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Subject: BATALHA DE ESTALINGRADO


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NOVO PONTO DE VISTA DE HISTORIADORES" MODERNOS”
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Date Posted: 21/07/09 12:38:22

BATALHA DE STALINGRADO “CAMPANHA MILITAR DO VERÃO DE 1942 NOVO PONTO DE VISTA DE HISTORIADORES MODERNOS”
Quando a cidade se transforma em símbolo, ela passa a ser cidade eterna. O seu nome é Stalingrado!
Tinha-se a impressão de que para as unidades avançadas alemãs haviam chegado os dias gloriosos. “Até onde alcança a vista, escreveu uma testemunha ocular, viam-se carros blindados e viaturas militares que avançavam impetuosamente pela estepe àdentro. Sem temer algo, os comandantes saíam à meio corpo das escotilhas e saudavam alegremente as suas unidades. As lagartas dos blindados e os pneus das viaturas levantavam núvens de poeira, que, à semelhança de rolos de fumaça, cobriam as estradas ao longo de muitos quilômetros”.
O êxito inebriava em especial os jovens oficiais da Wermacht. O seu estado moral era extraordinariamente elevado. Para eles trabalhava toda a Europa escravizada. O bom estado do tempo e os novos tipos de armas, fizeram esquecer os horrores do Inverno passado. Então, em Dezembro de 1941, nos acessos de Moscou os alemães sofreram a sua primeira e grande derrota nesta guerra.
Os nazi-fascistas, que se apressavam para abocanhar o petróleo do Cáucaso e os cereais de Kubán, concentraram na direção de Stalingrado enormes forças - a quinta parte das suas unidades de infantaria e grande quantidade de meios técnicos de guerra e armas. Porém, as tropas dos exércitos soviéticos, que defendiam a cidade às margens do Rio Volga, cediam ao inimigo em força viva e em meios técnicos. Os combates tornavam-se cada vez mais cruéis e sangrentos para as tropas soviéticas. Segundo dados disponíveis, que por muito tempo eram considerados como secretos, 58% das baixas em homens nos três primeiros meses da Batalha de Stalingrado foram registradas precisamnte nestes meses. Foi particularmente grande o número de soldados que desapareceram sem vestígio. Isso foi a consequência do gravíssimo ambiente que se formava em faixas das Frentes, que recuavam sob os golpes do inimigo.
As tropas recuavam, travavam combates sangrentos , sofriam baixas, mas também davam respostas demolidoras e audazes ao inimigo. O seu estoicismo destruia regimentos, divisões e meios técnicos alemães de primeira classe.
A começar de 23 de Agosto de 1942 no Estado Maior Geral Soviético e no Estado Maior das tropas terrestres da Alemanha andava de boca em boca a combinação de palavras “corredor de Stalingrado”. Ele se formou em consequência do lance-relâmpago do Corpo de Tanques do general alemão Von Vittersgeim da região do Rio Don para a do Rio Volga. A largura do corredor foi de 8 quilômetros e a extensão de 60 quilômetros. Hitler tinha motivos para regozijar-se: o soldado alemão lavou as suas botas nas águas do grande rio russo Volga. A Wermacht atingiu (se bem que , por enquanto, num só ponto) a linha de chegada, determinada pelo plano alemão “Barbarossa” de desmantelamento da URSS.
Quão eram os regozijos no Quartel General de Hitler, tais eram as descoroações no Estado Maior Geral Soviético. Stálin havia encarregado o Marechal Gueórgui Júkov de organizar a liquidação do atrevido rompimento em breve espaço de tempo. Enquanto decorria o assalto sem sucesso do corredor, os alemães saíram para a margem do Rio Volga em outro lugar. A liquidação do corredor adquiriu um significado estratégico. Júkov gostava de fazer tudo circunstanciadamente e sem a supremacia crestomática de forças de 3 por 1 não iniciava a ofensiva. Assim foi também desta vez. Na Frente de 60 quilômetros de extensão foram concentradas 18 duvisões motorizadas. Todavia, tal concentração de tropas e o caráter aberto da localidade tornavam os nossos exércitos exclusivamente vulneráveis para a aviação inimiga. O número de nossos aviões próprios naquele momento era extremamente insuficiente.
Passagem das recordações do ex-piloto militar Artióm Afinoguénov.
