantes imaginou uma homenagem a todas as 50 misses que já ganharam o Miss Brasil. Nem todas apareceram. Mas muita gente estava lá: Martha Rocha, Adagisa... opa! Adalgisa Colombo, Ana Cristina Ridzi, Gina McPherson, Eliane Thompson, Vera Lucia Couto...

Não foi fácil reuni-las. A coluna Gente Boa contou alguns dos problemas que antecederam o encontro no palco de toda aquela mulherada. Algumas tiveram que receber uma ajuda de custo para ir a São Paulo. Outras reivindicaram cachê. Marlene explicou que pagar cachê seria como pagar para um convidado ir a uma festa.

No palco — excetuando-se o improviso que marcou toda a transmissão do desfile — tudo parecia bem com as misses homenageadas. Mas, na verdade, todas estavam insatisfeitas. Ana Cristina Ridzi, a candidata que venceu uma irmã gêmea no concurso de Miss Guanabara e acabou ganhando o Miss Brasil, é a porta-voz do grupo:

“O convite para participarmos de ‘uma celebração prazerosa’ foi o maior embuste que aconteceu nesses 50 anos de Miss Brasil. Desorganização completa: fomos destratadas, a começar pela hospedagem sem direito a nada (telefone-mudo, frigobar vazio — não tinha nem água). A muito custo, foram liberadas ligações telefônicas internas e a água”, reclama em carta a Marlene Mattos.

“Parecíamos estar pagando para participar da sua festa ( de Marlene Mattos ), onde os únicos amigos bem-vindos eram os seus ( de Marlene Mattos ) agenciados Wanessa Camargo, Zezé di Camargo e Luciano e outros, que têm interesses financeiros em aparecer”, continua.

E Ana Cristina solta o verbo: “Quando se convida para a casa de um amigo, como foi dito pela senhora ( Marlene Mattos ) em nota publicada ( na coluna Gente Boa ), não se cobra, tem razão, mas pelo menos o dono da casa que convida deve recepcioná-lo bem e fazer as honras da casa, como um bom anfitrião, e jamais ganhar dinheiro/audiência em função destes. Amigos não são deixados durante cinco horas em pé nos bastidores do evento, sem cadeira, sem água, sendo empurrados de um lado para o outro, quando o convite teria sido uma suposta celebração e homenagem. Nosso nome foi usado por sua assessoria de imprensa, divulgando a homenagem às misses do Brasil. De forma jocosa, sugeriu-se a ajuda de custo às misses ‘quase falidas’. Usaram a nossa imagem durante 28 dias, em vinhetas comunicando a data do evento. Não fomos convidadas para a casa de amigos, e sim para receber uma homenagem de uma rede aberta de televisão, que estava ganhando dinheiro com o evento.”

Cinco horas em pé? Sem água? Sem frigobar no hotel? Sem telefone? Marlene Mattos expandiu o conceito de “resgate do glamour”.

http://oglobo.globo.com/jornal/colunas/xexeo.asp
21-4 - 2004


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Replies:

O estigma de Marle Mattos -- Alex, 16:28:18 04/21/04 Wed
Eu e Sandra pudemos presenciar após oconcurso, enquanto conversávamos com as misses,quando Martha Rocha apareceu com Boanerges Gaeta. Ela estava muito irritada com a situação e reclamava de que não havia lugares para as misses homenageadas (na platéia), ao voltarem da homenagem. Realmente faltou "organização" para melhor receber nossas misses. (NT) -- Júnior-SP, 21:29:29 04/21/04 Wed


Coluna Controle Remoto - Sandra Kogut - O Globo - 19 de abril -- MBMB, 13:51:09 04/19/04 Mon
Miss

Inacreditável o concurso de Miss Brasil na Band. O tema era caído, o cenário, cafona e os apresentadores, que pareciam estar abraçando a função pela primeira vez, deram um show de trapalhadas à parte.

Heloisa Tolipan rides again -- Flavio, 15:15:44 04/20/04 Tue
Pelo jeito, o Miss Brasil virou assunto diário na Coluna Gente da Heloísa Tolipan no Jornal do Brasil. Para quem só se preocupava com o "mundo fashion", chega a ser engraçado. Talvez o Miss Brasil tenha virado algo "fashion". Esta foi a nota publicada hoje na coluna:

Empresária-gafe

Apresentadora do Miss Brasil 2004, a empresária Nayla Micherif, que ganhou o título em 1997, abriu uma escola para miss em Belo Horizonte, nos moldes das venezuelanas. Aliás, Nayla é diretora do concurso. Está explicado então porque ela esteve à frente das câmeras da Band transmitindo ao lado de Gustavo Gianetti, Mister Mundo 2003, a disputa. Marlene Mattos, gentem, a nova diretora artística da emissora, não teve nada a ver com a escolha do casal, que deu um show de gafes diante do Brasil. Nos bastidores, Nayla talvez se saísse melhor.

***********************************************
Pelo que li, a ex-Miss Brasil 1997 não abriu nenhuma escola de misses . Sua mãe, Nadya Micherif, é que declarou que pretende abrir, o que pode ser uma ótima idéia. Outra coisa: Marlene Mattos é diretora-artística e não tem nada a ver com o resultado artístico do show?


