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Date Posted: 16:31:53 05/14/04 Fri
Author: Fernando Maia Tepedino
Subject: Tarefa 7 - Grupo 2 - Inglês
Tarefa 7 - Grupo 2 - Inglês
Membros do grupo:
Fernando Tepedino;
Juliana Coelho;
Heleno;
Patrícia Rosa.
O ensino do vocabulário nos livros didáticos
Introdução:
Em todas as suas atividades, o ser humano está sempre fazendo algum juízo de valor. Isto não é diferente em relação ao aprendizado de um língua. Julgamos a escola, o método adotado, o professor, o ambiente físico, os colegas e também o livro didático adotado. Entretanto, este julgamento geralmente é feito de uma maneira bastante inconsciente, subjetiva e não estruturada. Simplesmente nós gostamos ou não de determinado livro, mas não sabemos muito bem explicar porque. As tarefas de análise de livros didáticos foram muito interessantes pois nos deram a oportunidade de fazermos uma reflexão baseada em teorias, de uma maneira mais objetiva e estruturada, em relação a dois dos mais importantes aspectos do ensino de uma língua: a gramática e o vocabulário. Seria importante que as escolas, com a participação de todos os professores, fizessem esse tipo de análise antes de escolherem os livros didáticos a serem adotados em seus cursos.
Acreditamos que a maneira como o livro didático trata o ensino do vocabulário seja muito importante para os alunos que estejam começando a aprender uma nova língua. Como este aprendiz tem ainda pouco conhecimento de vocabulário, ele terá que adquirir um volume considerável de novas palavras, tanto no seu vocabulário receptivo quanto produtivo para que possa começar a se comunicar. Nesta fase o professor deve ter cuidado para não sobrecarregar seus alunos com um volume de vocabulário maior que a capacidade de assimilação de cada um.
À medida que o aprendiz vai atingindo níveis mais avançados, ele vai conseguindo maior autonomia para buscar aprender o vocabulário que melhor atenda às suas necessidades. Os livros destinados a estes alunos devem apresentar textos autênticos e interessantes para que possam motivá-los a enriquecer o seu vocabulário e a recordar e praticar aquilo que já conhecem.
Infelizmente, poucos são os livros que orientam os alunos na adquisição e utilização de um bom dicionário. Na nossa opinião, os professores deveriam suprir esta carência e passar dicas e orientações a este respeito. Um aluno que possuí um bom dicionário e sabe utilizá-lo em todas as suas potencialidades (palavras, expressões, colocações, pronúncia, exemplos, palavras derivadas (sufixos, prefixos), etc.) tem muito mais oportunidade de desenvolver o seu conhecimento da língua de maneira independente.
Hoje em dia, está sendo resgatada a antiga idéia do aprendizado seletivo, organizado e sistemático do vocabulário. Para isto, deverão ser elaboradas listas de "chunks" (palavras, colocações, expressões fixas ou semifixas) que deverão ser aprendidas para que o aluno possa ter domínio de uma língua. Um número relativamente pequeno seria suficiente para uma grande atender a uma grande porcentagem do que é escrito e falado diariamente.
Nenhum método de ensino poderá ser considerado como ideal ou como totalmente inadequado para todas as pessoas e situações de ensino. Os aprendizes conseguem adquirir um bom vocabulário e domínio das estruturas gramaticais mesmo quando são adotados métodos de ensino considerados, hoje em dia, como totalmente ultrapassados. A abordagem comunicativa procura evitar os problemas que alguns alunos apresentavam ao tentar aplicar os conhecimentos adquiridos (descontextualizados e em frases pouco prováveis de ocorrer na vida real) em situações reais de comunicação.
O ensino do vocabulário sempre ocupou um lugar relevante na história do ensino de línguas. Wilkins argumenta que os itens de vocabulário contém muito mais informação do que aquelas que podem estar contidas nos elementos gramaticais. Ele também afirma que aprender vocabulário é aprender como as palavras se relacionam com a realidade e como elas se relacionam umas com as outras.
