Porque é que esta maneira de insinuar intimidades cúmplices me faz lembrar aqueles artigos do Miguel Portas no DN, onde para exibir proximidades com o poder tratava por tu o Ferro Rodrigues e o Paulo Pedroso (na época ministros do Governo de Guterres), ou ainda aquele outro com o título “Vai tu” em que se percebia mais a familiaridade com o Director do Público do que a deselegância de o despachar para o Iraque?
E porque nesta sua estudada mansidão a perfídia do que se insinua mas que não se tem a coragem de apontar?
E porque aparece ontem, pouco antes deste post dos vícios e das virtudes, a Nota de Imprensa do Bloco postada por um bloquista convicto? É que antes, nunca vira por aqui nenhum documento do Bloco.
Porventura sinais de angústia perante eleições que se adivinham? Sinais de uma “campanha muito conflitiva” em preparação?
É que pese embora a displicência encenada com que o inefável Nuno Sá Lourenço procurava vender hoje no Público a preparação do bloco para as eleições: "Mas há dúvidas lá no seu estaminé?", respondia ontem o dirigente bloquista Francisco Louçã a um jornalista”, as coisas não devem estar nada fáceis...
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