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| Subject: Tudo numa boa. | |
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Author: "Eu não fui notificado e o meu advogado |
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Date Posted: 10/07/09 11:50:40 Fraude na gestão dos CTT Horta e Costa e Carlos Encarnação constituídos arguidos 08.07.2009 - 07h48 Lusa O antigo administrador dos CTT, Carlos Horta e Costa, um dos 52 arguidos no processo de alegadas fraudes na gestão dos Correios. Horta e Costa assegurou à agência Lusa não ter sido notificado e desconhecer o teor da proposta de acusação. Também Carlos Encarnação, presidente da Câmara de Coimbra, foi constituído arguidos no âmbito de uma investigação sobre alegadas fraudes na gestão dos CTT quando Horta e Costa estava à frente da administração da empresa, disse fonte policial. "Eu não fui notificado e o meu advogado, com quem falei, também não sabia de nada", garantiu o antigo administrador dos CTT. Em 52 arguidos, "há pelo menos um que não sabe", sublinhou, assegurando que vai "aguardar serenamente" o evoluir do processo. "Tenho a consciência perfeitamente tranquila. Não sei do que é que me acusam e tenho primeiro de o saber para depois decidir como é que vou reagir", concluiu Carlos Horta e Costa, que já rejeitou qualquer acusação de má gestão dos CTT. A Polícia Judiciária (PJ) concluiu e enviou para o Ministério Público (MP), com proposta de acusação, uma investigação sobre alegadas fraudes na gestão dos CTT. Fonte da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ adiantou que os factos dizem respeito à administração do período entre 2002 e 2005, presidida por Horta e Costa, e que estão em causa suspeitas de corrupção e outras práticas ilícitas, como administração danosa, tráfico de influência, fraude fiscal, branqueamento de capitais e falsificação de documentos. Segundo fonte da Unidade Nacional de Combate à Corrupção da PJ, a investigação deste caso, iniciada em princípios de 2007, incide sobre alegadas práticas ilícitas "associadas a 23 situações irregulares relacionadas com actos de gestão na administração dos CTT", entre elas a venda de um imóvel em Coimbra e outro em Lisboa. A mesma fonte sublinhou que esta foi uma investigação de "extrema complexidade", devido à quantidade de documentos apreciados e à sua envolvente financeira e negocial, que coloca em causa interesses públicos. No âmbito da investigação foram executadas 85 buscas a domicílios e a empresas e analisados mais de meio milhar de suportes informáticos. [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |