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Date Posted: 19:44:25 04/23/04 Fri
Author: Carolina e Juliane
Subject: Tarefa 4 - Espanhol 1

Redatora da tarefa 4 - Juliane Matarelli

“Dimensões comunicativas no ensino de línguas”
José Carlos P. de Almeida Filho

Análise e discussão dos capítulos
Pontos relevantes
Glossário – por capítulo

Capítulo I – “Ensinar e aprender uma língua estrangeira na escola”

-O autor inicia o capítulo pontuando que a experiência educacional que se realiza na escola ‘reflete os valores específicos do grupo social e/ou étnico que mantém essa escola.’(p.11)
Assim, ensinar português numa escola indígena requer competência distinta daquela exigida para o ensino de inglês em uma escola pública ou espanhol em uma escola para a classe alta. Segundo o autor, ‘os valores transformam-se em interesses’. Não por acaso o autor já menciona, logo no início de seu livro, a necessidade de consciência do contexto. Todo professor deve saber onde está, o quê representa naquele contexto e quem são os alunos para os quais ensina; deve ainda saber quais são as relações políticas que regem o estatuto e a direção da escola. Não há mais tempo para ingenuidade!
-Menciona, ainda, ‘a freqüente tensão que há entre a tradição de ensinar de uma determinada escola e a abordagem do professor.’ O professor deve, antes de tudo, saber se seu perfil se afina com o perfil da escola. Caso seus ideais, sua abordagem de ensinar, seja muito distinta da abordagem da escola, talvez seja menos desgastante buscar uma escola que se afine mais com seus interesses, sua história.
-Apresenta a definiçaõ de língua estrangeira: pode ser língua de antepassados, de estranhos, de dominadores ou de língua exótica. Menciona a idéia de desestrangeirização da língua, ou seja, propor uma tal interação com o idioma pretendido que faça com que esse novo idioma fique confortável no espaço de ensini/aprendizagem.
-Para que haja impacto (perceptível) mudança (profunda) e inovações (sustentadas) é necessário que haja ‘compreenssões vivenciadas da abordagem de aprender dos alunos e da abordagem de ensinar dos professores’. Ou seja, há que saber dançar e estar atento para o ritmo de interação das pessoas. Nossa cultura tende a regeitar o conflito: nossos hábitos comuns diante de pontos de vista conflitantes resumem-se a brigas, discussões e consequente separação e dissolução do pacto de continuar a dança. Algumas culturas entendem o conflito como passos diferentes de uma dança, da qual, inevitavelmente, todos participamos. Assim, saber dançar talvez seja elemento necessário para quem quer ser professor. Almeida Filho menciona a ‘necessidade de se buscar conhecer as configurações individuais dos filtros afetivos de cada aprendiz e de cada professor’. Ou seja, é trabalho árduo que requer empenho, atenção, sagacidade e atração por desafios. Engana-se quem acredita que ser professor no Brasil não é uma grande aventura; e só espíritos inquietamente produtivos deveriam engajar-se nessa empreitada. Para Almeida Filho “ aprender uma língua nessa perspectiva é a prender a significar nessa nova língua e isso implica entrar em relações com outros numa busca de experiências profundas, válidas, pessoalmente relevantes, capacitadoras de novas compreensões e mobilizadora para ações subseqüentes.” (p.15)


Glossário do Capítulo I

Abordagem de aprender – maneiras de aprender típica de uma determinada região, etnia, classe social e até do grupo familiar restrito em alguns casos. Uma tradição informa normalmente de maneira naturalizada, subconsciente e implícita, as meneiras pelas quais uma língua debe ser aprendida.

Abordagem de ensinar – conjunto de disposições de que o professor dispõe para orientar todas as ações da operação global de ensinar uma língua estrangeira.

Aprender LE – crescer numa matriz de relações interativas na língua-alvo que gradualmente se desestrangeiriza.

Desestrangeirizar- processo através do qual o aprendiz trav um relacionamento de proximidade com a LE, passando a se expressar nessa língua com propósitos autênticos, revelando índices da sua identidade e das significações próprias do sistema dessa língua alvo.

Filtros afetivos – atitudes, motivações, bloqueios, grau de identificação ou tolerância com a cultura-alvo, capacidade de riscos e níveis de ansiedade.

Língua-alvo – língua na qual o aluno deseja desnvolver determinada competência comunicativa.