“As perdas da nossa aviação nos acessos de Stalingrado foram as mais terríveis. O regimento praticamnte deixava de existir no decurso de uma semana. Isso demonstra, quão grandes foram as nossas baixas. A luta foi de uma tenacidade extrema. Realmente, tratava-se da vida ou morte do nosso país. Por outro lado, ao combate era lançado tudo o que havia, qual numa fornalha. Estava ou não preparado o regimento – era necessário tampar um buraco, e os pilotos como eu, tampávamos. Eu era sargento. Cem regimentos de sargentos foram preparados com a máxima urgência no período da Grande Guerra Patriótica, diga-se Segunda Guerra Mundial, e 80% deles estiveram nos acessos de Stalingrado.
Na nossa escola de pilotagem, onde eu estudei, num dia nada belo, todo o corpo de pilotos foi formado para a revista. Então eu já havia terminado os estudos. Fomos formados em fileira única e recebemos o comando: todos, cujo sobrenome começa com A e pelo alfabeto até a letra K, à direita, volver, para o alojamento marche! Todos, cujo sobrenome comeña com a letra L e assim até o fim do alfabeto - à esquerda, volver, em busca do fardamento, marche! Seguir para a infantaria à Stalingrado! Imaginem, aviadores para a infantaria e para os acessos de Stalingrado! O meu sobrenome começa com a letra A, sou Afinoguénov.
Desta maneira eu tive sorte e parti pilotando para a Frente de Batalha. Aliás, até aquele momento eu tive apenas três horas e 40 minutos de prática de pilotagem em avião IL 2”.
Em Setembro de 1942 nas disposições do 1º Exército da Guarda esteve o reporter militar do jornal “Krásnaya Zvezdá” Konstantin Símonov. Pelo visto, prevendo-se um grande sucesso militar, ele foi enviado precisamente para lá. Mas, então não havia nada de alentador para comunicar ao jornal. Porém, havia com o que se impressionar.
“Depois, quando seguiamos do posto de observação de volta através do campo, no qual se concentrava e do qual passava para a ofensiva a nossa infantaria, vi ao redor o terrível espetáculo de infitas crateras feitas por explosões e pedaços de corpos humanos dispersos pela estepe", escreveria depois Konstantin Símonov. Não seria destas tristes localidades que havia surgido a alada expressão “máquina stalingradense de moer carne”?
Porque, então, os nossos militares “morderam a isca” da pseudo-estratégica operação “Kremlin”? Foi uma grande desinformação da epionagem alemã, cujo objetivo consistiu em convencer os dirigentes soviéticos de que o principal golpe dos alemães no Verão de 1942 seria desfechado novamente contra Moscou. O destacado historiador russo, acadêmico Samsónov considera, que os dirigentes soviéticos “fartos” de petróleo não eram capazes de compreender, que a Alemanha não poderia conduzir uma guerra prolongada (que passou a ser um fato após a derrota nos acessos de Moscou) com a carência de combustível que ela sentia. Samsónov cita os depoimentos de Paulus no processo de Núremberg: “Ao falar a 1º de Junho de 1942 na conferência do pessoal de comando do Grupo de Exércitos “Sul”, Hitler declarou, que se ele não obtiver o petróleo das jazidas soviéticas de Bacú e de Grózni, ele terá que acabar com esta guerra”.
Samsónov cita também outro fato: a 23 de Março os órgãos de segurança nacional comunicaram ao Quartel General, baseando-se nas informações recebidas do agente soviético Kim Filbi: “ O golpe principal será desferido no setor Sul com o intúito de abrir caminho através de Rostóv para Stalingrado e para o Norte do Cáucaso, e de lá em direção ao Már Cáspio. Por esta via os alemães esperam se apoderar do petróleo caucasiano”. Já pela inésima vez Stálin não atribúi o devido significado às informações exclusivamente precisas do serviço de reconhecimento.
É significativo, que depois de dois anos de guerra, em Março de 1944, o Exército Soviético chegou no decurso da ofensiva à fronteira nacional da URSS não em outro lugar, mas na Romênia, lá, onde à qualquer centena de quilômetros se encontrava o “ouro negro” do Reich, as explorações petrolíferas de Ploéchti. Depois disso, como opina uma série de historiadores, podia-se pôr audazmente o sinal da cruz no decurso da Segunda Guerra Mundial. E já dois meses depois foi aberta a tão longamente esperada Segunda Frente na Europa. Não seria este, por acaso, o momento que aguardavam os aliados; quando fôsse liquidada a fonte petrolífera da Wermacht, e jutamente com ela as suas principais forças de choque - os tanques e a aviação?

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