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Date Posted: 06:14:36 10/28/04 Thu
Author: José Euríalo
Subject: Re: Autonomy and teachers as the worst people to teach languages
In reply to: Marisa M Carneiro 's message, "Re: Autonomy and teachers as the worst people to teach languages" on 07:37:26 10/27/04 Wed

Marisa:

Não é só a sua cabeça que está fundindo. A minha também! :-)

Voltarei ao LEWIS (1986) na próxima semana, quando discutiremos outros dois textos. Devo dizer, todavia, que minha provocação não emergiu apenas de desejo de incomodar, sacudir crenças, etc., mas de verdadeiras dúvidas pessoais. Penso que algumas frases de efeito, especialmente de pessoas respeitadas no meio acadêmico, como aquele pesquisador, têm o condão de mexer conosco, com nossas convicções, com a situação cômoda de dúvidas até então inexistentes, ou latentes, não declaradas, caladas, por vezes nossas desconhecidas; você concorda?

Apresentei aquelas observações e aquelas citações aos(às) colegas porque realmente quero aprender. Além do seu comentário, as bem-vindas observações da Ana Laura, da Bianca, da Júnia, da Marisa e da Micheline (que jogou mais lenha na fogueira e me fará voltar, aos poucos, aos textos de LEWIS (1986), CANDY (1986), CRABBE (1993), DICKINSON (1991), LITTLE (2002), LITTLEWOOD (1996), VOLLER (1997), BREEN e MANN (1997), etc.) ajudam a indicar caminhos possíveis, reduzir a sombra, substituí-la por penumbra, pelo menos.

Aquele trecho “tenha aprendido uma língua de maneira totalmente autônoma”, que você escreveu, por exemplo, pendurou-se (usando uma metáfora machadiana) no trapézio que tenho no cérebro. Temo que daqui a pouco ele salte, estenda braços e pernas e tome a forma de um X, com aquele esfíngico “decifra-me ou devoro-te!”. No fundo, acho que são perguntas desafiadoras/provocadoras/provocantes que levam a respostas interessantes ou a perguntas ainda mais interessantes. Elas não têm faltado aqui, no grupo; não é verdade?! Nem elas, nem os esboços de respostas que todos procuramos, enquanto continuamos “shooting arrows at the sun” (da metáfora de BREEN e MANN, 1997), buscando orientações para uma pedagogia da autonomia ou buscando ‘penas’ e ‘cera’ para termos uma visão melhor —com a bênção de algum saber (em vôo?)— deste labirinto da discussão sobre autonomia (da metáfora de BLIN, 2002).

Minhas provocações nascem, pois, de sincero desejo de aprender, raramente são maldadezinhas; ok?! Sei menos sobre o assunto do que você e, talvez, do que todos(as) os(as) colegas aqui. É um privilégio dialogar com vocês!

Obrigado,

José.

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