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Date Posted: 19:27:15 09/27/04 Mon
Author: Bianca
Subject: Resumo semana 6

CRABBE, D. Fostering autonomy form within the clasroom: the teacher's
responsibility. System. Vol. 21, N. 4, p. 443-452, 1993.

O aprendizado autônomo, segundo CRABBE, é justificado por uma combinação de três argumentos: ideológico, psicológico e econômico, sendo que o argumento psicológico é o que mais se aplica à educação autônoma. Citando Allwright 1988, é na mente do aprendiz que o aprendizado ocorre e sobre ela, portanto, deve ter controle.
É no ambiente de sala de aula que as atividades formais ocorrem mas não garantem o aprendizado da linguagem, dado que o sucesso depende das maneiras em que o aprendiz capitaliza as oportunidades dentro e fora deste contexto. Os aspectos do curriculum precisam ser cumpridos com objetivo de favorecer o aprendizado autônomo. A questão principal repousa no fato que a sala de aula indiretamente favorece ou desencoraja a autonomia. Neste artigo o autor discute a necessidade da existência de uma ponte entre a sala de aula e a atividade de aprendizado pessoal, sendo que esta ponte deve ser construída sobre dois aspectos do curriculum: o discurso em sala de aula sobre tarefas e a elaboração desta mesmas tarefas; lança mão de dois conceito que são os domínios público e privado. No discurso em sala de aula o professor deve estar atento ao que afirma para o aprendiz sobre o aprendizado e as orientações sobre o aspecto a ser aprendido, na tarefa proposta (entendimento metacognitivo). Na elaboração das tarefas o professor deve fornecer modelos de atividade de aprendizado que promovam a acuidade e a fluência.
Como domínio público entende-se as atividades de aprendizado em sala de aula e como domínio privado as atividades de aprendizado pessoal. As tarefas de domínio público devem ter relação com o aprendizado de modo que seja relevante para o domínio privado, ou seja, tenha uma prática funcional fora do contexto escolar. A dinâmica de uma tarefa sobre o enfoque de domínio é completamente diferente do enfoque de uma tarefa no domínio privado o que não favorece o estabelecimento de relação entre os dois.
Comparativo entre os domínios público e o privado e suas implicações no favorecimento da autonomia
Domínio Publico Domínio Privado
Tarefas iniciadas pelo professor + necessidade de aprendizado comum Tarefas iniciadas pelo aprendiz + necessidades específicas
Prática da língua = aprendiz + aprendiz ou
aprendiz + professor Prática da língua solitária ou com interlocutores casuais (procurados)
Tarefas focadas no conteúdo não revelam como lidar com posteriores dificuldades A atenção do aluno voltada para questões de acuidade pessoal
Decisões tomadas por outrem Decisões tomadas pelo aprendiz
“Feed-back”, dado por um professor avaliando performance, sem ter sido pedido Aprendiz procura “feed-back” sobre performance específica quando julga necessário
Textos pré selecionados que virão ser parte intrínseca da tarefa Aprendiz trabalha com textos não editados
DICKINSON, L. Autonomy and motivation. System. Vol. 23, N. 2. p- 165-174, 1995.OUTUBRO 2004
O envolvimento pessoal na tomada de decisão leva a um aprendizado mais efetivo, nisto todos gostariam de acreditar mas esta não é uma visão universal. O que DICKINSON advoga é que a motivação cognitiva é o modelo mais promissor de propostas para o ensino autônomo destacando que quanto maior o envolvimento do aprendiz maior sua motivação e por conseqüência mais eficiência no seu aprendizado.
A autonomia, neste artigo, é descrita como uma atitude frente ao aprendizado e uma capacidade de aprender independente . Motivação cognitiva é definida e duas teorias de motivação revistas. Uma, a teoria de Deci e Ryan (1985) de motivação intrínseca e extrínseca diz que o aluno interessado em tarefas de aprendizado e resultados para sua própria satisfação se transforma em aprendiz mais efetivo. Duas importantes condições são relatadas para o desenvolvimento de motivação intrínseca que são: o aprendiz perceber o ambiente de aprendizado como informacional mais do que controlador; contexto de aprendizado é suporte de autonomia que facilitara a auto determinação por parte do aprendiz. A outra denominada “teoria de atribuição de motivação” diz que as crenças do aprendiz são responsáveis por seu sucesso ou fracasso podendo ele atribuí-los a causas fixas e externas ou ao seu próprio esforço.
Autonomia segundo DICKINSON é muito mais uma capacidade e uma atitude do que uma ação. A motivação para ser autônomo advém da abordagem sócio psicológica com atitudes frente a comunidade de falantes da língua alvo onde aprendizes com interesse de interação (motivação interativa) serão mais bem sucedidos no aprendizado do que aqueles que o fazem por razões instrumentais.
Conceitos chaves: independência, responsabilidade e escolha do aprendiz alinhavados pelos conceitos de tomadas de decisão reflexão crítica . O processo introdutório de aprendizado de língua estrangeira necessita de incentivos extrínsecos. As atitudes integrativas, com ênfase no aprendizado, sofrem motivação intrínseca. Atitude instrumental com ênfase no reconhecimento alheio sofrem motivação extrínseca. Segundo a Teoria da Atribuição o aprendia leva em consideração quatro causas para o seu fracasso ou sucesso, sendo elas: sua habilidade, as dificuldades da tarefa, seu esforço e sorte. Aparentemente existe uma força recíproca entre sucesso e motivação isto é aprendiz que se responsabiliza por seu aprendizado se preocupa com os objetivos.

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