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| Subject: Re: A LUTA É O CAMINHO | |
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Author: myre dores,carlos manuel |
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Date Posted: 28/05/06 5:15:07 In reply to: JCP juventude do PC 's message, "A LUTA É O CAMINHO" on 26/05/06 11:00:35 amaradas, companheiros de Luta! Recebam as minhas calorosas Saudações,assim como o Congresso! Costumamos dizer, que uma solução para responder ás provocações da reacção, é o silêncio, que é de ouro! Outra via, é responder às provocações. Todavia, estas reacções provocatórias são tão "Larcherlich" ridículas,são tão sempre as mesmas,que na minha opinião nem vale a pena responder! Que venham ,as que valham a pena!Tenham a certeza ,que se valer a pena, responderemos. > >A LUTA É O CAMINHO > >O 8º Congresso da Juventude Comunista Portuguesa >discutiu e debateu os problemas que, hoje, se colocam >a toda a juventude, as causas e as origens desses >problemas, a resposta a dar-lhes visando a sua >resolução e o papel dos jovens comunistas nessa >resposta – e, naturalmente, debruçou-se sobre as >questões visando o reforço da organização nas suas >múltiplas vertentes. Tratou-se de um debate profundo, >sério, democrático, travado com a lucidez, o >entusiasmo, a confiança e a determinação >características dos comunistas - sejam eles jovens, >menos jovens ou de idade avançada –porque são, todos >eles, portadores de um projecto de sociedade nova, de >justiça social, de liberdade, de solidariedade, de >fraternidade, liberta de todas as formas de opressão e >de exploração, fundada naquilo a que o camarada Vasco >Cardoso, na sua intervenção de abertura do Congresso, >chamou «o mais bonito e progressista dos ideais, o >ideal dos trabalhadores e da juventude, o ideal >comunista». E é nessa mesma perspectiva que o mesmo >camarada e, logo a seguir o debate congressual, nos >confirmaram que o 8º Congresso da JCP, sendo um >importante ponto de chegada, foi, igualmente um >importante ponto de partida: «como afirmámos repetidas >vezes, a natureza e as características da nossa >organização, intimamente relacionadas com os >objectivos de transformação da sociedade a que nos >propomos, fazem com que a fase preparatória deste >Congresso tenha sido tão ou mais importante do que >estes dois dias». É isso: nos dois dias do Congresso, >em cerca de sete dezenas de intervenções e nas >votações efectuadas, foi aprofundado e votado tudo o >que, no processo preparatório, foi discutido por >milhares de militantes da JCP – pelo que, as >conclusões do Congresso contêm a opinião e a análise >não apenas dos que durante dois dias as discutiram e >votaram mas, «tão ou mais importante» do que isso, a >opinião, a análise, a decisão do colectivo juvenil >comunista. >Daí que uma das conclusões essenciais pudesse ser >tirada desde logo: «a luta é o caminho» > >Os delegados, oriundos de todo o continente e das >regiões autónomas dos Açores e da Madeira, levaram ao >Congresso a situação das suas regiões; sublinharam os >problemas e as dificuldades que se colocam à >juventude; denunciaram casos de exploração brutal e de >violação de direitos laborais que fazem lembrar tempos >muito longínquos e que se pensava que não mais >voltariam; denunciaram, com exemplos concretos, as >limitações às liberdades cada vez mais generalizadas e >cada vez mais acentuadas configurando, em muitos >casos, práticas profundamente antidemocráticas e >fascizantes - e manifestaram a sua solidariedade >revolucionária com jovens comunistas de outros países >presentes no Congresso, que lha retribuíram; e >prestaram as homenagens que o espírito do Congresso >exigia: aos camaradas Álvaro Cunhal e Fernando >Lopes-Graça e ao general Vasco Gonçalves; e trouxeram >notícias de lutas, de recrutamentos de mais >militantes, de potencialidades de intensificar e >ampliar a ligação da JCP às massas juvenis e aos seus >anseios e aspirações. Tudo isto nos foi dito, na >intervenção de encerramento do Congresso, pelo >camarada Hugo Garrido, o qual disse, ainda: «nestes >dois dias, tivemos discussão política, mas não só: >tivemos, também, convívio, criação e reforço de laços >de amizade e camaradagem, e muita, muita alegria» - ou >seja, a amizade, a camaradagem e a alegria que, se é >verdade que, por si sós, não chegam para alcançar os >nossos objectivos, também é verdade que são >indispensáveis para os alcançarmos - e que só com elas >foi possível que os mais de setecentos delegados e os >muitos convidados comunistas tenham saído do Congresso >«confiantes no futuro e com a certeza de que vamos >transformar o sonho em vida». Uma certeza confirmada >durante todo o Congresso (aí incluído o seu período >preparatório) e que transbordou para as ruas no >entusiasmo, na confiança, na força do impressionante >desfile de sábado à noite. > >Este Congresso dos jovens comunistas foi, assim, para >todos os comunistas (jovens e não jovens) uma >confirmação de confiança, uma reforçada certeza da >capacidade do Partido para cumprir o papel que lhe >cabe enquanto partido comunista, partido da classe >operária e de todos os trabalhadores. Os milhares de >jovens comunistas que ergueram este 8º Congresso, >sendo, indubitavelmente, o futuro do Partido, são >simultaneamente parte integrante e relevante do seu >presente. De um presente visível em todo o processo de >construção e realização do Congresso; de um presente >feito de intervenção decidida, determinada, e >confiante, nas lutas exigidas pela situação política >nacional e internacional; de um presente onde avulta a >noção rigorosa da natureza e da dimensão das >dificuldades e dos obstáculos existentes e donde >emerge a consciência política e revolucionária da >importância e da necessidade da luta – essa >consciência que aponta a luta como caminho para >transformar o sonho em vida e que, como acentuou o >camarada Jerónimo de Sousa, exige aos portadores deste >projecto justamente o que o Congresso evidenciou: «que >não sejam só protagonistas do futuro mas obreiros >neste presente difícil, complexo, carregado de perigos >mas também de potencialidades». >Por tudo isto, «Desenganem-se!» - disse o secretário >geral do PCP, dirigindo-se aos que «alimentam a >esperança de nos ver desanimados, abandonando >objectivos e ideais, deixando cair o sonho, o projecto >político, a acção revolucionária»: «se têm dúvidas >acerca do futuro do nosso partido deviam vir aqui e >ver o pulsar da JCP neste Congresso». 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| Re: A LUTA É O CAMINHO | joão almeida. | 28/05/06 18:58:59 |