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Date Posted: 14:03:06 04/23/04 Fri
Author: Heleno José de Oliveira Campos
Subject: Tarefa 4 - Grupo 2 - Inglês
============================================
Tarefa 4 - Resumo do Livro
Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas
============================================
Grupo 2 - Inglês
Alunos: Fernando Maia, Heleno José, Juliana Coelho,
Patrícia Rosa, Robson.
APRESENTAÇÃO
O livro toma uma perspectiva crítica produtiva de
ensino comunicativo como seu elemento catalizador para
caracterizar as múltiplas variantes de ensino
contemporâneo de línguas no Brasil e exterior e
avança, ao longo dos capítulos, na sua caracterização,
suas manifestações, esteio teórico e potencial de
ensino e pesquisa para a nossa época.
A sociedade brasileira reconhece o valor educacional
formativo na experiência de aprender outras línguas na
escola. Entretanto, as decisões e atos dos nossos
governantes, em relação a esta questão, têm sido
insatisfatórios. Infelizmente, o aumento quantitativo
da oferta de educação básica tem sido acompanhado por
uma queda considerável da qualidade; fato que pode ser
particularmente observado no ensino de línguas.
Novos programas de pós-graduação em Lingüística
Aplicada, com área de concentração no
ensino-aprendizagem de línguas, têm contribuído para a
formação de novos docentes e pesquisadores com
conhecimentos relevantes para o desenvolvimento do
ensino de línguas.
CAPÍTULO I : ENSINAR E APRENDER UMA LÍNGUA ESTRANGEIRA
NA ESCOLA
Os valores e interesses do grupo social e/ou étnico
que mantém a escola, definem quais línguas e por
quanto tempo serão ensinadas em cada nível.
As tradições da instituição de ensino, integradas com
as disposições pessoais do professor, em concorrência
com a abordagem do livro didático adotado, acabam por
compor a abordagem de ensino adotada em determinada
ocasião.
A língua estrangeira vai se "desestrangeirizando" à
medida que a vamos aprendendo PARA e NA comunicação,
sem nos restringirmos apenas ao domínio de suas formas
e do seu funcionamento, mas nos envolvendo em
situações reais de construção de significados na
interação com outros falantes dessa língua.
Para aprender, os alunos recorrem subconscientemente
às maneiras de aprender típicas da sua região, etnia,
classe social, particularizando-as através do seu
filtro afetivo (atitudes, motivações, bloqueios, grau
de identificação com a cultura-alvo, capacidade de
risco e níveis de ansiedade).
O ensino de uma língua compreende o planejamento do
curso, a produção ou seleção criteriosa de materiais,
a escolha e construção de procedimentos para
experienciar a língua-alvo e as maneiras de avaliar o
desempenho dos participantes. A abordagem é uma
filosofia de trabalho e deve orientar as decisões e
ações do professor.
Já está superada a visão do professor como emissor e
do aluno como receptor. Estes passam agora a assumir
papéis de interlocutores, numa relação interativa de
comunicação de fato.
A abordagem contemporânea de ensinar línguas toma o
sentido ou a significação como requisito central e os
compreende como função de uma relação.
CAPÍTULO II: OPERAÇÃO GLOBAL DE ENSINO DE LINGUAS
Aqui, o autor aborda as atividades do processo de
ensino de LE tais como o planejamento, a preparação de
material, a avaliação dos alunos, dentre outras, e
mostra que estas atividades estão integradas de
maneira ordenada e que o ensino de uma LE é
"construído" com pelo menos quatro dimensões onde
alterações em uma delas irão provocar efeitos nas
demais. O conceito de abordagem é também entendido
como relação professor-aluno de modo geral e o
resultado da abordagem é a construção do "aprender" e
do "ensinar" de uma nova língua.
O objetivo final é propiciar o desenvolvimento nos
alunos da competência comunicativa na LE.
A abordagem básica de ensino do professor irá orientar
as suas decisões e ações, na construção do seu ensino.
Esta abordagem equivale a um conjunto de disposições,
conhecimentos, crenças, pressupostos e princípios,
abrangendo também as concepções de homem, de sala de
aula e dos papéis representados pelo professor e pelo
aluno. Esta abordagem pode ser explícita/conhecida ou
implícita/desconhecida pelo professor. É desejável a
crescente explicitação, pelos professores, da sua
abordagem de ensinar.
Para que ocorram mudanças de fato na abordagem, são
necessários o aprofundamento da base teórica que
explica a prática e uma reflexão mais elaborada, o que
poderá levar a uma ruptura.