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Replies:

Não tem jeito, mesmo! Os colunistas são implacáveis. Além disso não há comprometimento afetivo com o concurso como nós que admiramos o evento. Ao mesmo tempo que criticamos, com humor ou não, com argumentos indefensáveis ou não, propomos também soluções para estes. É bom que se leia isso e que os organizadores pensem e repensem a apresentação do próximo ano. Nayla tem papel primordial no concurso Miss Brasil, mas talvez que restringi-lo aos bastidores realmente e assim ser valorizada e respeitada como deve ser. Continuo torcendo pelo sucesso absoluto do concurso Miss Brasil. (NT) -- Conrado - RJ, 15:49:31 04/20/04 Tue




Mais uma de colunista no Miss Brasil, uma chorona que não sabe perder... -- Adry, 18:49:22 04/21/04 Wed
Este texto é do Jornal de Luz, cidade da Iara Coelho, assinado por uma tal de Miracy Santos que acha que é colunista mas não sabe perder... Eu acho que a Iara não ganhou por causa daquela resposta no mínimo confusa que ela deu. Muitas garotas filhas de juízes responderiam muito melhor do que a Iara no Miss Brasil. Aliás, por mais que a pergunta foi diferente, a Iara tava no mínimo mais segura na hora de responder no Miss Minas Gerais. Leiam o texto e tirem suas conclusões...
Recado à "Produção" da TV bandeirantes
Por Miracy Santos
Noite do desfile de Miss Brasil 2004. Boa mineira que somos e luzense de coração, assistimos com ansiedade e certezas a bela lara, dar seu recado nas passarelas, para nós, curtas e para ela, longas pela responsabilidade, pelos flashes e pelo julgamento.
Não é que de repente "atravessou” em sua brilhante performance, um “papagaio” (repete o que falam) e tenta apagar a luz da luzense mineiras"
Pela formulação da pergunta e pela impostação da voz do "jurado’, imaginamos que ele ia pedir a crucificação da menina...
E nós perguntamos à "Produção” É crime ser bem nascida! É crime ser filha de pais trabalhadores, estudiosos, cultos e vencedores” É crime ser poliglota? É crime viajar pelo mundo para ampliar conhecimentos, viver usos a costumes diferentes dos nossos”
Perguntamos, ainda, mudaram os critérios de julgamento e seleção final do concurso? Por que extrapolar?
IARA, a histona demonstrou que os mais notáveis ganhadores tinham superado obstáculos antes mesmo de conseguir o êxito.
Triunfaram, porque se recusaram a sentir-se desanimados, assustados diante de falsos gigantes
Assim você fez, em um décimo de segundo recuperou-se do impacto da pergunta-sentença, condenatória, elaborada pela "Produção" e repetida pelo "papagaio"
Você foi brilhante, provou para todos que você estava ali por um sonho de criança, alimentado durante sua vida pela cultura, por caminhadas às vezes difíceis, pelo bem-nascer, pela mineirice...UAI
Parabéns, iara, Miss Brasil World 2004
P.S: Se vocês assistiram o reprise do desfile, devem ter percebido que reeditaram a Matéria e retiraram a fala da jurada, quando ela afirmou ser da "produção" a elaboração das perguntas.

Date Posted: 19:59:27 04/21/04 Wed
Author: Conrado - RJ
Subject: Bom senso numa crítica
In reply to: Adry 's message, "Mais uma de colunista no Miss Brasil, uma chorona que não sabe perder..." on 18:49:22 04/21/04 Wed

É difícil controlar o bairrismo mas a isenção no jornalismo é primordial. A sra. Miracy, como colunista deveria ser a primeira a reconhecer que Iara Coelho perdeu uma grande oportunidade de dar uma excelente resposta e consequentemente, quem sabe, arrebatar o título de Miss Brasil 2004. As perguntas feitas foram pobres, demagógicas, feitas para produzir constrangimento e lágrimas nas candidatas. Expor problemas pessoais como foi feito ali foi em determinados momentos deprimentes e não sei seu eu gostaria de ver uma garota da minha família exposta a uma situação daquelas. Entretanto, dentre todas as perguntas, a que foi feita a Iara lhe possibilitaria conceituar o que é ser Miss, que é muito mais, mas muito mais mesmo, do que realizar um velho sonho de criança. É divulgar a cultura de um estado ou de um país. Se engajar em projetos sociais estaduais, nacionais e no caso de Miss Universo, internacionais. A pergunta feita à Iara denotava antes de tudo um preconceito aos concursos de Miss, como se garotas nascidas e criadas em uma classe social supostamente mais favorecidas não tivessem interesse por concursos desta natureza. Isso é preconceito, sim. Iara Coelho perdeu a grande oportunidade de desmarcarar este preconceito embutido na pergunta e definir o papel de uma miss. Não reconhecer isso, não chamar a atenção de Iara para tal é impedir-lhe a possibilidade de aprimoramento o que valerá para sua avaliação no Miss Mundo. O contrário ocorreu com a Miss Paraná que com sua presença de espírito com relação à falta de microfone, dando uma solução pronta para o problema, ali no ar, coisa que nem os apresentadores fizeram, certamente lhe deu pontos lhe possibilitando uma classificação que lhe levará ao Miss BI. Lamento que a sra. Miracy não tenha tido esta autocrítica o que é inerente a sua profissão e tenha se prendido à um bairrismo que coloca em risco a credibilidade da imprensa como, aliás, comumente se observa nos veículos de comunicação. Torço por Iara, desde sempre, mas ela perdeu uma grande oportunidade na entrevista. Sucesso total para ela em Sanya. Abraços e parabéns aos mineiros.

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