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Subject: Armando Vara fica com as participações financeiras


Author:
Miguel Alexandre Ganhão, CM, 05/08/05
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Date Posted: 5/08/05 16:51:52
In reply to: Joaquim Manuel Coutinho Ribeiro 's message, "Grande Vara!" on 5/08/05 15:58:16

Estado: Armando Vara fica com as participações financeiras

Guterres mantém lugar seguro na CGD

Guterres também fez parte dos quadros da CGD

Miguel Alexandre Ganhão, CM, 05/08/05

António Guterres foi consultor da Administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD) até ao passado mês de Junho, altura em que suspendeu as funções para assumir o cargo de Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados.


O ex-primeiro-ministro não cortou o vínculo laboral que o liga ao banco público, pelo que, ao terminar o seu mandato na ONU deverá regressar aos quadros da CGD.

Segundo fontes próximas de António Guterres, o ex-governante tinha um gabinete e secretária próprios e ocupava as suas funções em permanência. Guterres foi representante da CGD em várias missões empresariais tendo, inclusive, desbloqueado por intervenção pessoal um negócio do banco público na África do Sul.

Segundo apurou o CM, Guterres tem a categoria de Director de nível 18, o que lhe dá uma remuneração base de 3000 euros por mês. A este montante há que acrescentar outras regalias como o subsídio de isenção de horário e utilização de cartões de crédito. Tudo somado, António Guterres teria um salário superior a 5000 euros por mês.

A entrada de Guterres na CGD deu-se através de um convite formulado pelo Governo de Durão Barroso em 2002, após este ter extinto o IPE – Investimentos e Participações do Estado, organismo no qual António Guterres era quadro.

Ontem entrou em funções a nova administração do banco público, liderada por Carlos Santos Ferreira. Segundo apurou o CM, o novo presidente da CGD chamou a si a direcção da Caixa Banco de Investimentos e os pelouros da Direcção de Risco (um dos sectores mais problemáticos que teria fundamentado as substituições na CGD) e da Auditoria Interna.

Armando Vara, ex-secretário de Estado da Administração Interna no Governo de Guterres, que agora integra a administração, assumiu os pelouros de Direcção de Empresas (Norte e Sul) e das Participações Financeiras do Grupo CGD, que supervisiona todas as participações que o banco público tem noutras empresas, nomeadamente na EDP e Galp.

POUPAR O QUE NÃO DEVE SER DESPERDIÇADO

Numa altura em que se fala das indemnizações milionárias a pagar aos ex-quadros da CGD, o novo Conselho de Administração que ontem tomou posse mandou uma mensagem a todos os trabalhadores do Grupo comprometendo-se a honrar “o que o passado tem de bom”.

“Decidindo com firmeza, trabalhando em estabilidade, investindo tudo o que for necessário, mas poupando o que não deve ser desperdiçado”, pode ler-se na mensagem enviada para a intranet do Grupo CGD, pelos novos responsáveis da Caixa Geral de Depósitos.

CASOS

CRISTINA DE SOUSA

Outro dos administradores do Grupo CGD é Mário Cristina de Sousa, ex-ministro da Economia de António Guterres e ex-presidente da EDP.

VÍTOR MARTINS

Segundo fontes do banco público, o ex-presidente da CGD terá levado para o banco um único elemento de confiança.

ASSESSORES

São inúmeros os assessores que ocupam lugares no Grupo CGD. Existem casos de elementos, trazidos por anteriores administrações, que nem sequer se deslocam às instalações da Caixa.

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