VoyForums
[ Show ]
Support VoyForums
[ Shrink ]
VoyForums Announcement: Programming and providing support for this service has been a labor of love since 1997. We are one of the few services online who values our users' privacy, and have never sold your information. We have even fought hard to defend your privacy in legal cases; however, we've done it with almost no financial support -- paying out of pocket to continue providing the service. Due to the issues imposed on us by advertisers, we also stopped hosting most ads on the forums many years ago. We hope you appreciate our efforts.

Show your support by donating any amount. (Note: We are still technically a for-profit company, so your contribution is not tax-deductible.) PayPal Acct: Feedback:

Donate to VoyForums (PayPal):

Login ] [ Contact Forum Admin ] [ Main index ] [ Post a new message ] [ Search | Check update time | Archives: 123[4] ]


[ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ]

Date Posted: 13:51:12 04/23/04 Fri
Author: Grupo 03 Português
Subject: Tarefa 04

GRUPO 03 – PORTUGUÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA

RAFAELA OLIVEIRA, SILMARA MORAIS, RUI NICOLAU e LILLIAN MOURA.

TAREFA 04 – PONTOS RELEVANTES EM CADA CAPÍTULO E GLOSSÁRIO.

CAPÍTULO 1: Ensinar e aprender uma língua estrangeira na escola.

Neste capítulo o autor nos mostra quais são os principais fatores intervenientes no processo de ensinar e aprender outra línguas, no ambiente da sala de aula e em suas extensões (fora de sala de aula): a abordagem de ensinar do professor, a abordagem de aprender do aluno, o filtro afetivo do professor, o filtro afetivo do aluno e a abordagem do material de ensino. Segundo o autor, esses seriam os elementos fundamentais para o processo ensino-aprendizagem e que deveriam ser mais discutidos em articulação uns com os outros.

CAPÍTULO 2: A operação global de ensino de línguas.

O autor propõe quatro dimensões distintas no processo de ensinar línguas: o planejamento das unidades de um curso; a produção de materiais de ensino; o método (experiências); a avaliação de rendimento dos alunos. Ele afirma que a abordagem do professor ainda tem de se relacionar com outras forças potenciais: a abordagem de aprender do aluno, a abordagem de ensino subjacente ao material e os valores desejados por outros no contexto escolar.

CAPÍTULO 3: A aula comunicativa de língua estrangeira na escola.

Este capítulo trata sobre a aula comunicativa no processo de aprender e ensinar línguas. O autor afirma que, em um cenário real de aprendizagem, muitos problemas podem ocorrer além dos relacionados ao ensino propriamente dito que perturbam a fruição dos esforços de ensino por parte do professor , e que, além das dificuldades no âmbito do aluno, há outras adversidades que
podem estar presentes na aula que não o seu preparo e a sua condução pelo professor. O autor também esboça as quatro possíveis fases de uma aula: clima e confiança, apresentação, ensaio e uso, pano. Segundo ele, essas quatro fases são necessárias para a fruição da aula de LE.

CAPÍTULO 4: Métodos comunicativos de ensino de línguas.

As distintas e reconhecíveis praticas de ensino de línguas com seus respectivos correlatos são convencionalmente chamados de métodos. Neste capítulo o autor trata sobre os métodos comunicativos no ensino de LE, afirmando que os métodos comunicativos têm em comum uma primeira característica: o foco no sentido, no significado e na interação propositada entre sujeitos na língua estrangeira, dizendo ainda que os métodos comunicativos não são de um único tipo.



CAPÍTULO 5: O que quer dizer ser comunicativo na sala de aula de LE.

O autor aponta o ensino da LE hoje, no Brasil, como fundamentado basicamente em livro didático, que tem a estrutura bastante rígida e nem sempre com um estilo agradável ao aluno, contando também com um professor recém-formado ou sobrecarregado em tarefas, além de avaliações voltadas para verificação da manipulação de formas apresentadas. Diante da identificação desses problemas, o autor aponta o professor como um agente importante para a reestruturação do ensino da LE no Brasil, esperando-se dele que passe mais a palavra aos alunos, projete roteiros e mapas do que tem a ser aprendido, e busque ser mais comunicativo, ou seja, preocupe-se mais com o próprio aluno como agente e sujeito na formação através da LE.

CAPÍTULO 6: Alguns significados de ensino comunicativo.

Nesse capítulo, o autor busca apontar pontos relevantes no que é ser comunicativo enquanto professor de LE, apresentando um pouco de história do ensino da LE no Brasil (até 1931 o ensino era voltado para regras de gramática, leitura, análise e tradução; após 1931 o ensino se volta para a expectativa da expressão oral e escrita; nos anos 60 e 70 o ensino conta com o ouvir, repetir, substituir e ler; nos anos 80 o ensino começa a contar com livros didáticos importados sobre a base funcional-comunicativa). O autor identifica também o “não ser comunicativo” como a construção do ensino em torno de regras gramaticais. Aponta que para ser comunicativo precisa-se conhecer: a crítica ao ensino baseado na gramática, bases teóricas para ensinar comunicativamente, e por fim, os processos internos da aprendizagem através da leitura do resultado de pesquisas sobre o assunto.

Capitulo 7: a fusão da gramática com a coerência comunicativa.

