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Date Posted: 03:53:29 10/31/04 Sun
Author: Ana Laura dos Santos Marques
Subject: Resumo 11

Resumo 11

LITTLE, D. et ali (Ed.) Towards greater learner autonomy in the foreign language classroom. Dublin: Authentik, 2002. Capítulo 1. Exploring the practice and theory of learner autonomy. P. 4-23

SINCLAIR, B. Materials design for the promotion of learner autonomy: how explicit is "explicity. In: In: PEMBERTON et al. Taking control: autonomy in language learning. Hong Kong: Hong Kong University Press, 1996.p. 149-165

Sinclair (1996), em Materials design for the promotion of learner autonomy: how explicit is "explicity, trata da representação dos materiais publicados e dos materiais de auto-acesso quanto à explicitação de “treinamento” dos estudantes para uma aprendizagem autônoma de línguas. Para isso, seus enfoques são no papel potencial das publicações de ensino de línguas em promover a autonomia do aprendiz, na natureza e nos gruas de explicitação nesses materiais e nas implicações dessa “explicitação” para o planejamento de materiais para os centros de auto-acesso. A definição de autonomia que se baseia seu artigo é a de Holec(1981): “capacidade de dominar sua própria aprendizagem”. Capacidade e vontade, também de acordo com Holec (1981) não são necessariamente inatas, daí o fato de se valorizar o “treinamento” dos aprendizes, ajudando-os a aprender a aprender. O papel dos materiais publicados para a promoção da autonomia (que incluem treinamento das estratégias de aprendizagem) é possível em duas formas: de modo implícito, quando o aprendiz não tem idéia dos objetivos, enfoque ou propósito de desenvolver as atividades e de modo explícito, quando são incorporados aos materiais os objetivos, propósitos e enfoques que as atividades possuem, de forma a capacita-los a compreender o processo de aprendizagem pelo qual estão passando e sob o qual devem ter o controle. Os problemas da explicitação do treinamento para uma aprendizagem autônoma seriam o quanto explícito é o treinamento das estratégias que os autores de materiais didáticos deixam aos aprendizes, a forma de interpretar essa explicitação em vários contextos e o enfoque às necessidades individuais contidos nesses materiais. As razões para essa explicitação são apresentadas pela autora, bem como os exemplos de atividades que visam esse treinamento, seja dentro da sala de aula, seja com os materiais de auto-acesso.

Little et ali (2002) em Towards greater learner autonomy in the foreign language classroom, relatam uma experiência de união entre teoria e prática de aprendizagem autônoma e seus efeitos para a área de ensino e aprendizagem de línguas dentro da abordagem comunicativa. Qualidade de aprendizagem, contraposta à quantidade, está ligada ao conceito de autonomia, entendido como capacidade para um auto-gerenciamento reflexivo, a partir do estímulo para a tomada de responsabilidade dos aprendizes e do processo de guia-los, num trabalho colaborativo. Os princípios teóricos em que se baseou a experiência prática de desenvolvimento da autonomia são interdependentes, a saber: os aprendizes devem ser levados a uma aceitação explícita de que são responsáveis por sua aprendizagem (learner empowerment), devem desenvolver a capacidade de auto-reflexão sobre o processo de aprendizagem (learner reflection) e devem ser conduzidos na e através da língua alvo (appropriate target language use). A partir das noções de dimensão social da sala de aula e da relação entre cognição individual e interação, os autores apresentam as justificativas para o desenvolvimento da aprendizagem autônoma, desde o ponto de vista biológico à teoria sócio-interacionista de Vygotsky (1978,1986). Em relação ao processo de desenvolvimento, o ensino oferece por meios artificiais o crescimento da consciência metacognitiva e metalingüística, destacando-se para isso as atividades de leitura e escrita, o trabalho colaborativo para a resolução de problemas e a idéia da Zona de Desenvolvimento Proximal. Dessa forma, o trabalho de promoção da autonomia é entendido como o produto de um processo interativo, que enfatiza tanto a independência quanto a interdependência.

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