Hierarquias:
Anthony (1963): 1-Abordagem, 2-Método e 3-Técnica
Richards e Rodgers (1982): 1-Método/metodologia ,
2-Abordagem, 2-Planejamento e 2-Procedimento (todos os
"2" no mesmo nível hierárquico).
Além da abordagem do professor, também influenciam no
processo de ensino-aprendizagem os filtros afetivos
(professor e alunos), a abordagem de aprender do
aluno, a abordagem do material didático, a
instituição, os outros professores líderes, etc..
O objetivo maior do ensino é propiciar o
desenvolvimento nos alunos da competência comunicativa
na L-alvo. Entretanto, é muito comum que este resulte
apenas em uma competência formal lingüúistica (sabe as
regras, mas não possui competência comunicativa com
outros falantes da L-alvo).
É importante se fazer a análise da abordagem. Esta
pode ser feita pelo próprio professor ou por outros.
Ela permite a abertura de caminhos para a superação do
professor, bem como fornece material para a pesquisa
aplicada na área de aprendizado e ensino de línguas.
CAPÍTULO III: A AULA COMUNICATIVA DE LÍNGUA
ESTRANGEIRA NA ESCOLA
Neste capítulo o autor discuti não só o que implica
essa experiência global de uma aula de/em LE na escola
mas, principalmente, quais das suas partes ou
conformações e movimentos se justificam a partir do
conhecimento presentemente disponível no Brasil sobre
o processo complexo de aprender e ensinar línguas.
A aula é a porção mais impactante no trabalho de
ensinar e aprender uma LE. Apesar de poder ser, em
termos quantitativos, como se fosse a ponta de um
iceberg submerso, este contato pessoal entre professor
e aluno é vital.
Num cenário real, podem ocorrer problemas que
perturbem a fruição do processo de
ensino-aprendizagem. Os alunos poderão estar
indiferentes ao desafio de aprender ou poderão ter
expectativas baixas ou distorcidas (ex.: esperar
alcançar proficiência em pouco tempo).
No Brasil (principalmente em locais mais afastados dos
grandes centros urbanos) é comum encontrarmos alunos
que nunca tiveram qualquer contato com outras línguas
ou com o seu aprendizado. Isto exige uma atenção
especial do professor, quanto ao planejamento,
materiais adotados e sua conduta de aula. É também
comum encontrarmos professores com formação muito
precária ou com uma carga de trabalho acima da
apropriada, o que os obriga a se prenderem rigidamente
a todos os passos programados pelo livro didático. Na
grande maioria das vezes, esta situação leva a aulas
monótonos e desmotivadoras para os alunos.
A aula de língua estrangeira não deve se restringir ao
aprendizado do código lingüístico. Ela deve ser uma
chance dos alunos (e também dos professores)
adquirirem conhecimentos sobre a cultura dos países
que falam a língua estudada.
CAPÍTULO IV: MÉTODOS COMUNICATIVOS DE ENSINO DE
LINGUAS
Nas décadas de 60 e 70, houve um grande crescimento no
ensino de línguas no Brasil. Nos anos 90, cresce o
interesse por descrever e interpretar como se ensina e
aprende nas salas de aula.
Métodos são as distintas e reconhecíveis práticas de
ensino de línguas, servindo como base para pesquisas
teóricas e para a formação de professores. Entretanto,
para se estudar o ensino, é necessário que se busque
um nível mais abstrato e abrangente: o nível da
abordagem de ensino.
Os métodos comunicativos (baseados na abordagem
comunicativa) têm o foco no sentido, no significado e
na interação propositada entre sujeitos da língua
estrangeira, capacitando o aluno a usar a língua-alvo
para realizar ações de verdade na interação com outros
falantes-usuários dessa língua. Embora possam ser
explicitadas algumas regras gramaticais, esse ensino
não toma as formas da língua descritas nas gramáticas
como modelo suficiente para o aprendizado.
A maioria dos professores apresenta dificuldades em
aplicar a abordagem comunicativa, principalmente
quando ainda não conseguiu metabolizar a sua
filosofia.
CAPÍTULO V: O QUE QUER DIZER SER COMUNICATIVO NA SALA
DE AULA DE LINGUA ESTRANGEIRA
De acordo com o autor, ser comunicativo na sala de
aula de LE significa preocupar-se mais com o próprio
aluno enquanto sujeito e agente no processo de
formação através da LE. Isso significa menos ênfase
no ensinar e mais força para aquilo que abre ao aluno
a possibilidade de se reconhecer nas práticas do que
faz sentido para a sua vida, do que faz diferença para
o seu futuro como pessoa.
