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Date Posted: 13:04:48 04/14/02 Sun
Author: samsara
Subject: tenham calma...
In reply to: =SDN= 's message, "Re: k puta é esta meu?" on 13:01:30 04/14/02 Sun

BEM FALTA AQUI UMA CENAS NO Q ELE DISSE: CA VAI COMPLETA

O Hip-hop É a Vida Deles
Por VÍTOR BELANCIANO

Em Portugal, existe a ideia de que os músicos pop nacionais se queixam. Das editoras, do mercado, da imprensa, do vazio de um circuito de salas de concerto, de faltas de apoio estatais, da inexistência de uma política concertada tendo em vista a exportação da música pop portuguesa. Algumas dessas críticas fazem sentido, mas normalmente elidem o essencial. TEXTO
Loop, Uma Editora Portuguesa, Concerteza
Oito Discos


Loop, Uma Editora Portuguesa, Concerteza
Domingo, 14 de Abril de 2002

Agora existe a música e uma editora especializa, a Loop Recordings. Existirá amplitude de mercado num meio como o português, onde o entendimento das "músicas negras" ainda é limitado? Rui Miguel Abreu, responsável pela editora, acha que sim. "Os melómanos percebem a relevância da música negra e acredito que alguns dos diversos nichos que constituem o mercado também lá chegarão. Por exemplo, o sucesso do Abrunhosa teve por base o funk. As condições existem e sinto que a chegada desta geração hip-hop vai criar uma revolução no mercado. Estão a ser criadas condições para acontecer algo de sério muito em breve". Muitos dos jovens produtores que agora dão os primeiros passos começaram pelo mercado paralelo das "mix-tapes" e das gravações caseiras em CD-R. Na loja KingSize, em Lisboa, algumas destas edições chegam a vender mil exemplares. "O primeiro disco dos Micro, só nessa loja, vendeu 700 cópias, o que é fantástico", diz Rui Miguel Abreu. "Agora o leque alargou-se e, em Braga, Coimbra, Porto e no Algarve também é possível comprar-se esses discos. O mercado está a ser criado, e isso não passa apenas pela edição de discos. Passa pela organização de festas e pela comunicação através das diversas redes ao nosso dispor. A ideia é que este mercado existia potencialmente, mas ainda não tinha sido explorado. Por outro lado, existe uma consciência colectiva de que se faz parte de algo maior. Não se está a fazer as coisas sozinho, existe sentimento de pertença", acrescenta o responsável da Loop


Oito Discos
Domingo, 14 de Abril de 2002

Micro

"Demo Style" (Loop Recordings)

De Carcavelos, os Micro são um dos grupos do género mais consistentes. Neste álbum, D-Mars, Sagas e DJ Assassino propõem um hip-hop entre o electro e o funky.

Fuse
"Informação Ao Núcleo" (Dealema)

Os Dealema são do Porto e Fuse um dos membros do colectivo. Neste álbum, a execução sónica é inventiva, rugosa e sombria. O álbum mais surpreendente de todos.

Bomberjack
"Bomba Relógio" (Edel)

DJ Bomberjack criou os suportes sonoros e um número infindável de MCs declamam por cima. Entre eles, Fuse, Family, Melo D, Johnny Def ou Xeg & Gino.

Nigga Poison
"Podia Ser 'Mi'" (Nigga Poison)

Neste álbum, o hip-hop aproxima-se de África. Através de apontamentos que interferem nas bases rítmicas e pela forma como Praga e Karlon declamam. Cabo Verde em versão hip-hop.

Chullage
"Rapresálias... Sangue Lágrimas Suor" (Edel)

As batidas são da responsabilidade de vários produtores e DJs como Sam The Kid, DJ Sas, DJ Cruzfader ou DJ Kronik. Na voz, nas rimas e na declamação está Chullage.

Kilu
"Um Outro Lado Da Versão" (KingSize)

Revelador da noção de colaboração que está presente em todos estes projectos. No centro das atenções está Kilu, mas à sua volta gravitam outras personagens. Hip-hop, r&b e soul.

Sam The Kid
"Sobre(tudo)" (Edel)

Depois de alguns lançamentos prévios em edições não-oficiais, o jovem produtor Sam The Kid mostra porque é uma das esperanças mais relevantes de toda a nova geração hip-hop.

Irmandade
"Irmandade" (Loop Recordings)

Uma equipa de "estrelas" à dimensão do hip-hop nacional, com D-Mars, Sagas, Fuse e Ridículo. Eles são, essencialmente, declamadores, mas a componente sónica não desmerece.

KA TA
Abraço

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