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Date Posted: 17:06:11 09/27/04 Mon
Author: Daniela Lucca
Subject: Resumo #6

# Resumo 6
. CRABBE, D. Fostering autonomy from within the classroom: the teacher's responsibility. System. Vol. 21, N. 4, p. 443-452, 1993. O autor discute as formas de ensi’no de domínio público e privado, destacando que o particular tem mais autonomia an medida em que o aluno já sabe a que fim se destina a tarefa a ser desempenhada, tendo uma visão e tratamento diferente da mesma como aprendiz.
Mas como fazê-lo em escolas que trabalham com currículo institucional? O professor, segundo Crabbe deveria relacionar para os alunos os objetivos das tarefas para que haja um significado metacognitivo criando um modelo de atividade de aprendizagem. (pág. 450).
Crabbe também relaciona seis diferenças entre domínio público e particular no que se refere a:
.Tarefas
no domínio público são iniciadas pelo professor para atender necessidades de aprendizagem;
no domínio particular são iniciadas pelo aprendiz para atender necessidades específicas;
.Prática da língua
no domínio público é com parceiros ou professor;
no domínio particular é individual ou com interlocutores que não estão sempre disponíveis;
.Decisões sobre uma tarefa
no domínio público são tomadas por outra pessoa;
no domínio particular são tomadas pelo próprio aprendiz; .Avaliação d performance
no domínio público é feita mesmo quando não se julga necessário;
no domínio particular é feita quando se tem em vista uma performance específica e quando há necessidade;
.Textos utilizados nas tarefas
no domínio público são pré-selecionados e tornam-se parte intrínseca da tarefa;
no domínio particular são não editados. Portanto o professor deve negociar os aspectos de objetivo da tarefa, natureza da dificuldade e estratégias apropriadas de ensino e comunicação para que haja a conversão do domínio público de aprendizagem para o privado.Assim, gerando aprendizado autônomo mesmo partindo de um currículo institucional.

DICKINSON, L. Autonomy and motivation. System. Vol. 23, N. 2. p- 165-174, 1995.
A motivação leva ao sucesso ou o sucesso leva a motivação? Dickinson relaciona autonomia (atitude e capacidade) e motivação intrínseca (interesse próprio de investir an aprendizagem) e extrínseca (fatores externos) (Deci e Ryan apud Dickinson). Motivação está ligada às escolhas, habilidades e o desejo para o aprendizado, fazendo com que o aprendiz se sinta responsável e faça uma reflexão crítica o que o daria motivação cognitiva. Essa motivação se diferencia da instrumenatl (p. 140) que seria para alcançar reconhecimento social ou vantagens financeiras.
Os aprendizes autônomos são independentes e ativos, identificando metas, traçando objetivos e os redirecionando para atingirem seus objetivos (p.167). O sucesso nesse processo traria motivação aos aprendizes que são responsáveis pelo seu processo de aprendizagem, eliminando a idéia de que isso dá mais pelo esforço individual do que pela chance ou habilidade do aprendiz (p.171). Quando o aprendiz percebe a sua competência, levando-o à motivação, isso o conduz a um aprendizado eficaz.
Quando o insucesso no aprendizado é atribuído à uma causa estável, habilidade por exemplo, o aprendiz não persiste. Entretanto, quando a causa é percebida como dependente de causas estáveis bem como internos, o aprendiz tende a persistir. Portanto, o aprendiz que tem controle sobre sua aprendizagem e entende isso pode depender de fatores internos (seu próprio esforço e estratégias), bem como fatores externos, tende a ter mais êxito sobre sua aprendizagem.

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