Capítulo 2 – “A operação global do ensino de línguas”

O autor apresenta 4 dimensões distintas das tarefas que se apresentam a ulguém que pretenda ensinar língua estrangeira:

1- o planejamento das unidades de um curso;
2- a produção de materiais de ensino ou a seleção deles;
3- as experiências na, com e sobre a língua-alvo realizadas com os alunos principalmente dentro mas também fora da sala de aula;
4- a avaliação do rendimento dos alunos (mas também a própria auto-avaliação do professor e avaliação dos alunos e ou externa do trabalho do professor.

O autor aponta que, ainda que todo o sistema de operação global seja de tipo “ecológico” harmonizador, são sempre comuns contradições e conflitos. Assim, entedemos que os conglitos e contradições, já que parte integrante do processo de ensino/aprendizagem deve ser visto como um desafio, um obstáculo a ser superado visando favorecer o crescimento do grupo e não como um entrave ao processo de aprendizado.
Ressalta que o temo abordagem vem sendo utilizado, ao longo dos anos, de distintas maneiras. É um problema colocado desde 1963.
Pontua que todo a abordagem de cada professor deve ser passível de xplicitação para que o sucesso ou o fracasso de seu desempenho possa ser tratado profissionalmente. Considera mágicos, dogmáticos aqueles professores que não são capazes de esclarecer sua própria abordagem de ensinar; ainda que sejam bons profissionais. Enfatiza que a análise da abordagem contribui para o crescimento do corpo teórico nessa subárea da Lingüística Aplicada.

Glossário do Capítulo 2

Abordagem – conjunto de disposições, conhecimentos, crenças, pressupostos e eventualmente princípios sobre o que é linguagem humana, LE, e o que é aprender e ensinar uma língua-alvo. Também compreendido como uma filosofia, um enfoque, uma aproximação, um tratamento, uma lida.

LE – língua estrangeira: qualquer outra que não seja a língua materna.

Competência implícita – constituida de intuições, crenças e experiências.

Competência aplicada – referindo-se ao professor: aquela que capacita o professor a ensinar de acordo com o que sabe conscientemente (subcompetência teórica) permitindo a ele explicar com plausibilidade porque ensina da maneira como ensina e porque obtém os resultados que obtém.

Competência profissional – é a competência que possibilita o professor conhecer seus deveres, potencial e importância social no exercício do magistério na área de ensino de línguas. Aqui o professor administra seu crescimento profissional, seu engajamento em movimentos e atividades de atualização de forma permanente.


Capítulo 3 – “A aula comunicativa de língua estrangeira na escola”

- Aula como momento essencial e importante em todo o processo de aquisição de uma LE. O autor pontua a necessidade de maiores estudos sobre o tema, já que, mesmo sendo considerada como a ponta do iceberg de um processo muito maior, a situação face-a-face é fundamental e catalizadora em todo o processo de aprendizagem e justamente por isso merece atenção e cuidados especiais.
- Apresenta todos os elementos que compõe a interação face-a-face:
-Discussão com colegas
-Seleção de livros e materiais didáticos
-Aperfeiçoamento profissional
-Avaliação de desempenho geral
-Preparação de aulas
-Produção de materiais
-Correção (de exercícios, etc.)

-Apresenta a realidade do contexto brasileiro, ressaltando que, muitas vezes, o aluno faz parte da primeira geração na família que tem contato com uma língua estrangeira. A expectativa de se ver falando um outro idioma em poucas horas de aula pode atrapalhar o processo de aprendizagem do aprendiz, uma vez que a frustração e, relação a seu próprio desempenho pode desestimulá-lo em seu progresso. Esclerece que, apesar da precariedade de inúmeras faculdades de Letras e ainda, da precariedade da própria instituição de ensino onde se ministra aulas, o aluno não deve ser privado da possibilidade de contactar-se com diferentes culturas através do aprendizado de diferentes idiomas.

- Apresenta uma pesquisa de campo realizada na cidade de Campinas/SP, onde o livro didático era o pivô da aula e era cobrado como elemento fundamental para a participação nas aulas. O autor diz, que mais que seguir uma metodologia gramatical, o que verdadeiramente possibilita uma imersão em outra cultura numa situação de sala de aula é a capacidade do professor de marcar os alunos com características culturais próprias da língua-alvo.

-Apresenta as quatro fases indispensáveis para o bom desenrrolar de uma aula:
- Fase 1- Clima e confiança
- Fase 2- Apresentação (de insumo novo)
- Fase 3- Ensaio e uso
- Fase 4- Pano

Das quatro fases listadas, em ordem crescente em relação à duração de cada uma, teríamos:
4, 1, 2 e 3.

