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Date Posted: 06:51:28 10/23/04 Sat
Author: José Euríalo
Subject: Re: Crenças
In reply to: Micheline Marra de Lima 's message, "Re: Crenças" on 20:31:55 10/19/04 Tue

Micheline

Concordo com você!

Penso que, no fundo, precisamos é ter consciência de que fomos autônomos no processo de aprendizagem de Inglês, para chegarmos a ensinar (ou tentar ensinar) essa língua; um dos problemas é que, normalmente, não reconhecemos isso. Você concorda?

Micheline e colegas: quando citei aquele trecho de LEFFA (2002, §23), que afirma que “i) excetuados os casos de imersão, só é possível aprender uma língua estrangeira se o aluno for autônomo”, não me lembrei daquele trecho de LITTLE (2000, §1): “it is unreasonable to expect teachers to foster the growth of autonomy in their learners if they themselves do not know what it is to be an autonomous learner; ii) in determining the initiatives they take in their classrooms, teachers must be able to apply to their teaching those same reflective and self-managing processes that they apply to their learning”; que também segue a mesma linha de raciocínio (o professor de língua estrangeira agiu de forma autônoma para ter ‘domínio’ dessa língua). A segunda parte dessa citação (“ii”) de LITTLE (2000) traz uma informação que temos discutido e ainda discutiremos muito; não é verdade?

Em outro texto que lemos para esta disciplina, BREEN & MANN (1997, p.148, §3) também afirmam algo parecido sobre esse assunto. Releiam isso, por favor: “(...) I need to recognize and assert um own autonomy”. Posteriormente, no mesmo parágrafo, encontramos: “(...) can teachers exercise these characteristics [related to being autonomous] in their professional life?” (p.149).

Talvez, portanto, os(as) professores(as) precisem se conscientizar de que foram autônomos(as), agiram com autonomia, de que possuem conhecimentos estratégicos, táticos e operacionais sobre autonomia, e de que é imperativo buscar formas de ajudar seus alunos a agirem com autonomia. Parece-me que isso é um senhor desafio para todos nós!

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José.

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