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Date Posted: 08:44:08 03/20/07 Tue
Author: Celio Benvindo de Souza (AOS ECOS DE UM CANTOS)
Subject: AOS ECOS DE UM CANTO

Parare-me que a poesia destas mulheres assemelham-se com gritos esquecidos num canto da sala. Alguém, o tempo talvez, o tenham abondonado ha: pois ao termos fragmentos de alguns poemas não podemos negar que se tratam de um ponto de vista semelhante ao de uma minoria, abondonados, ecluídos.
Mais se já tem consciência do abondono porque gritos? Porque ainda acretida numa "possível humana liberdade", ou seja,-se a sala do mundo foi construído para todos,porque excluem? quem tomou ou quem ocupa o nosso espaço? Evidenciar a presencia com uma presencia cada vez mais autonoma e determinada pararece o unico caminho que permitirá um dia o direito de igualdade.
Mais não se trata apenas de uma igualdade social, economica, política etc, mas trata-se de resgatar a profunda e esquecida liberdade humana, ou a própria humanidade aprisionada nas entre-linhas da história, aflorando assim, o própria ser com todo o seu alibido sem qualquer restrinção.
Deste ponto de vista a ótica é diferente. parece mais que quem fica,fica com as cicatrizes da guerra.Fica "comida", mesmo sabendo que o desejo do outro era outra.E ainda precisa de revistir de mulher, ou armadura de mulher se quiser beber "Aguás, onde só os tigres mitigam a sua sede". Mesmo assim, deve viver entre os homens, mesmo sendo mais "dor", "menos garra e menos carne humana".
Assim, estas mulheres comtemporânea não escrevem apenas para brincar de poesia, mas parecem que não posuem tempo para isso, como também, parecem não ter tantos motivos para se alegrarem e por isso os seus poemas se transformam mais em denúncias,gritos, pedidos de socorro, quando não o relatos de tristes esperiências vividas. E de forma alguma o que digo diminui nos escritos destas mulheres o seu volor político, todavia, não podemos negar que se tratam de um pondo de vista bem próprio e restrito.

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