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| Subject: "Neutralidade" da internet em risco | |
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Date Posted: 19/06/06 19:33:28 "Neutralidade" da internet em risco A liberdade para acessar qualquer conteúdo na internet pode estar com os dias contados. Nesta terça-feira, iniciará no Senado federal dos EUA uma discussão sobre o direito de os provedores que fornecem conexão com a internet bloquearem ou não sites que não sejam seus parceiros. Trocando em miúdos, isso quer dizer que, se, por exemplo, um provedor não quiser que seus usuários acessem o site do Google, ele teria o direito de barrar ou dificultar o acesso à página do maior buscador do mundo. Em tese, para poder ser acessado normalmente, o Google teria que pagar uma quantia a esse provedor. Esse debate começou nos EUA no ano passado, quando uma decisão da Suprema Corte norte-americana deu sinal verde para que as empresas de TV a cabo restringissem o acesso a serviços de provedores de internet rivais. As companhias de telefonia –que também oferecem conexão com a internet- sentiram-se prejudicadas e recorreram ao órgão que regulamenta o setor, o Federal Communications Comissions (FCC), que liberou as telefônicas para também fazerem a restrição. O debate foi parar na Câmara dos Representantes norte-americana, que, há duas semanas, rejeitou um projeto que proibia os provedores de restringirem o acesso a sites da web. Agora, a discussão segue para o Senado. Até essas decisões do FCC e da Suprema Corte, o princípio vigente na internet era o de “neutralidade”, ou seja, qualquer pessoa poderia acessar qualquer site, não importando o provedor pelo qual se conectasse à rede mundial. Agora, com a possibilidade de mudança, ícones importantes da web, como Microsoft, Google, Yahoo e Ebay estão se articulando para fazer uma campanha contra o fim da “neutralidade”, que impactaria negativamente nos seus negócios. Pensadores e desenvolvedores da rede mundial também vieram a público para demonstrar sua insatisfação com a possibilidade de “tirar o aspecto democrático da web.” Um deles é o cientista britânico Tim Berners-Lee, que, em 1990, criou o padrão WWW (World Wide Web), usado até hoje e responsável por permitir a visualização de textos e imagens na internet. “Não sou contra a regulamentação da internet. Mas ela deveria ser mínima. Controlar o que as pessoas podem ou não acessar pode causar impacto em áreas como decisões de voto e o desenvolvimento da democracia”, disse no mês passado, durante a 15ª Conferência Wide World Web, realizada na Escócia. Veja mais no caderno Economia & Negócios do Estado deste domingo e nos links abaixo: IDG NOW: Berners-Lee defende neutralidade e abertura da internet http://idgnow.uol.com.br/internet/2006/05/25/idgnoticia.2006-05-25.1475140371/IDGNoticia_view Consumer Federation: órgão de defesa norte-americano de consumidores mostra pesquisa com usuários de internet insatisfeitos com fim da “neutralidade” www.consumerfed.org/pdfs/net_neutrality_press_release.pdf [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |
| Subject | Author | Date |
| Do Socialismo Prematuro para o Socialismo do Futuro | Fernando Penim Redondo | 20/06/06 8:05:24 |