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Subject: Lisboa: PJ investiga permuta de terrenos Parque Mayer e Feira Popular - Câmara


Author:
Lusa
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Date Posted: 6/12/05 18:50:07
In reply to: Jerico 's message, "É UMA VERGONHA!" on 6/12/05 14:19:09

Lisboa: PJ investiga permuta de terrenos Parque Mayer e Feira Popular - Câmara


Lisboa, 06 Dez (Lusa) - A Câmara de Lisboa e a Bragaparques confirmaram hoje que a Polícia Judiciária está a investigar a permuta dos terrenos do Parque Mayer e da Feira Popular, mas manifestaram-se "tranquilas" quanto à legalidade do processo.

A televisão SIC noticiou hoje que inspectores da Polícia Judiciária de Lisboa estiveram nos departamentos do Urbanismo e do Património da Câmara de Lisboa e nos escritórios da Bragaparques, em Braga.

Numa conferência de imprensa realizada hoje à tarde nos Paços do Concelho, o vice-presidente da Câmara de Lisboa, Fontão de Carvalho, confirmou a notícia e considerou "normalíssimo que a Polícia Judiciária venha agora investigar" o processo.

Contactada pela Lusa, também a Bragaparques se manifestou "completamente tranquila" face à investigação da PJ sobre o processo, que garante ter sido "completamente legal e transparente".

Em declaração à Lusa, fonte da empresa afirmou que os inspectores da PJ estiveram nas instalações e "levaram o dossier sobre o caso(Ó), com estudos, projectos e outros documentos".

A administração da Bragaparques considera "natural" que a PJ e o Ministério Público investiguem o caso, mas adianta que se trata de "um processo com meros contornos políticos, originado por uma queixa de vereadores da oposição, e que acontece amiúde por todo o país".

"A compra da Feira Popular começou no tempo de João Soares, continuou com Santana Lopes e terminou quando o actual autarca, Carmona Rodrigues, já presidia à Câmara", sublinhou, garantindo que "foi tudo legal".

Já o vereador Fontão de Carvalho afirmou desconhecer o motivo da investigação levada a cabo pela Polícia Judiciária, presumindo estar relacionada com um pedido feito pelo anterior presidente da autarquia, Pedro Santana Lopes, para que "o processo de hasta pública fosse fiscalizado".

O pedido foi feito à Procuradoria-Geral da República e ao Tribunal de Contas em Agosto.

Também a IGAT (Inspecção Geral da Administração do Território) foi informada por este processo, tendo decidido remete-lo para o tribunal de pequena instância.

A CDU fez também, a 01 de Agosto, uma participação ao Ministério Público junto do Tribunal Administrativo de Lisboa, pedindo a impugnação judicial da permuta dos terrenos privados do Parque Mayer com parte dos terrenos municipais de Entrecampos, onde antes estava localizada a Feira Popular.

O processo previa a venda em hasta pública de parte do lote de Entrecampos, que foi comprado pela P. Mayer SA, antiga proprietária dos terrenos da Avenida da Liberdade.

A empresa, propriedade da Bragaparques, passou assim a deter a totalidade do espaço do parque de diversões, uma vez que a outra metade já tinha sido alvo da permuta com os terrenos do Parque Mayer.

A venda em hasta pública de metade do terreno da Feira Popular levantou polémica porque as propostas mais altas foram retiradas e a Bragaparques exerceu um direito de preferência contestado por toda a oposição do executivo camarário.

Também o advogado José Sá Fernandes, então candidato à autarquia de Lisboa e hoje vereador apoiado pelo Bloco de Esquerda, denunciou o caso, pedindo a anulação da hasta pública e que fosse anulada também a anterior permuta de terrenos entre a Câmara e a Bragaparques.

A Bragaparques afirma que o "direito de preferência" estava previsto no contrato entre as partes, pelo que "foi usado de forma legal e transparente".

No Parque Mayer, o projecto da câmara, assinado pelo arquitecto Frank Gehry, prevê um complexo cultural com três salas de espectáculos, um club/escola de jazz e uma mediateca.

Nos terrenos da Feira Popular, a Bragaparques quer construir cerca de 700 fogos e uma zona de comércio e serviços.

LM/JH/SIM.

Lusa/Fim

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