Práticas compatíveis com a postura comunicativa de
aprender e ensinar LE:
1) A tolerância esclarecida sobre o papel de apoio da
língua materna na aprendizagem de outra língua;
2) a representação de temas e conflitos do universo do
aluno;
3) a devida atenção às variáveis afetivas, tais como
ansiedade, inibições, empatia com a cultura dos povos
que falam a língua-alvo
4) a avaliação do aluno em função do seu desempenho
comunicativo, ao invés de meras notas numéricas;
5) o professor deverá passar a palavra freqüentemente
aos alunos, permitindo-lhes perguntar, opinar,
questionar, argumentar.
A postura comunicativa não se obtém com a mágica de se
autoproclamar comunicativo, nem tampouco através da
utilização de materiais didáticos ditos comunicativos.
CAPÍTULO VI: ALGUNS SIFNIFICADOS DE ENSINO
COMUNICATIVO DE LINGUAS
Ser comunicativo no ensino de LE é ter postura
profissional coerente com um conjunto de pressupostos
comunicativos.
Primeiramente, adotou-se no Brasil o método Direto de
ensino de LE, passando-se, nos anos 60 e 70, ao
audiolingual. Nestes métodos são exercitadas formas
gramaticais em pequenas porções situalizadas, para,
eventualmente, um dia possibilitar alguma forma de uso
autônomo pelo aluno. Nos anos 80, apareceram no Brasil
livros didáticos com uma base funcional comunicativa.
Apesar da maioria dos professores de LE se
considerarem comunicativos, observações feitas em
aulas contatam que, geralmente, isto não é verdade.
Muitos professores ainda não operaram mudanças
profundas em suas convicções sobre o que é aprender ou
ensinar de forma comunicativa. Para que isto possa
ocorrer, o professor deve conhecer bem as suas bases
teóricas e a crítica que já se fez ao ensino de base
gramaticalista.
Movimento Comunicativos:
1976 - Wilkins - conteúdos de programas chamados
nocional-funcionais por combinarem conceitos
gramaticais e funções comunicativas. Livro Notional
Syllabuses.
1978 - Widdowson - argumentos na confusão profunda
existente entre ensinar forma gramatical e uso.
Enfatiza a importância do conceito de competência
comunicativa no movimento de renovação metodológica.
1982 - Johnson - propõe critérios básicos para uma
metodologia de base comunicativa. As técnicas de
ensino e pratica em sala de aula tem de passar por
algumas provas para serem admitidas como
comunicativas: ser praticáveis/exeqüíveis, ter um
hiato de informação a ser preenchido, ser relevante
enquanto tarefa, transferir informação de um meio para
o outro, ser do tipo quebra-cabeças.
1980 - Carroll - descrição dos participantes, tarefas
necessárias, grau de habilidade desejada etc.
1986 - Almeida Filho - teorizações e críticas contra o
movimento comunicativo funcional.
CAPÍTULO VII : A FUSÃO DA GRAMATICA COM A COERÊNCIA
COMUNICATIVA
A idéia básica é tirar o foco da gramática e buscar
nas outras disciplinas fontes potenciais de conteúdos
e metodologias para suplementar a aprendizagem da
língua estrangeira. Ganha-se, com isso, o interesse
do aluno, já que eles podem participar mais ativamente
e trabalhar com textos autênticos de assuntos de suas
preferências. Os alunos deixam de ser simples
receptores de vocabulário e estruturas formais.
Quanto à escolha de um texto de conteúdo real, os
seguintes requisitos podem ter papel importante na sua
escolha: o apelo ao interesse do leitor, o potencial
de se explorar diagramas ou quadros de percepção
imediata e a relativa familiaridade do conteúdo por se
tratar de assunto estudado previamente em outra área
de conhecimento.
No ensino da LE, o professor pode utilizar textos de
outras disciplinas. Em um texto didático autêntico de
geografia, por exemplo, podemos encontrar as seguintes
vantagens:
1) o apelo ao interesse do leitor;
2) a possibilidade de haver diagramas ou quadros de
percepção imediatas;
3) a relativa familiaridade dos alunos com o conteúdo.
Este tipo de leitura se aproxima muito de uma leitura
na língua materna, onde o foco está no conteúdo, mas
onde há sempre um grande ganho (muitas vezes
inconsciente) de caráter lingüístico.
