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Date Posted: 18:52:03 10/27/04 Wed
Author: Ana Laura dos Santos Marques
Subject: Re: Autonomy and teachers as the worst people to teach languages
In reply to: José Euríalo 's message, "Re: Autonomy and teachers as the worst people to teach languages" on 08:11:26 10/26/04 Tue

José,

a afirmação de Leffa (2003) que você cita em sua mensagem, parece concordar com uma frase que ouvi (não me lembro onde exatamente, mas me parece mais uma crença) de que língua estrangeira não se ensina, se aprende. Concordo em parte com essa idéia, e até acrescento que há casos em que mesmo a imersão não é suficiente para garantir a aprendizagem. De fato, um aluno autônomo têm sucesso na aprendizagem de línguas, procurando suas próprias fontes de conhecimento e lidando com as novas situações sem se esquecer de que cometerá erros durante esse processo, como já lemos em Dickinson (1996). Já que concordo em parte com essa afirmação, tenho que mostrar qual é a outra parte com a qual concordo:

"LITTLE (2000, p.1, §1), ao escrever que “i) it is unreasonable to expect teachers to foster the growth of autonomy in their learners if they themselves do not know what it is to be an autonomous learner; ii) in determining the initiatives they take in their classrooms, teachers must be able to apply to their teaching those same reflective and self-managing processes that they apply to their learning."

Certamente, um professor de língua que não passou por um processo de aprendizagem de desenvolvimento da sua autonomia, não saberá aplicar o conceito em sua prática. Há também a questão do despreparo lingüístico, como a Júnia colocou em uma mensagem. Ainda assim, o papel do professor de língua pode ser um começo de preparo para o desenvolvimento da autonomia, das habilidades e vontades dos estudantes em se tornarem autônomos. Isso quer dizer que um professor despreparado, por exemplo, pode incentivar (sem saber) seus alunos a procurarem alternativas que podem, inclusive, ser o início de uma aprendizagem autônoma. Um professor bem preparado, com formação e reflexões sobre a sua prática docente adequadas, tem o dever de colocar as suas experiências de aprender á serviço dos seus alunos, não é? Ao menos entendi ser essa a idéia de Little (2000).Ou seja, concordo que há um espaço para o professor no ensino de línguas. E há um espaço enorme para o aprendiz dentro do contexto em que aprende a língua. Cada um deve saber como "gerenciá-lo" (usando o termo de Rubin).

Ana Laura

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