Para a fase 1, o autor prevê cerca de 5 a 10 minutos, período em que o professor deverá criar um clima de confiança entre os alunos, esforçando-se por buscar atuações que possam gerar identificação do aluno com a cultura em foco. Propõe de 10 a 15 minutos para a fase 2, onde o aluno entrará em contato com o novo insumo numa interação mais modesta, digamos, onde poderia repetir frases propostas por diálogos, realizar pequenas alterações nas formas fixadas pelos exercícios. A fase 3 será o espaço da produção, onde após ter sido exposto ao conteúdo, num clima de confiança entre os atores, o aluno buscará se expressar, ensaiando a linguagem para futuras transaçõesde uso real dentro e fora do âmbito escolar.
A última fase duraria entre cinco e dez minutos, e deverá funcionar como um fechamento do trabalho, onde propostas para a aula seguinte devem ser suficientemente envolventes para que o aluno tenha vontade de voltar e assim verdadeiramente venha a fazê-lo.
Serão as “cenas do próximo capítulo”. Apresentar propostas envolventes que devam ser concluídas na próxima aula pode ser uma boa estratégia para criar uma ligação entre um e outro encontro: a boa expectativa.
Toda essa preocupação em organizar uma aula deve prever, como conseqüência a minimização das atitudes de resistência (ainda que inconscientes) do aluno em relação a uma cultura totalmente distinta da sua.

Glossário do Capítulo 3

Ensino comunicativo – aquele que organiza as experiências de aprender em termos de atividades relevantes de ral interesse do aluno para que ele possa usar a língua-alvo para realizar ações de verdade na relação com outros falantes/usuários dessa língua.

Ensino interdisciplinar – quando os conteúdos e processos de aprender Lesão ligados ao de outras diosciplinas do currículo. Por exemplo, um aluno que esteja estudando história da espanha em sua aula de história, pode Ter uma ligação com a aula de espanhol. Tal atitude pressupões uma maior interação entre os professores de distintas disciplinas, o que, afinal, é um processo enriquecedor para todos.


Capítulo 4 – “Métodos comunicativos de ensino de línguas”

- Décadas de 60 e 70 testemunhando um intenso movimento do ensino de línguas no Brasil. Busca por melhores métodos, melhores técnicas e recursos mais eficientes para ensinar idiomas em ambientes formais. Na década de 80, inicia-se uma ênfase no aluno como elemento ativo, formador de seu próprio conhecimento. Na década de 90 cresce o interesse por descrever e interpretar como se ensina e se aprende em sala de aula.
- Os métodos funcionam como modelos distintos de ensino/aprendiazagem, podendo ser intercambiados entre professores num registro, talvez mais superficial. Difere-se da abordagem de ensino por ser, esta, provavelmente, uma ferramenta que possibilite estudar problemas de ensino num nível mais alto, mais abstrato e mais abrangente de análise que explica que métodos aparentemente distintos possuem bases conceituais comuns sobre a linguagem humana, o aprender e ensinar línguas.
- Apresentação do conceito de método comunicativo como propulssores de diversos tipos de interação lingüística, ora com foco na forma (gramatical) e comunicativizados, ora como incentivadores de uma prática de linguagem sem que ela implique temas e tópicos educacionalmente construtivos ou conflitivos, ora como comunicativos progressivistas.
- O mpetodo comunicativo não é aquele que execra a gramática. Trabalhar dentro do método comunicativo significa adotar procedimentos metodológicos que criem condições favoráveis para a comunicação. Assim, o ensino de questões formais, gramaticais dentro da premissa do método comunicativo é apenas a proposição de um outro tema. O potendial metodológico comunicativo deve ser compreendido, desenvolvido em toda a sua amplitude.

Glossário do capítulo 4

Métodos - distintas e reconhecíveis práticas de ensino de línguas com seus respectivos correlatos: planejamento das unidades, materiais de ensino produzido, formas de avaliação do rendimento dos aprendizes.

Método comunicativo – têm em comum uma primeira característica – o foco no sentido, no significado e na interação propositada entre sujeitos na língua estrangeira.


