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Date Posted: 18:54:47 04/23/04 Fri
Author: AlexandreDavid
Subject: Task#4 Grupo 2 Inglês


Grupo 2 Inglês Alexandre, Adriana, Fabrício e Ricardo.


Capítulo 1: Conceitos

. O professor traz para o ensino disposições pessoais e valores desejáveis da sua própria abordagem. Assim, o conjunto de forças das tradições de ensinar integram-se de alguma forma com as contribuições pessoais do professor.
· Língua estrangeira pode significar língua dos outros ou de
outros, ou língua de antepassados, de estranhos, de bárbaros, de
dominadores ou língua exótica.
· A aprendizagem formal, escolar, de LE , precisa se dar em
duas modalidades: uma que busca o aprender consciente, monitorado, e
outra que almeja a aquisição subconsciente.
· Alunos recorrem às maneiras de aprender típicas da sua
região, etnia, classe social e até do grupo familiar.
· Está superada a visão do professor como emissor e do aluno
como receptor numa relação opressiva de cima para baixo.
· Aprender uma LE abrange configurações específicas de
afetividade com relação a essa língua alvo, aos materiais, à
profissão e a cultura alvo.

Capítulo 2: Conceitos

· O que faz um professor ensinar como ensina é basicamente a
sua abordagem que varia entre os pólos do explícito/conhecido e do
implícito/desconhecido por ele.
· Uma abordagem eclética de ensino favorece ações teoricamente
conflitivas, embora an prática tudo possa parecer acomodado.
· A abordagem do professor não pode ser reconhecida como a
única força atuando an construção do processo ensino-aprendizagem.
· O objetivo maior e subjacente de todos os atos de ensinar do
professor é propiciar desenvolvimento nos alunos de competência na L-
alvo.
. Todo professor de LE (e ou outras disciplinas, com os devidos ajustes) constrói um ensino (um processo de ensinar) com pelo menos quatro dimensões, uma não redutível à outra, todas influenciadas simultaneamente por uma dada abordagem.

Capítulo 3: Conceitos
. O autor apresenta um prototípico de 4 fases necessárias à fruição da aula de LE num cenário onde o artifício é construtivo e noutro onde a sala de aula é lugar autêntico de aprender (ensinar) conteúdos e procedimentos:

1) Clima e confiança - O clima se refere metaforicamente à construção do ambiente distintivo em que vai se dar mais uma aula de língua estrangeira. A confiança visa reduzir uma eventual impermeabilidade do filtro afetivo, que se obtém geralmente pela ansiedade alta, pela percepção de irrelevância no plano pessoal, timidez, cansaço, motivação insuficiente, falta de identificação cultural com a língua em estudo.
2) Apresentação - resume na familiarização do aluno com amostras de uso da linguagem e pontos de conteúdo lingüístico.
3) Ensino e Uso - a culminância do esforço preparatório, iniciador, desobstruidor e impulsionador das fases precedentes.
4) Pano - é o fechamento do período de trabalho com o re-conhecimento dos conteúdos enfocados e um sumário daqueles que eram ou se tornaram objetivos específicos para a aula.

Capitulo 4: Conceitos
- . Métodos: são as distintas e reconhecíveis práticas de ensino de língua com seus respectivos correlatos, a saber, os planejamentos das unidades, os materiais de ensino produzidos e as formas de avaliação do rendimento dos aprendizes. São formas estabilizadas de práticas de ensinar línguas com uma base comunicativa (abordagem).
- Os métodos comunicativos têm em comum: o foco no sentido, no significado e na interação propositada entre sujeitos na língua estrangeira. O ensino comunicativo é aquele que organiza as experiências de aprender em termos de atividades relevantes/tarefas de real interesse e/ou necessidade do aluno para que ele se capacite a usar a língua-alvo para realizar ações de verdade na interação com os outros falantes-usuários dessa língua.

- Um método comunicativo pode certamente incluir os traços da oralidade e carga informativa, mas não esgota nem de longe o seu potencial. E quando o objetivo é criar condições favoráveis para a aquisição de um desempenho real numa nova língua, a questão dos procedimentos metodológicos para fazer experienciar essa língua torna-se ainda mais necessário compreender (e não só saber fazer) esse potencial metodológico comunicativo.


Capitulo 5: Conceitos
. Ser comunicativo significa preocupar-se mais com o próprio aluno enquanto sujeito e agente no processo de formação através da L.E. Isso implica menos ênfase no ensinar e mais força para aquilo que abre ao aluno a possibilidade de se reconhecer nas praticas do que faz sentido para a sua vida do que faz diferença para o seu futuro como pessoa.
. Práticas compatíveis com a postura comunicativa de aprender e ensinar LE na escola:
· (1) a significação e relevância das mensagens contidas nos textos, diálogos e exercícios para a pratica de língua que o aluno reconhece como experiência válida de formação e crescimento intelectual.
. (2) a utilização de uma nomenclatura comunicativa nova para descrever conteúdos e procedimentos que inclui tópicos, funções comunicativas e cenários
. (3) a tolerância esclarecida sobre o papel de apoio da língua materna na aprendizagem de outra língua, incluindo os "erros" que agora se reconhecem mais como sinais de crescimento da capacidade de uso da língua.
. (4) a aceitação de exercícios mecânicos de substituição que embasam o uso comunicativo extensivo da língua, ensaiado através da pratica simultânea em pares para a aquisição inconsciente.
. (5) o oferecimento de condições para a aprendizagem consciente de regularidades lingüísticas, especialmente quando solicitadas pelo aluno.
. (6) a apresentação de temas e conflitos do universo do aluno na forma de problematização e ação dialógica.
. (7) a devida atenção a variáveis afetivas tais como ansiedade, inibições, empatia com as culturas dos povos que usam a língua-alvo e com os diferentes estilos de aprender.
. (8) a avaliação de rendimento e proficiência de funções comunicativas e elementos do discurso dentro de eventos de fala/escrita que o aluno controle na forma de descrição de desempenho comunicativo do que se pode fazer ao invés de meras notas numéricas.