Identifica-se no ensino da LEM das escolas de 1o. e 2o. graus a ausência de diretrizes estáveis e seguras. O autor aponta a diferença entre aprender a regra e a aprender o uso da língua e também a ocorrência da frustração de muitos alunos ao tentar aplicar seu conhecimento de regras na comunicação. Segundo o autor, hoje, muitos professores de LE buscam criar condições da aprendizagem ocorrer através do uso comunicativo da linguagem. O autor aponta como importante para o ensino da LE a sua integração dela com outras disciplinas; o despertar do interesse do aluno por aplicar o seu conhecimento fora da sala de aula; o uso de materiais adequados de acordo com faixa etária e nível de conhecimento do aluno em relação à LE e o uso de recursos não lingüísticos tais como mapas e diagramas.

CAPÍTULO 8: Como avalia um professor que começa a ensinar LE num contexto comunicativo.

Além das questões profissionais, a avaliação do rendimento do esforço do aprendiz da nova língua é apontada, pelo autor, como importante. As avaliações comunicativas apresentam como principais características teóricas: a capacidade dos instrumentos produzirem ação concreta (o que o aprendiz já pode fazer); a autenticidade e verossimilhança do contexto lingüístico e situacional para o desempenho do aluno; as tarefas e recortes comunicativos devem permitir certa imprevisibilidade na produção em tempo real; mais qualidade que quantidade com relação à avaliação; precedência da plausibilidade das amostras de desempenho para com a confiabilidade possuída. A discussão dos resultados constata que os velhos formatos de testes gramaticais e os testes objetivos não estavam em uso pelos professores, assim como o uso de testes formais de desempenho comunicativo, ou seja, a avaliação já tinha como objetivo mostrar o desempenho dos alunos com relação à capacidade funcional comunicativa (uso) e não com relação gramatical. A grande maioria dos professores (3/4 deles) considerou a avaliação num programa comunicativo de ensino como importante e merecedora de investimento. Os procedimentos de avaliação comunicativa apontados foram as rúbricas: observacional contínuo, comunicativo oral, comunicativo escrito, comunicativo escrito combinado com gramática, auto-avaliação e auto-avaliação combinada co avaliação do professor.

GLOSSÁRIO:

-ABORDAGEM: conjunto de disposições, conhecimentos, crenças, pressupostos e eventualmente princípios sobre o quegem humana, LE, e o que é aprender e ensinar uma língua-alvo: pode ser também uma filosofia, um enfoque, uma aproximação, um tratamento, uma lida.

-COMPETÊNCIA: são aquisições, aprendizados construídos. (No que diz respeito ao ensino L.E., a competência constrói-se com a prática de uma língua, na qual se multiplicam as situações de interação em uma conjugação feliz, portanto aleatória, da repetição e da variação, graças a um engajamento pessoal em seguidos intercâmbios e uma forte desejo de fazer-se entender). É
saber para que serve o conhecimento, quando e como aplicá-lo.

COMUNICAÇÃO: forma de interação social propositada onde se dão demonstrações de apresentação pessoal combinadas ou não com casos de (re)construção de conhecimento e troca de informações.

GRAMÁTICA: conjunto de regras , classificadas em três tipos:
-NORMATIVA: conjunto de regras que devem ser seguidas;
-DESCRITIVA: conjunto de regras que são seguidas;
-INTERNALIZADA: conjunto de regras que o falante da língua domina.

LÍNGUA: sistema linguístico compartilhado por todos os falantes da língua em questão; Código.

LÍNGUA ESTRANGEIRA: conceito complexo. Pode significar língua dos outros ou de outros, ou língua de antepassados, de estranhos,de bárbaros, de dominadores, ou língua exótica.

LINGUAGEM: qualquer sistema de signos simbólicos empregados na intercomunicação social; É uma forma de ação interindividual orientada por uma finalidade específica, um processo de interlocução que se realiza nas práticas sociais existentes nos diferentes grupos de uma sociedade, nos distintos momentos de sua história.

OPERAÇÃO GLOBAL: no ensino de L.E. compreende o planejamento de cursos e unidades, a produção ou seleção criteriosa de materiais, a escolha e construção de procedimentos para experenciar a língua-alvo, e as maneiras de avaliar o desempenho dos participantes.


Sugestão de glossário online: http://bogglesworld.com/glossary.htm



REFERÊNCIAS BIBLIOGÁFICAS:

ALMEIDA FILHO,J.C.P. Dimensões comunicativas no ensino de línguas. Campinas; Pontes, l993.

BECHARA, Evanildo. Moderna Gramática Portuguesa. 37 ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 2001.

MELO, Guiomar N. de. Afinal, o que é competência? Revista Nova Escola, mar. 2003.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa, Brasília, Secretaria de Educação Fundamental, 3ed., 2001.

PERRENOUD,Philippe. Construir as competências desde a escola. TRad.Bruno Charles Magne.Porto Alegre:Artes Médicas Sul,l999.

POSSENTI, Sírio. Por que (não) ensinar gramática na escola? Campinas: ABL: Mercado das Letras, 1997.

SAUSSURE, Ferdinand. Curso de Linguística Geral. São Paulo.Cultrix,s.d.

[ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ]


Replies:

[> Re: Tarefa 04 -- Vera, 05:53:31 04/26/04 Mon [1]

Vocês demonstraram ter lido o texto e conseuido destacar alguns bons pontos, apesar de coisas relvantes não terem sido mencionadas. O glossário está muito bom também. ASerá que a definição de língua que vocês colocaram no glossário é o mesmo conceito usado por Almeida Filho?

Abraço,

Vera


[ Edit | View ]



[ Contact Forum Admin ]


Forum timezone: GMT-8
VF Version: 3.00b, ConfDB:
Before posting please read our privacy policy.
VoyForums(tm) is a Free Service from Voyager Info-Systems.
Copyright © 1998-2019 Voyager Info-Systems. All Rights Reserved.