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Date Posted: 04:53:12 06/08/04 Tue
Author: grupo 3 do inglês
Subject: tarefa10

Grupo 3 inglês: Cristina, Fernanda, Letícia, Hélio e Lucas
Tarefa 10


O texto de Bastos faz uma crítica às propostas de atividades de escritas nos livros didáticos. Ao considerar a habilidade de escrita algo difícil até para os falantes nativos da língua, a autora do texto destaca a complexibilidade da escrita. É, por assim dizer uma habilidade que utiliza de códigos específicos e é uma forma de comunicação. Assim, ao propor uma atividade de escrita, o professor deve ter em mente dois pontos: objetivo e leitor.
Outro ponto ressaltado pela autora é a necessidade de contextualização das atividades de escrita para que a atividade seja mais real e efetiva.
Os livros analisados pelo grupo apresentaram as seguintes observações:

Livro: MCHUGH, Madeline, File Intermidiate
Por ser muito estrutural, não possui atividades que tenham a escrita como fim.Por exemplo:
Juntamente com a lição que ensina como descrever pessoas o livro propõe uma atividade de fala que usa reprodução das estruturas da lição e a atividade final é: Write a description of one of the people who was not described to the police.
O elemento motivacional não está presente nesta atividade. O aluno usa a escrita apenas como mais uma forma de praticar as estruturas e vocabulário aprendidos na lição.
SUGESTÃO: Criar uma situação em que o aluno é testemunha de um assalto e deve escrever uma carta descrevendo o bandido fisicamente. O professor pode controlar essa atividade dando aos alunos fotos e depois as descrições serão trocadas entre os alunos da sala que terão que descobrir quem é o bandido escrito pelo seu colega.

Analisando o livro HUTCHINSON, Tom. Life Lines Intermediate, Oxford, Oxford, 1997, é possível perceber que as atividades de escrita são precedidas de uma certa contextualização. Normalmente há um texto, um tópico para discussão, ou um listening que introduz o assunto e cria um sentido para a atividade. Um exemplo de atividade: é dado um texto sobre como as pessoas se comportam atualmente no ônibus, nas ruas, no trabalho e após algumas atividades é pedido que os alunos escrevam um artigo sobre a vida moderna abordando trabalho, jovens,diversão, ou sociedade. O tópico deve ser escolhido em grupo, assim como a produção do texto escrito. Nota-se um ponto positivo levantado por Bastos, o qual consiste em uma abordagem colaborativa. O trabalho em grupo promove interação, favorece o uso da língua e acima de tudo permite um aprendizado mais rico e efetivo. Entretanto, falta na atividade discutir para quem o texto será escrito, onde será publicado e com qual finalidade. Em se tratando de escrita, isso é fundamental, conforme afirma BASTOS (p. 202) “não se escreve, na vida real, sem que haja um objetivo e um leitor definido?.” Como alternativa, poderia ser proposto a criação de um jornal estudantil em que tal assunto fosse abordado. A atividade que proponho consiste justamente em criar um jornal estudantil. Penso em um jornal voltado para estudantes a fim de que uma linguagem mais coloquial seja trabalhada. Assim, pode-se discutir primeiramente as diferenças entre a língua falada e a escrita, para depois tratar de textos menos formais, que é o caso do jornal. A sala é dividida em grupos e para cada lição do livro, de acordo com os temas tratados, o grupo deve produzir um texto para ser publicado no jornal.Periodicamente, é feita uma divulgação do material,De forma que os grupos tenham acesso aos trabalhos dos colegas e façam comentários e críticas. No final do curso o grupo deve montar um jornal com os textos produzidos, criar headlines e incluir imagens. Tal trabalho é importante por fazer os alunos entrar em contato com um tipo de gênero textual, trabalhando em grupo.
O livro é Communication and Fluency – Intermediate One.
Na unidade três o livro apresenta vários textos descrevendo lugares como Cozumel, Paris, Hong Kong e Tulum. Os textos descrevem estes lugares fazendo uso da Voz Passiva e dos Pronomes Relativos. Depois disso é pedido que o aluno escreva um texto sobre Fernão de Noronha usando um estilo semelhante, ou seja, praticando a voz passiva e os pronomes relativos. Ao meu ver esta tarefa seria mais proveitosa se o aluno produzisse um texto falando de algum lugar ao qual ele já tenha ido ou que queira visitar. Ele então estaria escrevendo sobre algo real para ele e não apenas praticando estruturas da lingua.
Livro: Grad 1 – Dynamic Method
Há uma unidade do livro que apresenta uma “friendly letter”. Os alunos lêem dicas de como escrever tal tipo de carta e um modelo. A atividade proposta é que eles escrevam uma carta para um amigo.
Acredito que esta atividade seja muito “forçada”, já que o tal amigo não receberá a carta, algumas vezes o tal amigo nem tem conhecimento da língua inglesa. Minha sugestão é que os alunos façam uma “pen pal letter”, que realmente seja enviada para alunos do mesmo curso, porém de outra turma. Eles escreveriam uma primeira versão, que teria correção colaborativa (um aluno dando palpite na carta do outro) e a partir desta correção a carta seria enviada com a intenção de que houvesse uma interação real entre os alunos. Eles poderiam até continuar se comunicando durante o curso. Talvez desta forma a atividade fosse mais “real” para os alunos e não somente uma prática repetitiva


A maioria das atividades de escrita em livros didáticos não trabalham com a habilidade escrita em si. Seria enriquecedor se o professor pudesse usar temas das lições, adaptando-as para que trabalhem não só estrutura, mas também conteúdo, organização, vocabulário, uso da língua e pontuação.

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