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Date Posted: 19:53:51 10/06/06 Fri
Author: Maíra
Subject: Bom e Mau Resumo

Ambos os resumos foram extraídos da página: http://www.filologia.org.br/viiicnlf/resumos/index.htm

Tomei o cuidado em escolher os resumos de pesquisas de nível semelhante, ambas são pesquisas em andamento.

Considero bom o primeiro resumo selecionado, por ser breve, organizado e suficiente. Preenche todos os quesitos do Checklist ideal(para pesquisas em andamento): motivação, delimitação do problema, arcabouço teórico, objetivos, método e relevância do estudo. Confira abaixo.

COMO SE DEVE ENSINAR UMA LÍNGUA ESTRANGEIRA?

Carmem Lucia Pereira Praxedes (UERJ)

A nossa experiência como professor de língua estrangeira - LE - leva-nos dia a dia ao questionamento daquilo que Umberto Eco chamaria de uma idéia seminal, na visão deste autor, seminal além de ser aquilo que colabora com a criação é também a (re-)descoberta do óbvio, bem ao modo pós-moderno. Tal qual uma criança, que observa o mundo com outros olhos - aqueles da sensibilidade nua e crua - o professor-pesquisador precisa estar atento no seu cotidiano às indagações de seus alunos, por mais simples que elas lhe pareçam. Neste sentido, impusemo-nos como desafio buscar respostas à pergunta título deste trabalho, consciente de que estaremos ingressando em uma guerra cujos soldados e generais defendem arduamente os seus territórios.

Muito mais do que prescrever, descrever ou explicar como se deve ensinar, buscaremos rever estudos com vistas a organizar um material que demonstre aos licenciandos em LE que para lançar mão desta ou daquela teoria é necessário, sobretudo, verificar a qual caso ela se adequa. A fundamentação teórica sobre a qual nos basearemos será lingüistico-semiótica, de que destacamos, especialmente, o pensamento de COSERIU (1980) pela atenção que este autor deu à língua italiana; ECO (1985, 1997, 2001); DE MAURO (1990); PAIS (1993) e BECHARA (1990). A nossa intenção com este estudo é colocar em contraste as principais teorias do ensino-aprendizagem de LE de maneira geral, destacando ou propondo uma que, ao nosso ver, mais se adeqüe ao ensino de ITAL/LE, considerando os valores das culturas italianas e brasileiras em contato. Além da leitura e análise do corpus teórico; composto pelas principais teorias como o gerativismo e o funcionalismo, entre outras; faremos também a análise de redações de alunos-licenciandos sobre o tema em questão ( Como se deve ensinar uma língua estrangeira?). Assim, ao nosso ver, poderemos constatar a ressignificação que ocorre no processo de ensino-aprendizagem de LE , quando o licenciando transita da situação de receptor de teorias, para aquela de crítico/construtor de um saber sobre o ensino de línguas. Buscaremos, deste modo, demonstrar ao licenciando a necessidade de um feedback contínuo do sistema de ensino-aprendizagem, de que ele é o principal ator capaz de retro-alimentá-lo.

O resumo abaixo, que considero ruim, é confuso, mau organizado, prolixo (utiliza de rodeios e não é objetivo) e insuficiente. Não descreve um projeto e sim um tópico do mesmo. Não menciona método, nem metodologia de análise. Embora seja breve, quatro parágrafos, ele utiliza três paragráfos para a motivação do estudo e um sobre a relevância do mesmo.


A NECESSIDADE DE FAZER TRANSCRIÇÃO FONÉTICA
NO ESTUDO DA VARIANTE POPULAR DO LATIM

Nestor Dockhorn (FERP)

Toda linguagem verbal é constituída por uma série de elementos internalizados, que de forma necessária, se manifestam externamente. Essa manifestação aparece sob a forma de sons que, normalmente, se agrupam de várias maneiras.

O pesquisador de qualquer linguagem verbal, ao tentar estudá-la, sentirá necessidade de transpô-la para símbolos que, historicamente, aparecem de maneiras variadas. As tentativas mais eficientes são aquelas em que esses símbolos tomaram forma de letras de determinados alfabetos.

Assim também os próprios falantes da língua latina sentiram a importância de utilizar determinado alfabeto para representar os sons empregados em sua fala.

Os atuais pesquisadores da língua latina continuam a utilizar os símbolos gráficos empregados pelos antigos romanos (embora, às vezes, com alterações e acréscimos). Entretanto, esses mesmos pesquisadores, quando pretendem trabalhar com maior exatidão, percebem que esses símbolos gráficos são insuficientes para representar certos traços fonéticos importantes. Especialmente, quando há necessidade de simbolizar processos fonético-fonológicos que ocorreram no aparecimento da variante popular do latim, faz-se mister utilizar símbolos mais adequados. Essa é a razão por que se recomenda a utilização de um alfabeto fonético internacional, especialmente o do IPA (sigla da expressão em inglês) como necessário para um estudo mais exato e minucioso.

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