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Subject: Manifesto de Manuel Alegre realça "crise" nacional e "descrença" dos portugueses


Author:
Maria José Oliveira
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Date Posted: 4/11/05 12:05:49
In reply to: Fernando Penim Redondo 's message, "O Cavalheiro da Alegre Figura" on 3/11/05 0:59:23

Deputado formaliza hoje candidatura a Belém e apresenta manifesto eleitoral e comissão
de honra

Numa sessão três em um, Manuel Alegre apresenta esta tarde, a partir das 19h00, no Hotel Altis, em Lisboa, a sua candidatura a Presidente da República, o manifesto eleitoral e a lista de nomes que compõem a sua comissão de honra.
A intervenção do candidato, que deverá prolongar-se por cerca de 30 minutos, servirá para justificar os motivos da sua candidatura presidencial, mas centrar-se-á sobretudo na "crise" que atravessa o país e na "descrença" dos portugueses, explicou Alegre ao PÚBLICO. Neste âmbito, o candidato irá explanar algumas "soluções novas" exequíveis no quadro das acções dispostas pelos poderes presidenciais.
O manifesto de Alegre coincide em alguns elementos com os manifestos de Mário Soares e de Cavaco Silva, mas o vice-presidente da Assembleia da República afirma que existe no documento da sua candidatura uma "leitura própria do que é cumprir e do que é fazer cumprir a Constituição". Manuel Alegre referia-se especificamente à defesa dos direitos sociais, um assunto que pretende enfatizar na sua campanha eleitoral. A sua "visão" da Europa e as Forças Armadas estarão igualmente presentes no discurso desta tarde. O candidato a Belém será o terceiro interveniente na cerimónia de hoje, que estará aberta ao público e que não contará com a participação da mandatária nacional da candidatura, Teresa Rita Lopes. A escritora e professora universitária encontra-se em Madrid para a leitura púbica de um texto dramático da sua autoria.

Pacman é o
primeiro orador
A abertura da sessão ficará a cargo do mandatário para a juventude, Carlos Nobre Neves (Pacman, vocalista do grupo Da Weasel), sucedendo-lhe José Francisco Faria e Costa, que falará em nome da comissão de honra. Este professor catedrático e presidente do conselho directivo da Faculdade de Direito de Coimbra é um dos nomes que integra a comissão de honra, composta por mais de 450 apoiantes.
Até ontem ao fim da tarde, esta lista continuava no segredo dos deuses, embora um elemento da candidatura tenha afirmado ao PÚBLICO que nela estava incluída a maioria dos membros da comissão política (63 pessoas), entre os quais se encontra o ensaísta e professor universitário Eduardo Coelho, a fundadora do PS, Carolina Tito de Morais ou o presidente da Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, Fernando Mascarenhas.
Também alguns dos 52 intelectuais que assinaram um manifesto de apoio a Manuel Alegre foram convidados para integrarem a comissão de honra e está previsto que compareçam hoje no Hotel Altis. O texto, intitulado "A abertura à cidadania" e escrito pela porta-voz e mandatária por Lisboa, Inês Pedrosa, realça "a coragem, a frontalidade, a determinação" do candidato presidencial, argumentando que estas são as "qualidades essenciais" para defrontar o actual "momento de crise e crispação democrática". Para esta meia centena de personalidades ligadas às áreas do ensino, literatura, música ou artes plásticas, a candidatura de Manuel Alegre "é a única que pode unir Portugal em torno de uma ideia de participação cívica que se quer ampliada". Isto, porque, defendem, "a força da democracia reside na igualdade de oportunidades, na abertura de novos espaços de diálogo e na regeneração dos cargos de poder".

Entre os apoiantes de Alegre contam-se os escritores Mário Cláudio, Hélia Correia, Jaime Rocha, Pedro Tamen, Mário de Carvalho, Hélder Macedo, Jacinto Lucas Pires, Mário Zambujal ou Rui Zink, os músicos Flak, Pedro Abrunhosa, Xana, Paulo de Carvalho e Fausto Bordalo Dias, os editores Manuel Alberto Valente, Nelson de Matos e João Rodrigues e os escultores Francisco Simões e Espiga Pinto. Os círculos académicos estão também largamente representados e da área do desporto, nomeadamente do futebol, destacam-se os nomes dos treinadores Manuel José e Jesualdo Ferreira.

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