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Date Posted: 12:56:05 09/15/04 Wed
Author: Micheline Marra de Lima
Subject: Re: Práticas de conversação
In reply to: Soraia Aley 's message, "Práticas de conversação" on 15:11:21 09/13/04 Mon

Soraia,

Já trabalhei em turmas grandes - 30 a 40 alunos - 5a a 8a séries (menos do que o número que você estipulou, todavia) com implicações do método comunicativo. É uma tarefa muito árdua, o professor tem que ser dinâmico o tempo todo para que os alunos não se disperssem. No entanto, depende ao que você quer se referir quando coloca 'práticas de conversação', pois, como eu respondi à Daniela, existem inúmeras formas de você trabalhar com conversação (dirigida pelo professor ou não) dentro de uma sala. Como David LITTLE nos diz no texto da semana 5 - " In the foreign language classroom, this means that the target language must be used as the channel through which teaching and learning take place - including the reflective processes of planning, monitoring and evaluation."

Acho que só é capaz de termos atividades de conversação na em turmas grandes, quando o aluno sente que está participando da elaboração, planejamento, apresentação e avaliação das mesmas. Isso poderia ser feito com Role Plays, Projetos, Pesquisas em Grupo, Debates, Simulações, Juris, etc

Não, não acredito que a maioria dos professores utilizam práticas de conversação, principalmente em escolas públicas. É mais cômodo para muito deles usarem a língua-mãe e uma abordagem autoritária, medida através do 'tirar ponto' se houver alguma irregularidade.
Entretanto, em muitas escolas, o professor pode até tentar, mas o resultado de querer usar estas práticas serão em vão. Pois, os alunos não vêem nenhum objetivo claro para aprenderem inglês na sua vida. Não tem perspectiva de nem ao menos continuar vivos no dia posterior, como podem ter a vontade (a "willingness" que LITTLEWOOD (1996 p. 428) aborda em seu texto) de aprender um outro idioma? Neste caso, torna-se mais desafiador ainda para o professor, mas não impossível. Talvez seja a partir daí, que ele pode pegar um gancho e transformar esta problemática em uma motivação para ele. Como LITTLEWOOD (p.428) diz 'willingness depends on having both the motivation and the confidence to take responsibility for the choices requirted'.
O problema é que nem sempre ele fez uma ESCOLHA para estar estudando, não é verdade?
VOcê acha que tem algum sentido tudo isso, Soraia? E os colegas?

Micheline

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