CAPÍTULO VIII: COMO AVALIA UM PROFESSOR QUE COMEÇA A
ENSINAR LINGUA ESTRANGEIRA NUM CONTEXTO COMUNICATIVO
Embora a questão de como avaliar o rendimento de quem
se esforça por aprender uma nova língua seja muito
importante, esta tem merecido poucas iniciativas de
pesquisas. Várias foram as tentativas intuitivas de se
desenvolverem procedimentos informais de avaliação
onde a abordagem de ensino é comunicativa.
Foi feita uma pesquisa com professores sobre a
avaliação segundo parâmetros comunicativos, onde
deveriam ser levantados os tipos e freqüência das
avaliações. Nesta, verificou-se que o corpo docente
das escolas onde se adota um currículo comunicativo
funcional, coerentemente também são adotados
procedimentos de avaliação onde se busca avaliar o
progresso dos alunos em termos de capacidade funcional
comunitativa (USO).
Principais características de avaliações
comunicativas:
1) Os instrumentos de avaliação devem ser capazes de
produzir ação comunicativa concreta;
2) O contexto lingüístico e situacional para o
desempenho dos alunos deve ser comunicativamente
autêntico ou verossímil;
3) As tarefas comunicativas devem permitir alguma
imprevisibilidade;
4) A avaliação de ser mais qualitativa do que
numérica.
Principais Procedimentos de avaliação comunicativa:
1) Observação contínua;
2) Comunicativo oral;
3) Comunicativo escrito;
4) Comunicativo escrito combinado com gramática;
5) Auto-avaliação;
6) Auto-avaliação combinado com avaliação feita pelo
professor.
GLOSSÁRIO
Abordagem (Anthony): Conjunto de suposições
relacionadas com a natureza da língua, seu aprendizado
e ensino.
Abordagem (R e R): Define suposições, crenças e
teorias sobre a natureza da língua e de seu
aprendizado.
Abordagem de aprender do aluno: Maneiras de estudar e
de aprender do aluno, influenciadas, pelas maneiras de
aprender típicas da sua região, etnia, classe social e
até do grupo familiar.
Abordagem de ensinar do professor: Conjunto de
disposições que o professor dispõe para orientar
todas as ações da operação global de ensinar. Uma
abordagem se constitui numa filosofia de trabalho,
verdadeira força potencial capaz de orientar as
decisões e ações do professor.
Abordagem Explícita: Conhecida por quem a pratica
(desejável).
Abordagem Implícita: Desconhecida por quem a pratica.
Análise de Abordagem: Auto-análise ou análise de aulas
de outros professores com o objetivo de determinar os
contornos e a essência de uma dada abordagem de
ensinar.
Conhecimento meta-lingüístico e meta-comunicativo:
Conhecimento limitado em saber nomes, reconhecer e
definir termos, recitar regras gramaticais e sociais.
Comunicação: Uma forma de interação social
propositada, onde se dão demonstrações de apresentação
pessoal combinadas ou não com casos de (re)construção
de conhecimento e troca de informações.
Competência Comunicativa: Competência que envolve as 4
habilidades (ouvir, falar, ler e escrever) e se divide
em Competência Gramatical ou lingüística, Competência
Sociolingüística, Competência Discursiva e Competência
Estratégica. Competência de uso propositado na
interação com outros falantes da L-alvo.
Competência Gramatical ou lingüística: se atém ao
código lingüístico - das estruturas e regras de
pronúncia, onde o objetivo é o da acuidade na
expressão e compreensão.
Competência Sociolingüística: considera o papel dos
falantes no contexto da situação e a sua escolha de
registro e estilo.
Competência Discursiva: Considera a questão da coesão
e da coerência relevantes em determinado contexto.
Competência Estratégica: Considera que não há falantes
e ouvintes ideais, sendo necessário, portanto que se
faça uso de estratégias de comunicação verbais ou não
verbais para se compensar as quebras na comunicação.
Competência formal lingüística: O aluno aprende sobre
a L-alvo, conhece e recita regras e generalizações,
mas não engaja uma competência comunicativa.
Desestrangeirização da Língua: Aprender PARA e NA
comunicação de uma língua, envolvendo em situações
reais de construção de significados na interação com
outros falantes dessa língua.
Dimensões do processo de ensinar línguas: Sistema
ordenado de fases que engloba: 1-Planejamento de
cursos; 2-Produção ou seleção de materiais; 3-Método;
4-Avaliação do rendimento.
Ensino Comunicativo: É aquele que não toma as formas
da língua descritas nas gramáticas como modelo
suficiente para organizar as experiências de aprender
outra L, mas sim aquele que capacite o aluno a usar a
L-alvo para realizar ações de verdade na interação
como outros falantes-usuários dessa língua.