Na abordagem comunicativa, o lema é apresentar e usar linguagem autêntica, passando a língua-alvo a ser não apenas objeto de estudo, mas também o meio de comunicação. A gramática e vocabulário que os alunos aprendem dever derivar da função, do contexto situacional e dos papéis dos interlocutores.
Quanto mais o ensino da língua é orientado para atender às necessidades dos aprendizes, maior a possibilidade das situações usadas no ensino produzirem vocabulário "útil", sem que seja necessária uma elaboração prévia de um inventário de itens lexicais a serem ensinados. O tipo do curso e os interesses dos alunos devem influenciar na seleção do vocabulário a ser ensinado.
A passagem do vocabulário Receptivo (passivo, aquele que a gente compreende) para o vocabulário Produtivo (ativo, aquele que a gente usa) é um processo gradual que ocorre mediante a leitura ou a compreensão oral, demandando sempre um certo período de tempo.
Embora os alunos acreditem que o vocabulário seja um dos fatores que lhes trazem mais problemas durante suas interações, a maioria não se dedica ao estudo regular de vocabulário. Cada um deve desenvolver suas próprias estratégias de memorização e tentar utilizar conhecimentos lingüísticos já adquiridos para tentar contornar situações em que não possua o vocabulário adequado para a comunicação (ex: inferir significado, tentar formar palavras com a utilização de sufixos e prefixos, paráfrases, gestos, generalizações, etc.). Os professores dever orientar os seus alunos em relação às inúmeras possibilidades de estratégias de aprendizado, sem, no entanto, impor-lhes as suas prediletas.
Conclusão
A maioria dos livros que adotam a abordagem comunicativa privilegia o ensino do vocabulário (considerado como essencial para a comunicação), em detrimento da gramática. Há uma clara tentativa de se ensiná-lo de uma maneira organizada, sistemática e contextualizada, através da utilização de textos autênticos e que possam interessar e motivar os alunos. Pudemos notar que, em alguns livros analisados, é dada uma boa ênfase para os fatores culturais, de estilo e de registro. Mesmo o livro estando centrado na comunicação, geralmente encontramos exercícios que destacam e permitem um melhor aprendizado de pontos específicos e mais complexos da língua, tais como colocações, phrasal verbs, expressões idiomáticas, palavras de ligação, provérbios, formação de palavras (sufixos e prefixos).
Apesar da maioria dos livros baseados na abordagem comunicativa serem considerados como bons em relação ao ensino de vocabulário, acreditamos que, pelas próprias limitações de um livro didático (tem que ter um volume de textos, atividades e gramática compatíveis com a duração de um semestre letivo) esta não seja a melhor maneira de um aluno de nível mais avançado aprender vocabulário. Como a turma é geralmente muito heterogênea (idade, cultura, conhecimento, profissão, interesse, motivação, etc.), os livros procuram apresentar temas bastante variados, nem sempre conseguindo agradar a todos (ex: capítulo dedicado ao vocabulário jurídico é muito chato para quem não é advogado ou estudante de direito).
Acredito que a melhor maneira do aprendiz enriquecer o seu vocabulário (mesmo na língua materna) seja através de leitura de revistas e livros de romance (principalmente). O interessante é que este aprendizado ocorre inconscientemente e, caso os alunos tenham a liberdade de escolher a sua leitura, de maneira bastante agradável..
Todos nós temos a nossa estratégia própria de aprender. Devemos descobrir aquela que melhor se adeqüe a cada situação. Alguns defendem que devemos evitar a procura de todas as palavras desconhecidas no dicionário e que devemos tentar desenvolver a nossa capacidade de inferir o significado pelo contexto. Outros já acham que a checagem das palavras no dicionário seria mais produtivo para o enriquecimento do vocabulário. Em geral, precisamos de procurar muito mais palavras no dicionário quando ainda estamos no início do que nas páginas finais, o que prova que, a cada livro lido, adquirimos um volume muito grande de novos conhecimentos em relação ao vocabulário.
Análises de livros didáticos:
Fernando: Objective CAE - Felicity O'Dell e Annie Broadhead
O livro se divide em tópicos, onde são apresentados temas relacionados com estilo e comunicação, tais como: cartas formais e informais, entrevistas, conversas por telefone, relatórios, artigos de revistas e jornais, textos acadêmicos, etc.
