| Subject: Re: Será mesmo necessário o referendo? Bem sei que a maioria deles não é famosa... |
Author:
Castro e Silva
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Date Posted: 22:25:57 06/23/04 Wed
In reply to:
Ana Maria
's message, "Re: Será mesmo necessário o referendo?" on 20:08:15 06/18/04 Fri
Olhe Ana Maria, encontrei outro escrito do Miguel Portas, este um pouco mais antigo, do DN de 9 de Março 2000. Com o título macabro “Droga, Loucura, morte (1)”.
Neste artigo, a propósito de “o PP e diversos colunistas conservadores saltarem para a ribalta exigindo um referendo” exige Miguel Portas “E principalmente, alguém me explica porque devem ir as políticas de combate à toxicodependência a referendo, se não for para, desesperadamente, tentar manter tudo como está? Sejamos sérios: a complexidade deste dossier é vastíssima e as políticas não funcionam, em regra, umas sem as outras (...).
Mas não se referenda o que ainda não existe e se desconhece. Um referendo desse tipo é uma consulta aos nossos medos. Não é um referendo, é um hino à demagogia e um atestado de incompetência passado aos deputados. Bem sei que a maioria deles não é famosa (...).
Mas, apesar de tudo, foi para legislarem sobre problemas difíceis que os elegemos. A nova cruzada revela a política na sua pior dimensão. Instrumentalizando o medo, a insegurança e o sofrimento de inúmeras famílias, o que a direita quer é chantagear António Guterres. A estratégia já deu resultado uma vez. A direita espera de António Guterres mais uma posição à PS, do género “sim-mas-também-e-antes-pelo-contrário”. Ou será que desta vez os socialistas terão a coragem de não serem reféns de sondagens?”
Deduzo que as sondagens a que Miguel Portas se refere foram sondagens feitas pelo mano/Amostra/Moderna para o Diário de Notícias, sobre o aborto e que foram publicadas antes do referendo sobre a despenalização do aborto.
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