Ensino Interdisciplinar: Ensino que envolve 2 ou mais
disciplinas em uma mesma atividade.
Filtro Afetivo: Atitudes, motivações, bloqueios, grau
de identificação ou tolerância com a cultura-alvo,
capacidade de risco e níveis de ansiedade de cada
aprendiz e de cada professor .
Habitus (Bourdieu): Condição de ensinar do professor,
baseada em como seus professores o ensinaram ou em
como aprendeu coisas parecidas, imprimindo-lhe um
abordagem implícita, latente e freqüentemente não
conhecida por ele.
Interlíngua: As pessoas que adquirem ou aprendem uma
segunda língua passam por um continuum, cujos dois
polos são a língua materna e a língua-alvo. Esse
continuum caracteriza-se por uma série de estágios
delineados pelo tipo de erros que são produzidos em um
dado estágio. Tal seqüência de estágios é que Selinker
(1972) define como interlíngua.
Língua Estrangeira: Língua estranha ou língua de
estranhos que permanece como tal, mesmo depois do
contato na aprendizagem.
Movimento nocional-funcional: Atenção nas funções como
elementos organizadores do currículo da língua, em
contraste com o movimento estrutural em que as
estruturas gramaticais serviam como organizadoras.
Método Direto: Baseado na premissa de que o
aprendizado de uma 2 ª língua deveria ser como o
aprendizado da 1ª: muita interação oral, uso
espontâneo da língua, nenhuma tradução e pouca ou
nenhuma análise de regras gramaticais.
Método (Anthony): Plano geral para a apresentação
sistemática da língua, baseado em uma determinada
abordagem.
Método Audiolingual: Baseado na psicologia
behaviorista, afirmava que a memorização de frases e
repetição de estruturas era a melhor maneira de formar
hábitos.
Método (Richard e Rodgers): Termo que engloba a
especificação e a interligação de teoria e prática.
Movimento Comunicativo: Movimento começado em 1972 por
Wilkins que sistematiza uma nomenclatura de funções
comunicativas, tópicos, cenários, papéis sociais e
psicológicos, além de noções de gramática nocional
tradicional.
Planejamento (R e R): Especifica o relacionamento das
teorias com os materiais e atividades na sala de aula.
Procedimentos (R e R): São técnicas e práticas que são
derivadas da abordagem e do planejamento de alguém.
Psicologia Behaviorista: Psicologia que postulava que
qualquer aprendizagem resultava da formação de
hábitos.
Regra: Conhecimento SOBRE a língua.
Técnica (Anthony): Atividades específicas manifestadas
na sala de aula, de maneira coerente com o método e
que, portanto, também estão em harmonia com uma
abordagem.
Uso: Conhecimento DA língua para realizar tarefas
ATRAVÉS dela.
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Replies:
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Re: Tarefa 4 - Grupo 2 - Inglês -- José Euríalo, 13:39:36 04/26/04 Mon [1]
Juliana Coelho, Patrícia Rosa, Fernando Maia, Heleno José, e Robson:
Esses textos visando extrair as principais idéias expressas por ALMEIDA FILHO no livro que lemos são muito parecidos, em termos de conteúdo, mas gostei muito do glossário que vocês elaboraram. Acho que é o maior postado para a tarefa 4. Aprendi um pouco mais sobre algumas coisas que eu pensava saber (que pretensão, a minha!)... ;-)
José.
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Re: Tarefa 4 - Grupo 2 - Inglês -- Vera, 20:09:30 04/26/04 Mon [1]
O grupo conseguiu demontrar uma leitura atenta do texto de Almeida Filho, elencando os pontos principais e montando um ótimo glossário.
Parabéns.
Vera
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Re: Tarefa 4 - Grupo 2 - Inglês -- Cláudia Rodrigues, 15:23:35 04/29/04 Thu [1]
O resumo foi extenso, porém abordou os pontos essenciais do livro, possibilitando ao leitor, mesmo que não tenha lido o original, estabelecer relações e fazer inferências a partir do próprio resumo. Além disso, o glossário (muito bem elaborado) auxilia bastante na compreensão dos termos técnicos que poderiam vir a prejudicar a leitura.
Cláudia.
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Re: Tarefa 4 - Grupo 2 - Inglês -- Heleno, 15:59:05 05/05/04 Wed [1]
Obrigado pelo feedback, Cláudia.
Abraços,
Heleno.
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