Capítulo 5 – “ O que quer dizer ser comunicativo na sala de aula de língua estrangeira”

-As raízes do método comunicativo estão na Europa, embora tenham se expandido para os Estados Unidos e demais países na década de 70. Métodos gramaticalista e comunicativos devem servir de apoio um ao outrro e não serem vistos como antagonistas.
Os livros didáticos devem ser vistos como instrumento de apoi e não como diretriz única no espaço de aulas. O autor crê que as dificuldades brasileiras de reciclagem de professores impedem que este se posicione criticamente em relação aos livros didáticos e tenha flexibilidade e habilidade para fazer conversões contextuais necessárias. O importante é que o professor esteja atento para a real interação do aluno com os temas propostos pelo livro, pois só assim estará verdadeiramente próximo do que chamamos método comunicativo.
O autor paraleliza as posições tomadas pelos professores que baseiam-se em métodos mecânicos de ensino/aprendizagem e aqueles que se orientam pela abordagem comunicativa. No primeiro caso, as propostas de atividades e mesmo as avaliativas não consideram a interação entre os alunos e pode mesmo ser preparada com antecedência e posteriormente ser “aplicada” aos alunos. O próprio termo “aplicar prova” traz em si o sentido do que se crê, segundo métodos mecanicistas, ser averiguação de aquisição de conhecimentos. A abordagem comunicativa, com ênfase na produção de sentido, busca alternativas reais de averiguação de produção. Aqui não é necessário ‘provar’; o que se busca, desde o início do curso, é criar uma relação de cumplicidade entre os envolvidos no processo: professor/alunos.

Glossário Capítulo 5

LEM - Língua estrangeira moderna

Lingüística aplicada – se ocupa de maneira geral com questões de uso de linguagem.


Capítulo 6 – “Alguns significados de ensino comunicativo de Línguas”

-O autor apresenta diferenças entre o método estruturalista/behavorista baseado na repetição de estruturas prontas e posterior aquisição dessas estruturas e o método comunicativo, preocupado com a produção de sentido. Realizando um apanhado histórico, cita Schmidt e Carneiro Leão, ambos professores do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, como precussores das idéias do método comunicativo.
-Trabalhar com o método comunicativo não necessariamente significa que o professor deva ser alguém extrovertido, com amplos conhecimentos culturais; significa que ele deve Ter habilidade para proporcionar interações reais e significativas dentro do ambiente de trabalho, criando um clima de confiança que possibilite uma interação efetiva entre os alunos.

Glossário:

Aprendizagem comunicativa – desenvolvimento de estratégias que permitam ao aluno atuar segundo a demanda do contexto, realizando calibragens ling6uística que permitam interações plenas de significado.

Movimento comunicativo – iniciado em 1972 quando o lingüista inglês Wilkins sistematiza uma nomenclatura de funções comunicativas, tópicos, cenários, papéis psicológicos e sociais, além de noções de gramática nocional tradicional.



Capítulo 7 – “ A fusão da gramática com a coerência comunicativa”


-O autor ressalta que, apesar das pesquisas em abordagem/método comunicativo muitos professores e mesmo os alunos sentem dificuldade em lidar com essa proposta. Por ser uma proposta que exige maior atividade tanto do professor quanto dos alunos, alguns ainda se sentem presos às diretrizes das regras que fundamentam a estrutura de um idioma, Interagir comunicativamente em LE significa uma certa abstração, no sentido de que devemos exercer um deslocamento de nosso eixo cultural e nos disponibilizarmos a funcionar num registro que não nos é familiar.
-Aponta, ainda, a necessidade de aprofundamento dentro do que realmente é o processo cognitivo. Observa que muitos profissionais da área vêm ampliando sua taxonomia, buscando reflexões para esclarecer suas experiências dentro do arcabouço comunicativo.


Capítulo 8 – “Como avalia um professor que começa a ensinar língua estrangeira num contexto comunicativo”


No último capítulo do livro o autor observa como um professor que se proponha trabalhar dentro do contexto comunicativo deve atuar. Em linhas gerais, entende que o procedimento avaliativo dentro de tal contexto deve considerar o processo e não apebnas atividades pontuais, como avaliações, provas. Entretanto a produção do aluno deve ser frequentemente observada e avaliada juntamente com o aluno, agente e produtor de seu próprio conhecimento, mediado, contudo pela atuação do professor. Nesse rumo, cabe ao aluno um processo auto-avaliativa que o fará mais responsável pelo seu proprio crescimento dentro de uma LE. Propõe ainda uma avaliação expressa em conceito e não em números, já que está última segue a avaliação pontual, e portanto, expressa menos a realidade. As várias habilidades de interação do aluno dentro do idioma devem ser avaliadas de forma equilibrada, proporcionando uma noção mais verdadeira do desempenho do aluno durante o processo de aquisição da LE.

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Replies:

[> Re: Tarefa 4 - Espanhol 1 -- Vera, 07:38:19 04/26/04 Mon [1]

Juliane e Carolina,

Vocês demonstram ter lido o livro com muita atenção e conseguiram focar os pontos relevantes. Considero a tarefa muito bem feita.

Abraço,

Vera


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