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| Subject: RSF DENUNCIADA NA FRANÇA | |
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Author: JEAN-GUY ALLARD |
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Date Posted: 21/04/06 14:27:16 RSF DENUNCIADA NA FRANÇA Ménard recorre às ameaças POR JEAN-GUY ALLARD O Secretário perpétuo da Repórteres sem Fronteiras (RSF), Robert Ménard, que pretende passar por defensor da liberdade de imprensa, acaba de ameaçar publicamente de demandar ante os tribunais o pesquisador e escritor francês Máxime Vivas, por tê-lo denunciado como cúmplice do Departamento de Estado dos EUA, no jornal parisiense Metro. Na edição de 6 de abril, na página 5, o jornal publicou uma ampla entrevista com Vivas, intitulada ”Le Sud, front de refus” (O Sul, front de resistência) onde expressa, entre outras coisas, que a RSF recebe importantes verbas de organizações-fantasmas ligadas à CIA. No dia seguinte, aparentemente traumatizado pela divulgação de tamanha verdade na imprensa francesa, que pretende controlar, Ménard exigiu a publicação dum texto onde denuncia Vivas para depois ameaçá-lo de levá-lo ante os tribunais. Ante este ultimato, a multimilionária maquinaria de Ménard quis silenciar o escritor que, por outro lado, está exigindo contas à União Européia sobre seus subsídios ao grupo. Mas, Vivas respondeu à RSF com uma carta aberta onde expõe com detalhes argumentos fortemente documentados. Quanto ao tema do dinheiro de Bush, o pesquisador lembra Ménard e seu grupo que, num artigo do Guiad Reporter, em 11 de março de 2005, a californiana Diana Barahona revelava como a RSF recebe verbas governamentais norte-americanas através da National Endowment for Democracy (NED). “A advogada de Direitos Humanos Eva Golinger informou que mais de 20 milhões de dólares foram entregues pela NED e pela USAID a grupos da oposição e à mídia privada da Venezuela que participou do golpe de Estado contra Chávez. Em janeiro de 2005, a NED outorgou à RSF, aproximadamente, US$ 40 mil”, escreveu Barahona. Vivas também menciona o ex-oficial da CIA Philip Agee, que numa entrevista com o jornalista Jonanh Gindin, em 25 de março de 2005, revelou que a NED trabalha com a CIA. Na Nicarágua, por exemplo, “a CIA e a NED criaram uma frente cívica chamada Via Cívica”. Depois assinala que, desde 2002, o Center For a Free Cuba, criado para derrubar a Revolução cubana com verbas públicas e liderado por Frank Calzón, cuja trajetória é bem conhecida, também outorga verbas à RSF. O pesquisador precisa como no próprio site da RSF, num texto com data 8 de julho de 2005, se pode ler: “...os únicos subsídios que recebemos dos EUA são os das fundações Center for a Free Cuba e National Endowment for Democracy (NED)”. Vivas acrescenta que também no site se pode achar uma relação dos patrocinadores: a Open Society Institute de George Soros. Por que a RSF oculta estes patrocinadores ao leitor do Metro? O DOSSIÊ RSF CONTINUA SE AMPLIANDO Entretanto, as informações que demonstram a cumplicidade de Robert Ménard com os órgãos norte-americanos de inteligência continuam se acumulando. Ao mencionar o Center for a Free Cuba e a NED como seus únicos patrocinadores, Ménard mente por omissão... e sabe perfeitamente o que está fazendo. O último relatório fiscal da RSF nos Estados Unidos revela que as últimas tentativas para conseguir doações privadas procedentes de organizações caritativas, infelizmente goraram, pois apenas receberam US$ 75 mil, dos quais 40 mil procedem da empresa telefônica Working Assets. Todo o dinheiro do Departamento de Estado sai diretamente para França e as verbas para subsidiar o pessoal e os escritórios da RSF nos Estados Unidos são depois enviadas de Paris. O dinheiro enviado ao Center for a Free Cuba e à NED, desde 2002, soma US$ 215 mil, insuficiente para pagar os custos da representação que a RSF mantém no território norte-americano. Tem que existir, então, outro financiamento. O relatório fiscal norte-americano da RSF está preparado por uma prestigiosa firma de Alexandria, na Virgínia. Algo incomum para uma organização que pretende parecer não-governamental. Uma especialista do tema, consultada por Granma Internacional, fez um comentário significativo: “Os custos de operação da RSF são incrivelmente altos para uma organização com este nível de receitas...” Consultada, há poucos dias, na Califórnia, por este semanário, Diana Barahona, sem dúvida a pesquisadora que mais sabe sobre este tema da RSF, lembrou que em 2002 Otto Reich foi utilizado de novo pelo Departamento de Estado para organizar o golpe contra Chávez (na Venezuela) e o derrubamento de Aristide no Haiti. Reich é um “exilado cubano com longa história criminosa, um fideicomissário do Center for a Free Cuba e foi ele que coordenou com Robert Ménard para distribuir o dinheiro do Departamento de Estado à Repórteres sem Fronteiras”, destacou. O vínculo cada vez mais estreito da RSF com a rede de agências norte-americanas que se dedicam à desestabilização de países que não se subordinam aos interesses de Washington explica as angustias de Ménard ante a denúncia publicada pelo diário parisiense Metro. Contudo, ainda há muito mais que dizer. Entretanto, Máxime Vivas continua esperando uma resposta de seu pedido à União Européia para que o caso da RSF seja pesquisado, organização à qual a União Européia tem pago até agora mais de 1.2 mil euros. Segundo Ménard, a RSF tem agora um orçamento anual de mais de 5 milhões de euros. [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |