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Date Posted: 15:45:32 05/28/04 Fri
Author: José Euríalo
Subject: Tarefa 9 - Grupo 3 - Inglês (Deborah, Sandra e José)
TAREFA 9
Grupo 3 – Inglês (Deborah, Sandra e José Euríalo)
HABILIDADES ORAIS E LIVROS DIDÁTICOS DE INGLÊS: UMA ANÁLISE
INTRODUÇÃO
Entendemos que o processo de ensino-aprendizagem de uma língua estrangeira, para ser efetivo, deve envolver participação ativa dos aprendizes em atividades que implicam exercícios orais, principalmente porque a linguagem humana implica socialização de conhecimento, informação, realização de comunicação.
Neste texto, tecemos algumas considerações sobre atividades de escuta e fala no ensino de língua estrangeira, baseadas em nosso conhecimento prévio sobre esse assunto e em textos de VALÉRIO (s.d.) e LUCAS (s.d.), apresentamos críticas a três unidades didáticas de três livros de Inglês e sugerimos duas atividades a serem acrescentadas a essas unidades, a título de complementação.
FRASES FEITAS E EFEITOS
É comum e tem efeitos positivos em salas de aula para ensino de Inglês como língua estrangeira, no Brasil e em vários outros países, o uso de cartazes afixados em salas de aula com frases feitas na língua-alvo, de uso freqüente de alunos quando de suas interações em classe, principalmente no início desses cursos. De uso comum e freqüente, também, em situações de interação professor-aluno e aluno-aluno, são algumas frases comuns, quase padronizadas, trocadas por esses interlocutores. Arrolamos, a seguir, algumas dessas frases úteis que os colegas poderão vir a usar como recurso para incentivar e incrementar o uso da língua de estudo no ambiente escolar.
" Could you speak slowly, please!"
"Could you lend me your eraser?"
"Could you repeat it, please?”
"Do you mind if I seat here?"
"Excuse me!"
"Good morning/afternoon/evening/night!"(We can put here some pictures or we can draw something to illustrate it.)
"How are you? / How do you do?"
"How do you spell it?"
"How should I pronounce the word 'Y'?"
"Is it a grammatical rule?"
"May I drink some water?"
"May I go to the WC?"
"Please!"
"Sorry! But I did not understand what you said"
"What about the meaning of this slang?"
"What does the word 'X' mean?"
“Excuse me!”
“Speak aloud, please!”
“Speak slowly, please!”
“Be silent, please.”
“Get in groups of X”
“Get in pairs, please!”
“Keep your books closed.”
“Let's go to the (library).”
“Look at me!”
“Open your books on page Y.”
"Pardon!"
“Pay attention (to me)!”
"Thanks!"
We can also write the names of the days of week: Sunday, Monday...
“What is the meaning of Z?”
Essas frases, bem utilizadas, podem potencializar o uso do idioma-alvo na sala de aula, contribuindo para a desinibição dos envolvidos e para a fixação de modelos, pelo que encerram de conteúdo lexical, sintático, semântico e comunicativo.
Como a aula de Inglês para estrangeiros envolve, quase sempre, o uso de materiais didáticos impressos, analisamos, sucintamente, a seguir, as atividades de compreensão de leitura e oralidade de três livros didáticos.
BREVES ANÁLISES DE ATIVIDADES ORAIS PRESENTES EM TRÊS LIVROS DIDÁTICOS
Analisamos, abaixo, sucintamente, as atividades didáticas relativas à oralidade presentes em três diferentes livros didáticos, apresentando, em seguida, proposta de uma atividade didática complementar para a unidade analisada.
Livro 1 - PRESCHER, Elisabeth et alii. “Inglês: Graded English” (volume único). São Paulo: Moderna, 2000.
Considerando os textos que nos foram propostos para essa tarefa, consideramos muito precárias as atividades orais presentes nesse livro. Disponível em volume único, direcionado a alunos do nível médio, ele não possui atividade de “listening” e as partes que são dedicadas a “speaking”, segundo os próprios autores, são focadas na apresentação de questões para discussão, em Português, dos temas tratados.
Posto isso, podemos afirmar, com segurança, que esse livro foge aos ideais da Abordagem Comunicativa, uma vez que nós, professores, sabemos que é preciso usar a língua-alvo “ em um contexto significativo para que o aprendiz possa incorporá-la; ou seja, temos que oferecer oportunidades para nossos alunos empregarem a língua para se comunicarem”(Valério, s.d., p.3). Infelizmente, esse livro está muito aquém das propostas comunicativas que estamos estudando. Além disso, apesar de conter textos com informações culturais, sociais e curiosidades sobre animais e alguns personagens da nossa História (como uma breve bibliografia de Einstein, por exemplo), pode-se dizer que ele não dá aos aprendizes a opção de desenvolverem as habilidades de compreensão oral na LE, uma vez que não requer do aluno o que foi ressaltado por Valério e Lucas, isto é, a formulação de frases que descrevam suas experiências pessoais, bem como a simulação situações reais pelas quais o aluno possa passar.
