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Date Posted: 12:38:19 09/15/04 Wed
Author: Micheline Marra de Lima
Subject: Re: Práticas de conversação
In reply to: Daniela Lucca 's message, "Re: Práticas de conversação" on 17:17:33 09/13/04 Mon

Daniela e colegas,

Como pudemos ver na pesquisa desenvolvida por NUNAN, tanto professores, quanto alunos concordaram quanto à questão da CONVERSAÇÃO sendo o ponto principal para a aprendizagem.
Concordo com o autor, pois quando estamos tratando de língua, estamos nos referindo a FALA, em primeira instância. A premissa maior de uma língua é a fala. Obviamente temos tipos diferentes de cursos que tentam atender a metas específicas de cada aluno - Curso Pré Vestibular, Para ler inglês, etc ... Porém, um aprendiz só percebe sua real proficiência ou fluência no idioma quando este consegue se comunicar com um nativo, ou expressar seus pensamentos,necessidades, etc. NUNAN colocano-nos o seguinte: "Autonomy is enhanced when learners are actively involved in productive use of the target language, rather than merely reproducing language models provided by the teacher or the textbook."
Na escola onde trabalho, por exemplo, temos AULA DE CONVERSAÇÃO, que é uma aula extra que o aluno tem (vale a pena enfatizar - ele não precisa pagar por ela). Fico impressionada com a frequência nas aulas. Pelo número de alunos da escola, poderíamos ter muitos e muitos alunos. No entanto, os alunos não vão por MEDO. Eles têm a ideia de que conversação é simplesmente a atividade onde o professor faz um círculo com os alunos e coloca cada um para falar. Porém, temos inúmeras atividades que podemos fazer em que o aluno estará desenvolvendo sua conversação, como nos mostrou NUNAN e YANG através de seu projeto.
Como foi colocado por YANG (1998 p. 132), ' some students listed too many objectives, thus creating high anxiety and early frustration". Eles se sentem incapazes e não acham admissível o fato de cometerem erros perante os outros.
Tenho duas problemáticas a serem discutidas:
1- como incentivar o aluno a participar de atividades de conversação, aulas de conversação, sem que isso possa ser uma obrigação para ele (principalmente adolescentes que NÃO gostam de inglês, estudam porque o pai obriga)?
2- como reagirmos àqueles adultos que riem ou zombam daqueles que tem mais um ritmo de aprendizagem mais lento, ou uma pronúncia mais carregada?

Abraço a todos,

Micheline

>Concordo com o colega, e acho que quando alunos
>sugeriram prática de conversação, quiseram algo mais
>participativo onde pudessem colocar em prática os
>ensinamentos e interagir... talvez dividindo os
>grupos, que por serem professores, devem estar
>altamente motivados, creio que sejam possíveis várias
>dinâmicas.
>O que o colega acha?
>[] Daniela :)

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