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Date Posted: 06:01:22 10/20/04 Wed
Author: Senhorinha Monica
Subject: Re: Crenças
In reply to: José Euríalo 's message, "Re: Crenças" on 16:29:39 10/19/04 Tue

Olá José,

Muito boa a sua sugestão de leitura do artigo do Vilson Leffa (2002). Li e achei muito interessante. Chamou-me a atenção o seguinte trecho (p.14):

“O máximo que a escola pode fazer é dar condições de aprendizagem. Se houver necessidade de muito incentivo, motivação, súplica, implorar com lágrimas para que o aluno estude, acho que a aprendizagem ficará comprometida.”

Acho isso verdadeiro não só na aprendizagem autônoma, mas em qualquer outra situação de ensino-aprendizagem.Na nossa tentativa de desenvolver a autonomia, podemos correr o risco de concentrarmos e despendermos esforço, energia e recursos extraordinários para atrair e tentar motivar os alunos e no final conseguirmos um resultado medíocre , quando poderíamos concentrar nossos esforços com alunos que querem aprender, que são interessados e que podem desenvolver a autonomia com sucesso se bem orientados.
Claro que este tipo de atitude é inaceitável, não podemos favorecer alguns alunos e discriminar outros. É como se quiséssemos trabalhar só com alunos inteligentes e deixar os outros de lado. Acho que incluir todos, não discriminar e conseguir resultados é o nosso desafio.

Senhorinha Monica



>Marilene:
>
>A propósito dessas crenças que você, DICKINSON e FINCH
>(2001) mencionam, penso que vale a pena ler um
>trabalho de LEFFA (2002), cuja bibliografia completa
>segue abaixo:
>LEFFA, Vilson J. "Quando menos é mais: A autonomia na
>aprendizagem de línguas". Trabalho apresentado no II
>Fórum Internacional de Ensino de Línguas Estrangeiras
>(II FILE). Pelotas: UCPel, agosto de 2002.
>
>Esse texto está disponível no "site" da Profª Vera
>Menezes (http://www.leffa.pro.br/autonomia.htm), como
>leitura para disciplina de graduação (é sua tarefa 11)
>intitulada "Dimensões Comunicativas". Gostei daquele
>texto e acho que ele vale a pena ser lido e relido!
>
>Como não consegui localizar o trecho do texto de FINCH
>(2001) que você citou, peço que, numa próxima
>referência bibliográfica, neste curso, você mencione a
>página e/ou o parágrafo (caso o texto seja digital, o
>subtítulo da parte do texto) no qual está o trecho
>selecionado, por favor! Esse é um pedido meu (devido a
>minhas limitações pessoais), e não uma crítica ou uma
>censura, que lhe apresento (e aos (às) colegas) para
>facilitar nossas releituras e nossos diálogos/nossas
>discussões, que considero importantes para todo o
>grupo.
>
>Obrigado,
>
>José.

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