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Subject: Cavaco Silva assegura que não vai responder aos ataques


Author:
Gustavo Brás
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Date Posted: 14/11/05 16:56:55
In reply to: Visitante Cínico (e farto do trânsito) 's message, "Deixá-os falá-los que eles calarão-se... Deve a esfinge estar a pensar!" on 14/11/05 10:37:19

O candidato diz que vai fazer uma campanha com "dignidade e elevação"

Cavaco Silva, candidato a Presidente da República, quebrou ontem o silêncio para deixar claro que não pretende responder aos ataques políticos, mas, pelo contrário, "fazer uma campanha com dignidade e elevação". Recusando "perder tempo com radicalismos e insultos" aos adversários, assegurou que não vão receber dele "qualquer palavra de menor respeito". "É sabido que a linguagem de alguns tem pouco a ver com a minha forma de fazer política", esclareceu.
Na sua primeira deslocação de pré-campanha , Cavaco Silva disse aos jornalistas, em Marialva, concelho de Meda, que nesta pré-campanha quer, "acima de tudo, explicar aos portugueses" porque é que se candidata. "Não estou aqui para derrotar este ou aquele candidato" assegurou, mostrando-se "inteiramente convencido" de que, com as suas propostas, pode ajudar a "salvaguardar o futuro dos portugueses".
Na sua opinião, "Portugal está a afastar-se do desenvolvimento dos outros países" europeus, desde há cinco anos, situação que contribui para o agravamento das dificuldades dos cidadãos. O candidato prevê que, em 2006, a crise económica e social se traduza em 450 mil desempregados.
Por isso, entendeu que "neste tempo difícil, não tinha o direito de ficar" na sua "comodidade", explicou minutos depois às centenas de pessoas que se concentraram no largo da aldeia. "Hoje, espera-se que um Presidente da República seja o agente do desenvolvimento, um agente empenhado e activo, ao lado do Governo da Assembleia da República e dos partidos da oposição. É uma cooperação em que todos têm que remar no mesmo sentido", frisou. Cavaco evidenciou que um Presidente da República deve ter uma visão de futuro para o país, que saiba o quer para Portugal e que saiba mobilizar as energias nacionais na direcção certa.
Questionado sobre se aceitava estar presente nos debates televisivos, o candidato esclareceu, desde logo, que tinha sido dos primeiros "a afirmar que aceitava debates a dois", acrescentando que, para isso, "devem ser criadas condições, como é feito noutros países, para que ocorram com dignidade e com elevação". "Por isso, com certeza que as televisões se vão entender, que vão falar com os representantes de todas as candidaturas", salientou, assegurando que estava receptivo "a fazer o mesmo número de debates que os outros candidatos fizessem".
Sob uma intensa chuva, o ex-primeiro-ministro visitou ao início da tarde a ExpoMeda, onde o esperava um banho de multidão, tendo depois seguido para Marialva, uma das dez aldeias históricas abrangidas pelo Programa de Recuperação que lançou em Junho de 1994. Satisfeito por verificar que o programa que "deu frutos", Cavaco apontou aquela localidade do concelho de Meda como "um exemplo de como o aproveitamento do património histórico-cultural e a preservação da paisagem pode trazer oportunidade de emprego e criação de riqueza a uma região". E é precisamente com o objectivo de preservar e promover o património que ontem, na sua presença, foi assinada a escritura pública de constituição de uma associação local, de que faz parte Paulo Romão, mandatário distrital da sua candidatura. No final da iniciativa, o candidato participou ainda num magusto com a população.

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Isto até já o gajo da antiga União Nacional (o António Ferro) a fazer noticiários... (NT)Visitante Cínico (e cada vez mais preocupado)14/11/05 21:31:01


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