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| Subject: Jerónimo de Sousa: "Trabalhadores já se vêem obrigados a emigrar" | |
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Author: Público online |
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Date Posted: 16/01/06 18:50:33 In reply to: paulo fidalgo 's message, "Cavaco a seis pontos e tal de perder a 1ª volta" on 15/01/06 12:21:25 País está a regressar ao "24 de Abril" na emigração Jerónimo de Sousa: "Trabalhadores já se vêem obrigados a emigrar" 16.01.2006 - 17h24 O candidato presidencial Jerónimo de Sousa acusou hoje o Governo do PS de prestar pouca atenção aos problemas das pequenas e médias empresas, o que faz regressar Portugal ao "24 de Abril" em termos de emigração. "Os trabalhadores já se vêem obrigados a emigrar para a Galiza e para o utras zonas da Europa em busca de trabalho", justificou Jerónimo de Sousa, num almoço-encontro em Braga com representantes de diferentes associações empresariais, principalmente de pequenas e médias empresas. O estado de Portugal "obriga a que se olhe com outros olhos para as pequenas e médias empresas, senão os efeitos serão devastadores, com o regresso do país ao 24 de Abril", afirmou o candidato presidencial apoiado pelo PCP, citado pela Lusa. Jerónimo de Sousa alertou, no entanto, para uma particularidade que diferencia a vaga de emigrantes de há 30 anos com a actual. É que, agora, "até a mão-de-obra qualificada" está a abandonar Portugal, porque "não encontra trabalho ", disse o candidato. Numa jornada no distrito de Braga dedicada precisamente ao trabalho e ao desemprego, Jerónimo de Sousa começou o dia com um encontro na associação comercial da cidade, onde voltou a defender o papel do PCP na defesa dos pequenos e médios empresários. Pequenas e médias empresas e direitos dos trabalhadores "Não há uma contradição entre as possibilidades reais de defesa das pequenas e médias empresas e o respeito pelos direitos dos trabalhadores", garantiu o também secretário-geral comunista. De acordo com Jerónimo de Sousa, a dignidade do salário dos trabalhadores deve ser uma luta de sempre, mas a defesa do "tecido empresarial, nomeadamente das pequenas e médias empresas", também está consagrada na Constituição portuguesa "no artigo 80". "Se se deixar definhar as pequenas e médias empresas, não vejo solução para a recuperação económica", disse o candidato, acrescentado: "É preciso visão estratégica para a defesa do aparelho produtivo, que é fundamental". Socorrendo-se das estatísticas, Jerónimo de Sousa explicou que as pequenas e médias empresas representam "99 por cento" do total de empresas em Portugal, empregando "75 por cento" da mão-de-obra activa nacional. "Não somos contra as grandes distribuidoras, queremos é que, sem prejuízo destas, o Estado possa intervir para ajudar as pequenas e médias empresas", frisou ainda Jerónimo de Sousa. [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |