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Date Posted: 19:45:12 06/29/04 Tue
Author: Ana Cláudia, Cláudia Rodrigues, Elisângela e Ronaldo Rosa
Subject: Tarefa 13 - grupo 1 Inglês

UFMG – Faculdade de Letras
Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas
Professora Vera Lúcia Menezes de Oliveira e Paiva
Ana Cláudia de Sousa, Cláudia Rodrigues, Elisângela Xavier, Ronaldo Rosa

Tarefa 5 – Projeto sobre autonomia

Após a leitura dos textos Estratégias individuais de aprendizagem de língua inglesa (PAIVA) e Quando menos é mais: A autonomia na aprendizagem de língua (LEFFA), nosso grupo apresenta a seguinte proposta de trabalho em prol da autonomia do aprendiz:

1. Trabalhar textos autênticos, porém relacionados à realidade do grupo. O grupo deve sentir-se convidado a analisar o texto, argumentando contra ou a favor. Neste sentido, a experiência pessoal do grupo será um mediador essencial para que cada estudante se sinta
envolvido, seguro e confiante ao expor seus argumentos. A autenticidade dos textos também será útil para a diminuição da distância cultural entre a língua inglesa e os alunos.

1.1 Incentivar o aprendiz para que leia textos em inglês o máximo possível. Nesta fase, a liberdade de escolha do tema ou ainda a escolha entre temas pré-determinados pode ser bastante estimulante. O aprendiz deve ser encorajado a ler o texto todo para tentar entendê-lo, e depois fazer uso de um dicionário para saber o significado de palavras desconhecidas, evitando o processo de “word-by-word”. É interessante que os aprendizes leiam textos diferentes e, em outra atividade proposta pelo professor-mediador, possam dividir o que aprenderam com os outros colegas.
2. Solicitar ao aprendiz que faça um trabalho de avaliação dos próprios erros, buscando identificar o motivo de cada erro ocorrido. Este trabalho pode incluir a redação de forma explícita o motivo do erro, onde uma estrutura ou palavra foi erroneamente utilizada, que regras ou conceitos foram esquecidos, etc. Na realização deste trabalho crítico, o aprendiz deverá identificar a causa dos erros apontados pelo professor, deixando assim de ser apenas um agente passivo na correção de seus próprios erros, e tornando-se co-responsável pelo seu progresso pessoal. Após este trabalho de reflexão, o aprendiz deve tentar refazer o teste a fim de verificar o sucesso de sua aprendizagem.
3. Montar um seminário, onde um aluno ou de um grupo de alunos devam apresentar uma aula sobre um assunto específico. Durante a apresentação da aula de cada grupo, os demais alunos devem elaborar duas questões: uma que possa ser respondida ao final da apresentação do grupo, e outra cuja solução necessite da busca de informações extra-classe. Ao final da apresentação do seminário de todos os grupos, o professor pode recolher as questões elaboradas e propor um jogo ou um desafio: qual aluno consegue responder, através de pesquisas individuais ou coletivas, o maior número de questões-desafio. A apresentação das respostas encontradas pode ser feita pelos próprios alunos, dando-lhes também liberdade para comentarem outras curiosidades ou informações sobre o assunto do seminário. A busca autônoma por informações pode ser um ótimo pressuposto para o aprendizado de muitas outras coisas relacionadas indiretamente com o foco do ensino desejado em um dado momento.
4. Usar atividades selecionadas pelos próprios aprendizes como, por exemplo, músicas. Sendo a música escolhida pelo próprio grupo de aprendizes, este se sentirá motivado e disposto a participar efetivamente das atividades, que envolverão listening, reading, speaking, e writing. Na primeira fase, o listening será uma atividade de descontração e motivação. A seguir, pode se fazer a leitura em busca das palavras ou expressões novas. Durante esta fase, a oralidade também estará sendo trabalhada. Para concluir, pode ser sugerir a criação de uma versão da música feita pelos próprios aprendizes. O professor atuará apenas como o mediador deste processo, disponibilizando-se para solucionar dúvidas, e eventualmente, dar algumas dicas sobre o trabalho.

5. Apresentar ao aprendiz as novas tecnologias para a aprendizagem, como sites informativos e educativos, tais como os cursos de língua on-line. Esta ferramenta possibilitará ao aprendiz, de forma autônoma, a ampliação de seus conhecimentos e o exercício na língua-alvo.
6. Desenvolver uma atividade na qual cada aprendiz deva procurar na Internet um correspondente estrangeiro para que troquem mensagens na língua-alvo. O professor pode dar dicas de sites para se encontrar correspondentes, ou deixar que o próprio aprendiz escolha livremente. Pode-se sugerir alguns tópicos a serem discutidos. Ao final de um período estabelecido, o aprendiz deve apresentar um número determinado de mensagens trocadas.

COMENTÁRIOS:

A) Os passos apresentados não possuem ordem fixa, uma vez que a aprendizagem ocorre diferentemente para cada um dos aprendizes.
B) A autonomia, sendo também um estágio deste processo de aprendizagem, não pode ser condicionada a etapas cronológicas.
C) As ferramentas ou objetos de mediação atuam em níveis e momentos não similares a todo o grupo de estudantes.
D) É interessante que o professor ofereça aos alunos estímulos para que busquem ampliar seu conhecimento e desenvolver autonomia no aprendizado. O tempo que o aluno passa em sala de aula ou em situações de ensino formal é quase sempre bem menor do que o que ele dispõe em outras situações e que pode ser aproveitado.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
JOSÉ, P.B.S. Revisitando algumas orientações didáticas dos Parâmetros Curriculares Nacionais.
LEFFA, Vilson J.Quando menos é mais: A autonomia na aprendizagem de línguas. Trabalho apresentado no II Fórum Internacional de Ensino de Línguas Estrangeiras (II FILE). Pelotas: UCPel, agosto de 2002.
PAIVA, V.L.M.O..Estratégias individuais de aprendizagem de língua inglesa. Letras e Letras. v. 14, n. 1, jan./jul. 1998. p. 73-88

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Replies:

[> Re: Tarefa 13 - grupo 1 Inglês -- Vera, 14:38:38 07/02/04 Fri [1]

Tanto as reflexões quanto as propostas de ações para desenvolver a autonomia de seus alunos estão de muita qualidade. O grupo está de parabéns.

Vera

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