Esta organização é interessante, pois o vocabulário visto em cada tópico está inserido dentro de um contexto. São ressaltadas características e particularidades culturais de cada país, que influenciam na maneira como devemos nos comunicar com falantes destes países (formalidade, intimidade, impessoalidade, formas de tratamento, atitudes consideradas aceitáveis/ não aceitáveis, costumes, hábitos, etc.).
O livro apresenta textos autênticos relacionados com o tópico principal e, trabalha de maneira específica com alguns pontos de vocabulário, tais como colocações, expressões idiomáticas, phrasal verbs, etc.
Como se destina a estudantes com um nível um razoavelmente avançado (pelo menos 6 anos de estudos), ele certamente será utilizado por alunos com experiências bastante diversas (alguns se dedicaram mais à leitura de livros e revistas, outros podem já Ter morado durante algum tempo em países de língua inglesa, outros têm maior aptidão e interesse em aprender e reter vocabulário). Não há muito como prever quais as estruturas lexicais que serão novas para cada um dos alunos. Como o livro é adotado por alunos do mundo inteiro, há também grandes diferenças entre o aprendizes de cada país (ex: palavras de origem latina são muito fáceis para falantes do português, mas são muito difíceis para estudantes orientais).
Entretanto, o autor procura destacar, em cada capítulo, itens específicos do vocabulário que pretende trabalhar de maneira mais detalhada.
Ex: Vocabulary Spot: It is important to know which words collocate (which words commonly go together) and a good dictionary will tell you this.
Exemplos de exercícios para o aprendizado/prática de colocações:
Complete com verbos que combinem com o restante da frase:
TO MAKE a decision
TO REACH a decision
To COME to a decision
To RELIEVE pain
To KILL pain
To SUFFER pain
To SEAT an exam
To PASS an exam
To TAKE an exam
To FAIL an exam
Complete com 1 substantivo
I hurt my FOOT
It's at the FOOT of the page
I'll have to FOOT the bill
Este exercício é interessante, uma vez que facilita a memorização das colocações, através das associações que poderemos fazer.
Como o livro se destina especificamente à preparação para o certificado CAE da Universidade de Cambridge, é dado muita importância ao estilo e registro utilizados (uma vez que isto é bastante cobrado no exame). Ex: O livro apresenta vários exemplos de cartas, recados, mensagens, anúncios, etc. e pede para que os alunos as analisem quanto ao vocabulário, registro, estilo, etc. São apresentados vários exercícios para que os alunos possam praticar tais como: escrever uma carta formal se candidatando a ofertas de emprego publicadas em jornais; escrever uma carta se desculpando com um amigo por não Ter comparecido a uma festa de aniversário, etc. Este tipo de atividade é interessante, pois permite que o aluno enriqueça o seu vocabulário (receptivo e produtivo) de uma maneira comunicativa, dentro de um contexto que ele realmente poderá vir a utilizar na realidade.
O livro também trabalha muito com o conhecimento lingüístico, permitindo assim que o aluno possa inferir o significado de uma palavra ou "criar" novas palavras com base em regras da língua-alvo (para este caso, é bom que o aluno tenha um bom dicionário para que possa verificar se estas palavras existem de fato). O livro apresenta os sufixos, prefixos, radicais, etc. e explica o seu significado geral. São apresentados vários exercícios para que os alunos possam praticar a inferência do significado e a "criação" de novas palavras.
O livro também se preocupa em "ensinar" os alunos a aprender vocabulário. Ele apresenta um texto autêntico, onde são discutidas várias técnicas para o aprendizado e a memorização de vocabulário. Este texto é interessante, pois ele trabalha com o vocabulário como meio (vocabulário do próprio texto) e como fim (no significado contido no texto). A princípio eu achei que era brincadeira (achei as técnicas tão absurdas e complexas que o aprendiz teria que utilizar alguma técnica de memorização para memorizar as próprias técnicas), mas, lendo a teoria para esta atividade, pude verificar que algumas delas realmente vêm sendo ensinadas e utilizadas com sucesso.
