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Date Posted: 08:11:26 10/26/04 Tue
Author: José Euríalo
Subject: Re: Autonomy and teachers as the worst people to teach languages
In reply to: Junia Braga 's message, "Re: Autonomy and teachers as the worst people to teach languages" on 17:19:24 10/23/04 Sat

Júnia:

Bem-vinda!

Sei que você joga água na fogueira para economizar lenha para outra fogueira, para ser ecologicamente correta ou para ter carvão menos deteriorado para usos ainda mais nobres.

A julgar pelo que você escreve em seu comentário, você não concorda, totalmente, com a afirmação de LEFFA (2002, §23) de que “excetuados os casos de imersão, só é possível aprender uma língua estrangeira se o aluno for autônomo”. Ele parte do pressuposto de que todo professor foi um aluno autônomo, ao passo que você escreve "acho que independente de ter sido um aprendiz autônomo, o professor..." (ou seja, você pensa que ele pode não ter sido um aprendiz autônomo). Entendi mal?

Sei que isso pode ser polêmico, mas continuo pensando que, às vezes, o professor não tem consciência de que agiu de forma autônoma para chegar ao ponto que chegou; por isso, talvez, o processo de reflexão crítica que você menciona seja de extrema importância para esse profissional (para qualquer profissional). LITTLE (2000, p.1, §1), ao escrever que “i) it is unreasonable to expect teachers to foster the growth of autonomy in their learners if they themselves do not know what it is to be an autonomous learner; ii) in determining the initiatives they take in their classrooms, teachers must be able to apply to their teaching those same reflective and self-managing processes that they apply to their learning”, assim como BREEN & MANN (1997, p.148, §3), ao afirmarem que eu, como professor, "need to recognize and assert um own autonomy”, também defendem essa sua “reflexão crítica”. Dickinson, não menos!

Será que fiz uso inadequado de seu comentário? Espero que não!... Se tiver feito, porém, que se reacenda a fogueira e que outros(as) colegas ajudem a manter a chama acesa. É tempo! Há fumaça branca no grupo, silencioso desde domingo, quando a Rosalva ainda ‘soprou’.

Um abraço agradecido do

José.

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