Com relação à proposta de uma atividade relativa à oralidade que poderia ser acrecentada à unidade aqui apreciada, propomos a seguinte tarefa:
Tipo de atividade:Conversação
Organização: Pares
Objetivo: Prática de situação comunicativa do cotidiano: uma conversa por telefone.
Procedimento:
1-Mostre aos alunos um diálogo por telefone, em áudio ou vídeo, e peça que eles observem como o diálogo acontece;
2-Solicite aos alunos que se sentem um de costas para o outro;
3-Peça a eles que imaginem a seguinte situação: um deles emprestou um livro para o outro há quase 6 meses; constrangido, resolve ligar para cobrar o livro do outro colega que, por sua vez, não sabe o que fez com esse livro. O aluno A será o que vai solicitar o livro e o B será aquele que vai tentar explicar ao amigo que não sabe onde ele guardou o item tomado de empréstimo.
4-Ao terminar, faça com que os alunos alternem os papéis.
Livro 2 - SOARS, John and Liz. “American Headway”. New York: Oxford University Press, 2001.
Nesse livro, as habilidades orais são trabalhadas de forma contextualizada e integrada, pois os alunos têm, primeiramente, uma oportunidade de receber “input” a ser processado e, depois, emitir seu “output”; assim, todas as habilidades (de leitura, escrita, escuta e fala) são desenvolvidas.
Quanto às atividades de “speaking”, os aprendizes realmente podem produzir língua, e não somente reproduzi-la, porque são levados a falar de si mesmos e de assuntos de seu interesse, bem como acerca de sua realidade. Dessa maneira, abordando também os atos de fala, o livro possibilita apresentar situações de uso autêntico da língua em contextos diversos. Observamos, porém, que o livro não trata de todas as estratégias conversacionais descritas por VALÉRIO (s.d.), mas pensamos que cabe ao professor conscientizar os alunos sobre a importância do emprego de tais estratégias para tomar o turno e sinalizar que estão ouvindo com atenção, por exemplo.
No que diz respeito a ,”listening”, o livro em questão tem, também, uma boa abordagem, com lições que permitem trabalhar a habilidade para se obter informações gerais e específicas em várias atividades sugeridas, incluindo material autêntico. Um aspecto, porém, que o livro não aborda, e que consideramos muito importante, é a da redução/omissão de sílabas/palavras, muito comum no discurso oral. Pensamos que os alunos, em níveis iniciais de aprendizagem, têm que ser conscientizados sobre como esses processos ocorrem e como eles contribuem para a comunicação efetiva ou a comprometem.
Livro 3 - RICHARDS, C. et alii. “New Interchange – English for international communication”. Student Book 2A. Cambridge (UK): Cambridge University Press, 1999. (Unit 8 –“Let’s celebrate!”)
A unidade 8 (“Let’s celebrate!”) do livro “New Interchange –English for international communication”, de autoria de Jack Richards, Jonathan Hull e Susan Proctor, traz exercícios de “listening comprehension” bem contextualizados, de acordo com o título da unidade de ensino, considerando eventuais conhecimentos prévios dos alunos e seu contexto cultural, merecendo, portando, ser consideradas comunicativas ou “significativas”.
Nessa unidade do livro há um item intitulado “Conversation” (para escuta e prática de pronúncia/conversação); um de “grammar focus” (para escuta, apresentação e leitura de “relative clauses of time”); um de “listening” (para que os alunos tomem nota de itens compreendidos, de acordo com um roteiro de perguntas, para posterior acréscimo de informações sobre o carnaval brasileiro e para prática de conversação e escuta); outro tópico de conversação (para escuta e prática de pronúncia em “role play” e, em seguida, para escrita e compreensão) e, ainda, um outro item para ensino e prática de pronúncia, intitulado “Pronunciation – stress and rhythm”. Até mesmo a atividade de escrita proposta (“Writing”) prevê produção textual e sua posterior leitura, em duplas, com questões a serem feitas, pelos alunos, aos seus autores. Há, ainda, um item intitulado “Once a year”, que prevê que os alunos, após responderem breves questões sobre uma festa popular típica qualquer, brasileira, façam uma pequena apresentação para a sala, na língua-alvo.