O livro também procura apresentar textos onde são discutidas teorias lingüísticas (como no parágrafo anterior, meio e fim): Ex: Recent work in sociolinguistics has raised once again a long-standing question: can linguistic change be observed while it is actually occurring? In modern linguistics, the answer to that question has usually been a resounding negative. Following the example o two of the founders of the modern discipline, de Saussure (1959) and Bloomfield (1933), most linguistics have maintened that change itself cannot be observed; all that you can possibly hope to observe are the consequences of change.
Como a velocidade dos avanços tecnológicos está sendo cada dia mais espantosa, o mercado de livros didáticos está exigindo muito mais agilidade, tanto dos autores quanto das editoras. À medida que surgem novas tecnologias, muitos novos nomes, definições, palavras vão também sendo criados. Para que o livro possa ser atrativo (principalmente para os jovens), ele precisa tratar de temas atuais. Neste ponto, o livro analisado se mostrou bastante atualizado. No capítulo que se propõe a discutir tecnologias de comunicação a distância, são apresentadas tecnologias bastante modernas, tais como: mobile, videophone, WAP phone, mobile phone connected to the Internet, etc.
Patrícia: Skyline 1, Student´s Book - Simon Brewster / Paul Davies / Mickey Rogers Macmillan
Após ler os textos sobre o ensino de vocabulário, conclui que o livro que analisei não trata o ensino de vocabulário de maneira isolada, como muitos livros mais antigos tratavam. Nestes últimos, geralmente no final de uma unidade ou capítulo do livro era apresentado um vocabulário das palavras utilizadas no mesmo.
De acordo com as teorias apresentadas nos textos, de que para se aprender vocabulário, é necessário não somente conhecer a palavra, mas seu relacionamento umas com as outras dentro de um contexto geral, observei que o livro Skyline apresenta já no seu início, um índice dos conteúdos - "Contents", que serão apresentados em cada unidade do mesmo.
E em cada unidade, temos os tópicos a serem trabalhados com relação ao ensino de gramática, pronúncia e vocabulário.
Exemplo:
Tópicos de vocabulário a serem trabalhados na unidade 1:
* Number 1-20
* Classroom language
* Ocupations / Study class
Tópicos de vocabulário a serem trabalhados na unidade 3:
* Numbers 20 +
* Nature and Ecoturism
Mesclado com as demais atividades propostas em cada unidade, o vocabulário é apresentado de forma gradativa, ou seja, em cada unidade ele vai avançando de acordo com o contato que o aprendiz vai adquirindo com a língua. Podemos dizer que este ponto seja o mais relevante para que o aprendiz expanda seu vocabulário.
Para concluir minha analise deste livro, gostaria de citar um trecho de um texto muito interessante que encontrei na internet. Este texto
é de Ricardo Shutz e data de 29/03/2004:
"... o vocabulário não deve ser colocado como a grande prioridade durante a fase inicial do aprendizado. Vocabulário tende a ser mais facilmente assimilado à medida em que o aprendiz familiariza-se com a estrutura gramatical da língua e mais corretamente assimilado à medida em que se familiariza-se com a pronúncia da lingua. Além disso, o ensino de vocabulário não deve ser predeterminado e dirigido, mas sim deve seguir um desenvolvimento naturalmente direcionado aos interesses do aprendiz e que progride na medida em que há contato com a língua em situações reais de comunicação.
Heleno: American Blueprint 1 -Brian Abbs & Ingrid Freebairn, Longman
Escolhi este livro por ter sido o primeiro que utilizei quando iniciei minhas aulas de conversação, há aproximadamente 5 anos. Quanto ao método, posso perceber que o livro utiliza o Método Direto, apresentando listas de palavras relacionadas a um mesmo assunto (casa, escritório, alimentação, atividades etc.). O livro apresenta noções de gramática em cada capítulo, mas pode-se perceber que seu propósito está também relacionado a proporcionar aos alunos uma aquisição de vocabulário.
Procurei relacionar, a seguir, alguns pontos positivos e negativos que identifiquei no livro.
