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Subject: Jerónimo Sousa defende "ruptura democrática" com política nacional


Author:
Lusa
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Date Posted: 10/12/05 2:05:22
In reply to: Fernando Penim Redondo 's message, "Concordo com a divergência..." on 8/12/05 22:53:31

Presidenciais:Jerónimo Sousa defende "ruptura democrática" com política nacional

Leiria, 09 Dez (Lusa) - O candidato presidencial Jerónimo de Sousa apelou hoje, em Leiria, a uma "ruptura democrática da esquerda com a política nacional", com as eleições de 22 de Janeiro a surgirem como oportunidade para a sua concretização.

Segundo Jerónimo de Sousa, nas eleições de Janeiro "a questão está em saber se, 29 anos passados de política de direita, do PS ou do PSD, dizemos que Portugal pode ter outro rumo".

Este apelo do candidato é feito depois de constatar que o actual Governo, de maioria absoluta socialista, prova que os comunistas "tinham razão" quando, na campanha para as últimas legislativas, alertavam "que o PS com uma maioria absoluta iria praticar a mesma política" que o PSD.

Segundo Jerónimo, o exemplo é o Orçamento de Estado para 2006, "quase uma cópia do Orçamento de Estado da direita quando era poder, com a perspectiva do aumento de impostos e de privatizações do sector público".

"É quase um peru de Natal para a candidatura de Cavaco Silva", disse Jerónimo de Sousa, perante perto de três centenas de apoiantes.

O ex-primeiro-ministro seria, depois, o alvo principal das críticas, com Jerónimo de Sousa a evocar "a repressão sobre os vidreiros, no consulado de Cavaco Silva", e a lembrar "a lei dos despedimentos e os milhares e milhares que foram para a pré-reforma, para que as empresas fosse privatizadas livres de encargos sociais".

O secretário-geral do PCP lamentou ainda o mau aproveitamento de "um milhão de ecus [moeda que antecedeu o euro] que entravam no país por dia" vindos da União Europeia quando Cavaco Silva era primeiro-ministro.

Cavaco, segundo Jerónimo, considerou aquela entrada de verbas como "uma segunda vaga do ouro do Brasil, só que o Brasil nunca nos pediu contas", ao contrário do que a União Europeia está a fazer.

Depois, o candidato comunista questionou o que faria Cavaco Silva caso fosse eleito Presidente da República.

"Lá vai dizendo que queria ser ajudante, que queria ser colaborador, que o seu prestígio internacional pode estimular a confiança, que é muito competente", disse Jerónimo de Sousa.

De seguida, questionou: "como é que é tão, tão competente, e deixou o país neste estado de coisas, numa situação do maior défice público, do maior desemprego, com 19 por cento de contratados a prazo, de 200 mil trabalhadores com salários em atraso, com os grupos económicos e o sector financeiro a reconstituir-se, enchendo os bolsos e os sacos àqueles que hoje constam da lista de apoio e do núcleo duro da sua comissão política?".

"Portugal está cheio de competentes", ironizou, acrescentando que "a solução não é fazer como o PS, ou seja, mais do mesmo".

"Ainda hoje tivemos conhecimento de que o Governo se prepara para aumentar a energia em 16 ou 17 por cento", disse, deixando um desabafo: "ainda vem esta gente falar da necessidade do aumento da competitividade das empresas portuguesas. Mas como?".

A cidade de Leiria foi a última paragem do dia de pré-campanha de Jerónimo de Sousa, que antes passara pelas Caldas da Rainha e pela Marinha Grande.

O candidato apoiado pelo PCP não deverá regressar ao distrito de Leiria antes das eleições de 22 de Janeiro.

JLG.

Lusa/Fim

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Subject Author Date
Totalmente de acordoLampedusa14/12/05 14:18:09


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