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Subject: Garcia Pereira culpa PS por eventual vitória de Cavaco


Author:
Portugal Diário
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Date Posted: 7/01/06 9:38:35


Para candidato, «as sondagens não são um índice de coisa nenhuma, mas exprimem tendências» que revelam o que classificou de «erro político tremendo daqueles que impuseram a candidatura de Mário Soares»

O candidato presidencial Garcia Pereira responsabilizou hoje o PS, que "impôs a candidatura de Mário Soares", se a tendência das sondagens se confirmar nas eleições com a vitória de Cavaco Silva à primeira volta.

Para Garcia Pereira, "as sondagens não são um índice de coisa nenhuma, mas exprimem tendências" que revelam o que classificou de "erro político tremendo daqueles [socialistas] que impuseram a candidatura de Mário Soares e que terão de assumir responsabilidades, caso essas tendências se confirmarem".

O candidato presidencial apoiado pelo PCTP-MRPP comentava, em Bragança, a sondagem da Universidade Católica para a RTP, Antena 1 e Público, que dá a Cavaco Silva uma vitória à primeira volta, com 60 por cento das intenções de voto.

De acordo com a sondagem da Universidade Católica, Manuel Alegre obteria 16 por cento dos votos, Mário Soares 13 por cento, Jerónimo de Sousa sete por cento, Francisco Louçã quatro por cento e Garcia Pereira zero por cento.

Garcia Pereira referiu que o resultado desta sondagem parece, "apesar de tudo, desmesurado", mas disse não ficar surpreendido com a "tendência que ele exprime".

"Torna-se cada vez mais evidente que Freitas do Amaral teria sido o candidato ideal" para defrontar Cavaco Silva, afirmou, acrescentando que "agora não vale a pena chorar sobre o leite derramado".

Se houver segunda volta com Cavaco Silva e Mário Soares, Garcia Pereira disse que votará em branco: "Nenhum dos principais responsáveis pela crise em que se encontra este país terá alguma vez o meu voto nestas eleições".

Quanto ao resultado que lhe é atribuído- zero por cento - o que se trata de "uma não sondagem", tendo em conta que a sua expectativa é ficar dentro da margem de erro do estudo da Universidade Católica (3,4 por cento), obtendo pelo menos os 1,59 por cento que conseguiu nas presidenciais de 2001.

"Não sou um candidato que vai ser eleito, não tenho essa veleidade, mas sou o único capaz de colocar as questões que devem ser colocadas", afirmou, reclamando mais debates, nomeadamente a seis nas televisões, e queixando-se do que classificou como "uma campanha de cerco e silenciamento" contra a sua candidatura.

O candidato falava num colóquio que pretendia de convívio com estudantes de Bragança, mas no local escolhido, um dos bares da cidade mais frequentado pela comunidade académica, compareceu apenas "o maior número de jornalistas alguma vez presente" em acções da sua candidatura nesta campanha, como fez questão de sublinhar.

Mesmo sem a assistência pretendida, Garcia Pereira falou do tema que o levou a Bragança, "Será Portugal um Estado de Direito?", ao que respondeu que o é apenas "em sentido formal".

Na sua intervenção, prevaleceram as críticas ao funcionamento da Justiça com acusações de "assassinato político e cívico", referindo o envolvimento do ex-líder do PS Ferro Rodrigues no processo Casa Pia e um caso no qual esteve envolvido como advogado, o de Alfredo Pequito, o delegado de propaganda médica que denunciou alegados subornos da indústria farmacêutica a médicos.

Garcia Pereira anunciou "uma cacha para os jornalistas" ao divulgar ter sido arquivado, por falta de provas, o processo que o Ministério Público desencadeou contra Pequito, acusado de ser o autor das ameaças contra si e o advogado, que atribuiu a terceiros.

Questionado sobre a data dessa decisão, disse que terá sido entre há "um e três meses", mas que quis agora denunciar a situação na qualidade de "cidadão português e candidato a Presidente da República", além de pretender "passar uma posição de intolerância relativamente a mais campanhas de assassinato cívico de cidadãos".

Garcia Pereira escusou-se a adiantar mais pormenores sobre o caso, afirmando apenas que "a seu tempo serão desencadeadas acções de responsabilização civil e criminal dos responsáveis por um processo judicial que promoveu o assassinato cívico de um cidadão".

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