Pelo que expusemos acima, percebe-se, que as atividades aí propostas buscam promover um ambiente de aprendizagem efetiva, com motivação, envolvimento e participação ativa dos alunos, que são convidados a reproduzir, sim, mas, também, a produzir textos orais, a partir de seus conhecimentos prévios, suas experiências, suas leituras e visões de mundo. Ademais, os gêneros textuais escolhidos pelos autores (conversas informais, discurso individual sobre um tema e redação escolar) são variados e de domínio dos alunos, apresentando algum desafio, especialmente ao promover experiências “ao vivo”, “em que o aluno deve compreender uma exposição dirigida a ele mesmo por outras pessoas (cf. LUCAS, s.d., p.110), oportunizando-lhes participação ativa em “listening comprehension” activity.
A ordem de apresentação dessas atividades de “listening comprehension” (com áudio) segue a recomendação de VALÉRIO (s.d., p.8), de precederem a produção oral dos alunos, mas, como não há vídeo nesse material instrucional, a integração de expressão verbal e não-verbal fica a cargo do professor e dos alunos, especialmente nas atividades de “role play”. Percebe-se, também, nos textos orais disponibilizados, o uso de marcadores conversacionais, elementos fáticos, hesitações, etc. (conforme preconiza VALÉRIO, s.d., p.11-12).
Outro aspecto positivo da unidade é o ouso do que LUCAS (s.d., p.111), com base em BROWN e YULE (1991, 6.ed.), denomina “suporte externo”, pois há muitas gravuras junto aos textos ou aos enunciados de textos orais, bem como algumas transcrições dos textos orais sem qualquer maquiagem, apresentando sinais de pausa, hesitação, etc.
Quanto a uma atividade que acrescentaríamos a essa unidade didática, citaremos uma que um de nós, efetivamente, utilizou, há anos, em sala de aula de curso livre de Inglês, para essa mesma lição 8. Ela é apresentada, aqui, praticamente como fora registrada em um plano de aula.
"(...)
Having fun / Getting culture (a 30 minute activity)
Ask the students to talk freely about a famous blind North-American composer, pianist and singer and his most famous pop songs.
Using a cassette tape, ask them to listen to the song “I just called to say I love you”, by Steve Wonder, just for pleasure. Then, after giving them a handout with its lyrics, ask them to talk about the message of the song and to try to understand the whole structure the song has. Listen to their ideas, without censures. After doing it, inform that such a lyrics mentions all the months of the year and some USA festivals or celebrations related to them and ask them to guess and/or find out all of them. Take advantage of their previous and lesson-based knowledge in order to explain what they could find out there. After listening to them, explicit eventual months, seasons or festival they could not identify, add some information on the USA culture and tradition, and ask the students to talk about eventual Brazilian similar cultural manifestations and some universal feelings the song and its lyrics evoke in our western society.
In order to end the lesson, ask the students to listen to the song again, enjoying it, and, then, to sing the song aloud, with the singer.
Song: “I just called to say I love you” (by Steve Wonder)
“No New Year’s Day to celebrate
No chocolate covered candy hearts to give away
No first of spring
No song to sing
In fact here’s just another ordinary day
No April rain
No flowers bloom
No wedding Saturday within the month of June
But what it is, is something true
Made up of these three words that I must say to you
I just called to say I love you
I just called to say how much I care
I just called to say I love you
And I mean it from the bottom of my heart
No summer’s high
No warm July
No harvest moon to light one tender August night
No autumn breeze
No falling leaves
No even time for birds to fly to southern skies
No Libra sun
No Halloween
No giving thanks to all the Christmas joy you bring
But what it is, though old so new
To fill your heart like no three words could ever do
I just called to say I love you
I just called to say how much I care
I just called to say I love you
And I mean it from the bottom of my heart, of my heart,
Of my heart
I just called to say I love you
I just called to say how much I care
I just called to say I love you
And I mean it from the bottom of my heart, of my heart,
Baby of my heart…”
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Pelo que expusemos acima, e considerando as observações apresentadas por VALÉRIO (s.d.) e LUCAS (s.d.), percebemos que, ainda hoje, mesmo com os avanços dos estudos lingüísticos e as constantes demandas que se apresentam às escolas, aos professores e alunos de Inglês, há, no mercado, livros cuja abordagem negligencia a importância do ensino de habilidades orais e, naturalmente, escolas e profissionais que aceitam essa absurda opção, com prejuízo para o sistema educacional.
Essa negligência, consubstanciada em livros didáticos e, muitas vezes, atestada em posicionamento docente de comodidade no exercício profissional, tem implicado sérias limitações para o egresso de cursos de línguas no Brasil e se constituído em fator de redução da motivação para a aprendizagem de língua até mesmo para o professor, cujas habilidades orais, freqüentemente, estão aquém daquele nível requerido para seu pleno desempenho profissional ou para a interação com outros profissionais no Brasil ou no exterior, em situações autênticas de uso da língua-alvo.
