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Date Posted: 11:58:02 10/04/06 Wed
Author: Humberto Mendes
Subject: Bom e ruim

Problemático –
A EXPERIÊNCIA INTERVALAR DA CULTURA MEXICANA
EM "RÍO GRANDE, RÍO BRAVO", DE CARLOS FUENTES
Elda Firmo Braga (UFF)
‘Río Grande, Río Bravo” é um dos nove contos que fazem parte do livro: La Frontera de Cristal do mexicano Carlos Fuentes; estes relatos apresentam uma correspondência entre si, pois abordam os múltiplos aspectos da relação de imigrantes mexicanos com os Estados Unidos da América, como: expectativas, riscos, condições inumanas de trabalho, separação, conflitos, sofrimento, desamparo, violência, preconceitos racial e social, exploração, entre outros. O título do conto “Río Grande, Río Bravo” remete ao nome de um rio que serve de fronteira entre os EUA e o México, como também, divide o continente americano em duas partes: por um lado o primeiro mundo e por outro o terceiro, configurando, assim, duas Américas: a pobre e a rica. A fronteira, representada pelas duas margens deste rio, serve como um espaço de encontro e de desencontro, pois ao mesmo tempo em que separa também unifica. É esta a relação que apresentaremos no estudo que nos propomos fazer desta narrativa; para isso, contamos com as leituras empreendidas em torno do projeto de Iniciação Científica "O discurso latino-americano como via de tradução cultural", especialmente com o apoio do texto O entre-lugar na literatura latino-americana, de Silviano Santiago.

Fonte: http://www.filologia.org.br/viiicnlf/resumos/aexperienciaintervalar.htm

Em minha opinião, esse resumo apresenta problemas porque inclui informações que deveriam estar no corpo do texto, quebrando o princípio de objetividade de um resumo. Todo o trecho - O título do conto “Río Grande, Río Bravo” remete ao nome de um rio que serve de fronteira entre os EUA e o México, como também, divide o continente americano em duas partes: por um lado o primeiro mundo e por outro o terceiro, configurando, assim, duas Américas: a pobre e a rica. A fronteira, representada pelas duas margens deste rio, serve como um espaço de encontro e de desencontro, pois ao mesmo tempo em que separa também unifica - poderia ser subtraído, não comprometendo o entendimento do resumo se um rearranjo fosse efetuado. Além disso, as “leituras empreendidas” não são de conhecimento público e a indicação bibliográfica (O entre-lugar na literatura latino-americana, de Silviano Santiago) é citada como apoio, ficando assim em aberto o referencial teórico que a autora irá utilizar.



Bom
A EXPRESSÃO SINTÁTICA DO SUPERLATIVO
EM COLUNAS SOCIAIS
Alexandre Melo de Sousa (UECE)
Nosso propósito é apresentar as manifestações sintáticas do grau superlativo em colunas sociais de jornais de Fortaleza. Tais manifestações envolvem: uso de intensificadores, repetição do adjetivo, breves comparações, emprego de expressões idiomáticas entre outras. Para tanto, recorremos à teoria de Pottier, no que tange a noção semântica de modalidade quantitativa, na qual o grau está inserido. Não utilizamos o grau na acepção de Câmara Jr., tal como exposta em Estrutura da língua portuguesa, porque falta o enfoque unificador que congregue o grau em sua expressão morfológica e sintática. Como tratamos de um fenômeno que se enquadra em outro mais abrangente, a avaliação, julgamos pertinente fazer achegas estilísticas, para o que nos socorremos de Bally, basicamente tomando como parâmetro sua obra Traité de Stylistique française. Salientamos que nos ancoramos em dois periódicos de Fortaleza, jornal O Povo e o jornal Diário do Nordeste. Do primeiro analisamos a expressão sintática do superlativo nas colunas de Lázaro Medeiros e Sônia Pinheiro; do segundo, as colunas de Regina Marshall e Leda Maria. De cada um deles, foram colhidas cinqüenta colunas, das quais fizemos análise quantitativa (freqüência e percentual) e qualitativa, enfocando aspectos expressivos e estabelecendo comparações entre as colunas.

Fonte: http://www.filologia.org.br/viiicnlf/resumos/aexpressaosintaticado.htm

Esse resumo, em minha opinião, está bem construído, pois apresenta as informações necessárias de forma clara, evitando excessos. É iniciado já com o objetivo a que se propõe (apresentar manifestações sintáticas), especificando sua constituição (uso de intensificadores, repetição do adjetivo, etc.) e, em seguida, esclarece quais são os referenciais teóricos seguidos, descartando outras opções possíveis dentro daquele campo de conhecimento. Faz a identificação das fontes utilizadas e de como foram tratadas, além de apresentar um vocabulário técnico condizente ao tema (modalidade quantitativa, grau, expressão sintática do superlativo, etc.)

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