Pontos positivos:
- Boa utilização de recursos visuais, possibilitando associações de vocábulos às figuras;
- O recurso de gradações pode ser percebido, mesmo que em pequena escala;
- Os agrupamentos de novas palavras são razoavelmente bons;
- Contextualização dos itens lexicais através de fotos, cartas, desenhos, textos etc.;
- O livro equilibra o ensino de vocabulário e a introdução às noções básicas/intermediárias de gramática, procurando, até certo ponto, proporcionar uma aquisição mais natural de vocabulário.
Pontos negativos:
- O livro faz pouco uso de mapas conceituais;
- Não há apresentação de colocações;
- Praticamente não há combinação de palavras com seus significados;
- Para um aluno iniciante, o número de palavras novas pode ser grande para um único capítulo;
- O livro trabalha pouco a questão da inferição de significados.
De acordo com o nosso objetivo aqui, esta avaliação foi feita com base exclusivamente no conteúdo do material, não se levando em consideração a utilização do livro pelo professor. Entendo que este livro possibilita as mais variadas utilizações em sala de aula, dependendo do estilo e competência de cada professor.
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Re: Tarefa 7 - Grupo 2 - Inglês -- Vera, 07:02:34 05/15/04 Sat [1]
Vocês conseguiram produzir um texto muito bom. Acho que ficaria perfeito se vocês fizessem uma conclusão, dizendo o que há de comum e o que há de diferente nos livros analisados
Vera
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Re: Tarefa 7 - Grupo 2 - Inglês - Complementação -- Fernando Maia Tepedino, 06:11:12 05/16/04 Sun [1]
Os livros analisados pelos componentes do grupo vão desde livros para iniciantes (Patrícia), onde é estudado o vocabulário básico (números, ocupações, etc.) até livros preparatórios para exames avançados e de proficiência (Fernando).
No livro mais avançado, são trabalhadas estruturas mais complexas, tais como colocações, phrasal verbs, estilo e registros, através de textos autênticos (artigos de jornais e revistas, anúncios, propagandas, etc.) enquanto que nos livros básicos o vocabulário apresentado está relacionado com determinados assunto (ocupações, natureza e ecoturismo, casa, escritório, alimentação, etc.).
Em todos os livros analisados, o foco principal está no ensino do vocabulário, ficando o estudo da gramática em segundo plano. Todos citaram que o vocabulário é trabalhado de maneira contextualizada e gradativa.
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Re: Tarefa 7 - Grupo 2 - Inglês - Complementação -- Vera, 10:59:24 05/18/04 Tue [1]
Obrigada pela complementação.
Vera
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Re: Tarefa 7 - Grupo 2 - Inglês -- Cláudia Rodrigues, 12:30:10 05/15/04 Sat [1]
Oi, turma,
O trabalho ficou realmente bom. Destaco a seguinte passagem, com a concordo: Quanto mais o ensino da língua é orientado para atender às necessidades dos aprendizes, maior a possibilidade das situações usadas no ensino produzirem vocabulário "útil", sem que seja necessária uma elaboração prévia de um inventário de itens lexicais a serem ensinados. O tipo do curso e os interesses dos alunos devem influenciar na seleção do vocabulário a ser ensinado.
Toda e qualquer aprendizagem tem muito mais chances de sucesso quando parte da realidade vivenciada pelo aluno, ou seja, quando é entendida como um processo, e não uma meta.
Cláudia.
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Re: Tarefa 7 - Grupo 2 - Inglês -- Heleno, 13:36:50 05/16/04 Sun [1]
Obrigado pelo feedback, Cláudia.
Abraços,
Heleno.
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Re: Tarefa 7 - Grupo 2 - Inglês -- Carlos Júnior Borges, 06:50:40 05/18/04 Tue [1]
Caros colegas, parabéns pela riqueza de trabalho. Gostei, apesar de serem sínteticos, dos pontos expostos por Heleno que procurou fazer uma crítica do livro que analisou observando suas qualidades e defeitos, pois creio eu que não há material que seja o "ideal" ou "perfeito" para o aprendizado de qualquer tema, há aqueles que se adaptam melhor a um objetivo que outro.
Abraços,
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