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Date Posted: 15:10:10 09/20/04 Mon
Author: José Euríalo
Subject: Re: Graus de autonomia
In reply to: Mônica 's message, "Re: Graus de autonomia" on 10:05:05 09/20/04 Mon

Mônica:

Concordo com você! Penso que isso é um fato inquestionável. Como alguém do grupo já salientou, é muito mais cômodo trabalhar com fórmulas prontas, até porque muitas vezes o professor não “é” professor (um(a) colega do grupo também já salientou isso!), “está” professor, atua como tal para melhorar sua renda mensal, etc.

O que me preocupa é que acabam se tornando simulacros, desmoralizando a classe docente, prestando desserviço aos(às) alunos(as), à sociedade. Às vezes me pergunto se essas pessoas refletem sobre sua prática, se já tentaram algo diferente e inovador e se desiludiram (claro que, se isso aconteceu, é porque se permitiram iludir!), etc.... por isso, um outro trecho de LITTLE (2000) que me parece muito bom é o primeiro parágrafo da página 5: "When reflection is explicitly focused on the learning process, it is likely to take account of motivation and affect -"I worked well/badly"; "our group liked/didn't like this project"; "I was happy/unhappy with today's work"-; but it should always try to focus on the specific quality of the experience that gave rise to positive or negative feelings" -"How did I work well/badly?", "Why did our group like/not like this project?" "What made me happy/unhappy about today's work?". For that is how learners become aware that a growing capacity for metacognitive control nurtures intrinsic motivation"(LITTLE, 2000, p.5). Esse trecho também é muito bom; não é?! Só mesmo acreditando numa real possibilidade de transformação o(a) professor(a) adotará atitudes conducentes ao sucesso do empreendimento que visa à autonomia (dele e do aprendiz); não é verdade? (LITTLE, 2000, p.5).

Uma pergunta, porém, se impõe: será que estamos preparados para gerenciar turmas com um número maior de alunos(as) autônomos(as) do que as raridades que, numa sala de aula tradicional mal gerenciada, acabam inibindo alguns/algumas colegas? Eu acho que, ainda hoje, muitos professores(as) temem alunos(as) com forte tendência à autonomia...

José.

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