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Re: Tarefa 5 - parte 2 -- Irany, 11:35:40 05/04/04 Tue [1]
Ola companheiros, gostei do trabalho de voces, é verdade que não há uma formula, ou pelo nemos uma unica formula para se parender uma lingua, mas formas diferenciadas para pessoas com habilidades diferentes. Um abraço. irany
>PRÁTICA ON-LINE: DIMENSÕES COMUNICATIVAS
>TAREFA 5– PARTE 2
>
>
>Questão: Comparem as diversas experiências e postem um
>texto no fórum desenvolvendo o seguinte tema: Como se
>aprende uma língua estrangeira?
>
>Após compararmos as diversas experiências e lermos o
>texto sobre o modelo fractal, observamos que se pode
>aprender uma língua estrangeira de várias maneiras,
>mas a mais eficaz é aquela proposta por Paiva em seu
>texto, ou seja, usando o modelo de aquisição baseado
>na teoria dos sistemas complexos ou teoria do caos.
>Nos baseamos na teoria defendida por Paiva para
>explicitar como se aprende uma língua estrangeira.
>Concordamos que “a aprendizagem de uma língua [...]
>não é um processo linear” e que “a aprendizagem de
>línguas seria o resultado de um contínuo de processos
>auto-semelhantes”. Não é linear a partir do momento em
>que é dinâmico, contínuo, pois dessa maneira se torna
>um processo que não tem fim, não tem limites.
>Concordamos também que o aprendizado é um sistema
>complexo e que as “possibilidades são infinitas”. Isso
>se deve ao fato de o processo de aprendizado ser um
>processo fractal, ou seja, ser constituído por
>sub-sistemas que também se sub-dividem e cria um
>modelo dinâmico em que estariam ligados uns aos outros
>por meio de conexões.
>Outro ponto que devemos considerar é que uma língua
>estrangeira deve ser ensinada visando a um objetivo e,
>em cima deste, o professor deve planejar sua aula.
>Saber uma língua não é apenas acumular informações e
>vocabulário, mas também ter capacidade de criar novas
>idéias a partir de conceitos desenvolvidos na
>aprendizagem.
> É claro que, para alguns, estes conceitos serão mais
>bem desenvolvidos, pois eles têm toda uma carga
>genética que influencia no aprendizado. Um falante de
>uma língua românica, por exemplo, tem melhor condição
>de aprender uma outra língua latina que um falante de
>uma língua anglo-saxônica. Cabe ao professor promover
>um intercâmbio de idéias e dar liberdade ao aprendiz
>de utilizar as que melhor lhe convier, pois a língua é
>também um processo social de aprendizagem e depende
>destas partilhas de conhecimento entre seus falantes.
> Concluímos que, para aprender uma LE, o modelo mais
>eficaz seria o proposto por Paiva – o fractal – pois,
>deste modo, como num jogo infantil, utilizamos
>estratégias como se fossem peças que se encaixam umas
>nas outras para formar um objeto. Acreditamos também
>que não há uma fórmula de como se aprender bem uma
>segunda língua, mas existe uma maneira de identificar
>quais as habilidades encontradas nos aprendizes que
>podem ser exploradas de forma a beneficiar todos os
>outros membros de uma determinada turma de aprendizes.
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