Capitulo 6: Conceitos

. O ensino comunicativo de LE é aquele que organiza as experiências de aprender em termos de atividades/tarefas de real interesse e/ou necessidade do aluno para que ele se capacite a usar a L-alvo para realizar ações de verdade na interação com outros falantes-usuários dessa língua ou o ensino comunicativo é aquele que não toma as formas da língua descritas nas gramaticais como o modelo suficiente para organizar as experiências de aprender outra L mas sim aquele que toma unidades de ação feitas com linguagem como organizatórias das amostras autenticas de língua-alvo que se vão oferecer ao aluno-aprendiz.

- Movimentos comunicativos:

1976 - Wilkins - conteúdos de programas chamados nocional-funcionais por combinarem conceitos gramaticais e funções comunicativas.
1978 - Widdowson - argumentos na confusão profunda existente entre ensinar forma gramatical e uso. Enfatiza a importância do conceito de competência comunicativa no movimento de renovação metodológica
1982 - Johnson - propõe critérios básicos para uma metodologia de base comunicativa. As técnicas de ensino e pratica em sala de aula tem de passar por algumas provas para serem admitidas como comunicativas: ser praticáveis/exeqüíveis, ter um hiato de informação a ser preenchido, ser relevante enquanto tarefa, transferir informação de um meio para o outro, ser do tipo quebra-cabeças.
1980 - Carroll - descrição dos participantes, tarefas necessárias, grau de habilidade desejada etc.
1986 - Almeida Filho - teorizações e críticas duras contra o movimento comunicativo funcional.

Capitulo 7: Conceitos

. A transdiciplinaridade (uso de outras áreas do conhecimento) oferece um interessante suporte de temas universais inserido aos métodos de ensino.
. o professor poderia garantir que os alunos não fossem meros mostruários de vocabulário e estruturas formais
. um texto dessa natureza poderia projetar a atenção dos alunos para alem dos limites da sala de aula.
. esses textos representariam uso autêntico da língua estrangeira.
. o assunto tratado em tais textos seria não só comunicativamente relevante mas também lingüisticamente apropriado.
. permitiriam o uso de recursos não-lingüísticos tais como demonstrações de experimentos simples, mapas, quadros numéricos e diagramas.
. o conhecimento e o desempenho da língua se beneficiariam do fato de serem percebidos nos textos como parte integral do uso comunicativo propositado

Capitulo 8: Conceitos

- . Quatro traços distintos característicos das formalizações teóricas sobre avaliação comunicativa:
. avaliação de desempenho através do uso da língua alvo
. procedimentos mais holísticos do que formas quantitativas de avaliação de pontos isolados
. são tipos de avaliações que confrontam o aprendiz com situações e tarefas autenticas, que exigem um comando coordenado de capacidades comunicativas
. é avaliação expressa em conceitos que indicam competências e desempenho em tarefas especificas ao invés de números que indicam apenas grosseiramente.

Neste aspecto da avaliação é interessante o professor se possibilitar a poder diferenciar os diferentes tipos de Avaliação e as vantagens de cada tipo.



Glossário:


· Desestrangeirizar: aprender uma língua para e na comunicação
sem se restringir apenas ao domínio de suas formas e do seu
funcionamento enquanto sistema.
· Abordagem: filosofia de trabalho, conjunto de pressupostos
explicitados, princípios estabilizados ou mesmo crenças intuitivas
quanto à natureza da linguagem humana, de uma língua estrangeira em
particular, de aprender e de ensinar línguas, da sala de aulas de
línguas e de papéis de aluno e de professor de uma outra língua.
. Abordagem de ensinar: conjunto de disposições de que o professor dispõe para orientar todas as ações da operação global de ensinar uma língua estrangeira.
. Abordagem de aprender: caracterizada pelas maneiras de estudar, de se preparar para o uso, e pelo uso real da língua-alvo que o aluno tem como ‘normais’.


· Competência implícita: constituída de intuições, crenças e
experiências.
· Habitus do professor: conjunto de disposições tidas e
confirmadas pelo professor ao longo do tempo e das experiências que
vivencia.
· Competência aplicada: aquela que capacita o professor a
ensinar de acordo com o que sabe conscientemente, permitindo a ele
explicar porquê ensinada maneira como ensina e porque obtém os
resultados que obtém.
· Competência profissional: aquela capaz de fazê-lo conhecer
seus deveres, potencial e importância social no exercício do
magistério na área de ensino de línguas.

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Replies:

[> Re: Task#4 Grupo 2 Inglês -- Vera, 07:52:42 04/26/04 Mon [1]

Alexandre, Adriana, Fabrício e Ricardo.

Além de demonstrar a leitura cuidadosa do livro, vocês apresentaram os pontos mais relevantes de forma bem organizada. Gostei também de vocês terem selecionado para o glossário termos que geralmente não são encontrados em outros textos.

Vera


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