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Date Posted: 15:09:39 10/17/04 Sun
Author: Flavia Azeredo
Subject: Semana 9


Resumo Semana 9

Chapter 3: Literature Review: Autonomy, Affect, task-based syllabi
Finch, A. E, (2000)

O capítulo de Finch (2000) apresenta uma revisão da literatura no que concerne autonomia observando o currículo, syllabi (plano de estudos), treinamento de professores e outros para serem aplicados numa infra-estrutura de task-based com o objetivo de promover as habilidades de pensamento-crítico e problem-solving nos aprendizes. Finch (2000) argumenta citando Gremmo (1995:151) que a preocupação com o desenvolvimento da autonomia nos aprendizes aumentou nos últimos 25 anos devido ao reconhecimento de que o aprendiz é o centro do processo de aprendizagem, e que tal abordagem pode promover um aprendizado mais efetivo (Caef, 1991:219). Esse aumento também pode ser justificado pelas mudanças ocorridas no século XX, tanto de ordem política, econômica, social, educacional, tecnológica como psicológica (Pemberton et al. 1996:1). Embora essa preocupação tenha aumentado Finch (2000) afirma que ainda falta uma teoria para dar suporte a Autonomia na Aprendizagem de Língua.

O conceito de “individual autonomy” segundo o autor teve seu surgimento na Europa com os movimentos liberais (democrata e humanista). No que envolve o Aprendizado de Língua, a corrente humanista teve grande influência resultando em contribuições de várias áreas, como: a sociolingüística, a análise do discurso, etimologia, etnolinguistica, etnografia da comunicação e sociologia. Finch (2000) salienta que todas essas áreas compartilham a mesma visão pragmática de linguagem que é a “ferramenta para a comunicação” o que foi a razão para a Abordagem Comunicativa. Neste processo, as décadas de 80 e 90 foram marcadas com o surgimento de muitas abordagens e métodos de ensino de línguas centrados no aprendiz tendo como cerne a autonomia e a independência do aprendiz. Essa efervescência gerou muitos debates a cerca do construto autonomia, abriu novos campos de pesquisa e ampliou o conhecimento na área de SLA. Pode-se afirmar ainda que a efervescência desse período criou duas correntes a Européia ( Holec 1980, 1988; Dickinson 1987, Kohonen 1987, 1989) os quais afirmam que a autonomia é pré-requisito para o aprendizado além da escola em uma sociedade democrática e a Norte Americana (Wenden & Rubin 1987; Chamot & Kupper 1989; Oxford & Nyikos 1989) esta corrente se propõe a descobrir o segredo do bom aprendiz de línguas. Assim o que se pôde concluir deste período, com os trabalhos de Pennycook (1997), Rivers (1995), Dickinson & Wenden (1995) e Littlewood (1996) é que existem diferentes âmbitos e graus de autonomia e que estes dependem da personalidade do aprendiz, de seus objetivos e do contexto cultural.

Outro ponto relevante na revisão de Finch (2000) é o que se refere a definir o conceito de autonomia para a aprendizagem de língua e também em se estabelecer uma justificativa para a necessidade da autonomia no aprendizado de língua. Com relação à justificativa são apresentadas razões nos campos filosófico, pedagógico e prático (Cotterall, 1995), campo individual(Benson & Voller, 1997). São apresentadas também justificativas mais gerais como a de Little 1991, Holec 1981, Dickinson 1987 que afirmam “quando o aprendiz organiza sua agenda, o aprendizado é mais focado e com um propósito, assim este apresenta resultados mais eficazes/produtivos tanto imediato quanto em longo prazo”. No que concerne a definição, o autor apresenta uma vasta lista com propostas relevantes. O que se pôde observar é que alguns autores afirmam que esta é uma capacidade inata dos indivíduos outros colocam como uma habilidade adquirida. No entanto, observou-se um consenso na tônica dos autores no que se refere à autonomia ser “a tomada de responsabilidade do aprendiz no seu processo de aprendizado”.

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