Acreditamos, pois, que cabe ao professor de língua estrangeira esforçar-se para corrigir essas falhas estruturais e conjunturais próprias do ensino de línguas estrangeiras, vencer o receio que ensinar habilidades orais muitas vezes implica, conforme assinala LUCAS (s.d.) e, efetivamente, atuar corretiva e produtivamente junto aos seus alunos, para prover-lhes atividades que, no futuro, hão de contribuir para que tenham, ambos (professor e aluno) um diferencial competitivo no mercado, seja pela potencial motivador e de produtividade lingüística que esse tipo de atividade implica, seja pela função de treinamento para o próprio docente que ele proporciona, considerado o ambiente monolíngüe em que atua no Brasil.
BIBLIOGRAFIA
LUCAS, Rosana. "Quem tem medo de 'listening comprehension'?". s.ed., s.d. (Bibliografia disponibilizada incompleta).
PRESCHER, Elisabeth et alii. “Inglês: Graded English” (volume único). São Paulo: Moderna, 2000.
RICHARDS, C. et alii. “New Interchange – English for international communication”. Student Book 2A. Cambridge (UK): Cambridge University Press, 1999. (Unit 8 – “Let’s celebrate!”).
SOARS, John and Liz. “American Headway”. New York: Oxford University Press, 2001.
VALÉRIO, Kátia Modesto. "Ensinando a falar inglês: sugestões para o ensino médio. s.l.: s.ed., s.d. (Bibliografia disponibilizada incompleta).
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Re: Tarefa 9 - Grupo 3 - Inglês (Deborah, Sandra e José) -- Fernando Maia Tepedino, 17:02:45 05/31/04 Mon [1]
Grupo 3,
Parabéns pelo trabalho do grupo. Vocês conseguiram produzir um texto agradável de ler e que contempla todas as tarefas solicitadas pela Vera. Não é nada fácil fazer uma mesclagem de várias análises de livros diferentes e produzir uma síntese baseada nos textos indicados. Também achei as atividades sugeridas muito interessantes.
Fernando.
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Re: Tarefa 9 - Grupo 3 - Inglês (Deborah, Sandra e José) -- José Euríalo, 11:53:34 06/02/04 Wed [1]
Fernando:
Muito obrigado pela apreciação crítica de nosso texto!
Fazendo uma auto-crítica, anteontem, percebemos alguns lapsos... "Publicaremos" um texto complementar (pequeno, eu lhe asseguro) sobre esse assunto. A atividade proposta por uma colega de grupo, enviada com atraso (devido a problemas com seu provedor de Internet) ficou uma beleza.
Sinta-se à vontade para, eventualmente, rever seu elogio, após ler as sugestões de itens para análise dos textos apresentada pela Profª Vera Menezes, publicado no dia 31 p.p. sob o título/assunto "feedback". Gosto do estilo dela, direto, exigente, pedagógica e didaticamente eficaz.
Mais uma vez, obrigado!
José Euríalo.
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Re: Tarefa 9 - Grupo 3 - Inglês (Deborah, Sandra e José) -- José Euríalo, 05:38:12 06/04/04 Fri [1]
Profª Vera e colegas:
Publicamos, abaixo, atividade proposta por Sandra Cristina (até agora inédita no "Fórum"), que elegemos a melhor do nosso grupo. Ela segue com atraso porque, em função de problemas dessa colega com seu provedor de Internet, ela participou de toda a elaboração da tarefa, mas enviou sua proposta de atividade após a postagem da tarefa, no sábado passado.
Atividade proposta:
"Activity
Level: Beginners +
Objective: Increase students’ awareness of reduced forms, so common in oral language.
Pre-activity: Work with the students on reduced forms such as those suggested in the table below.
Greetings
Howarya – How are you?
Howdy – How do you do?
Seeya
S’long
Combined / shortened words
C’mon
G’won
’bout
’nother
’cause
Modals + have
Coulda
Mighta
Shoulda
Modals + to
Goin’ta – going to
Gonna – going to
Gotta – got to
Hafta – have to
Otta – ought to
Wanna – want to
Words + of
kinda
sorta
a lotta
in fruna
ouda
Negative modals
Duzn
Havn
Question Forms
Howza – How is the
How d’ya – How do you
How’d ja – How did you
How’ja – How would you
Whatduzzee – What does he
Whatser – What is her
Wouldja – Would you
Wuzzinee – Wasn’t he
Hazzit – Has it
Kenya – Can you
Can-cha – Can’t you
Activity:
Students would be given cards with some sentences which would have one of the forms in focus. Then, the teacher reads sentences in which these forms are present, while the students underline the correspondent sentence in their cards each time they hear an utterance. Variation: instead of reading the sentences, the teacher may also choose a song or part of a movie or TV program to play in class.
Post-activity:
Check students’ understanding and work on their weaknesses."
Penitenciando-nos pelo atraso e agradecendo sua atenção,
Grupo 3 - Inglês.
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