VoyForums
[ Show ]
Support VoyForums
[ Shrink ]
VoyForums Announcement: Programming and providing support for this service has been a labor of love since 1997. We are one of the few services online who values our users' privacy, and have never sold your information. We have even fought hard to defend your privacy in legal cases; however, we've done it with almost no financial support -- paying out of pocket to continue providing the service. Due to the issues imposed on us by advertisers, we also stopped hosting most ads on the forums many years ago. We hope you appreciate our efforts.

Show your support by donating any amount. (Note: We are still technically a for-profit company, so your contribution is not tax-deductible.) PayPal Acct: Feedback:

Donate to VoyForums (PayPal):

Login ] [ Contact Forum Admin ] [ Main index ] [ Post a new message ] [ Search | Check update time | Archives: 1[2] ]


[ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ]

Date Posted: 17:43:02 08/30/04 Mon
Author: analpena2002
Subject: Resumo 2

Texto 1
GRICE, H. P. Lógica e Conversação. In: Fundamentos Metodológicos
da Lingüística. Marcelo DASCAL (org.) Vol. IV. Campinas: UNICAMP, 1982.

O texto de H.P.Grice “Lógica e Conversação” fala a respeito das divergências na significação dos símbolos formais e seus supostos análogos em línguas naturais. Distinguem-se correntes: formalistas e informalistas. Descreve a seguir a ideologia defendida por cada corrente, colocando que ambos têm um ponto em comum: existem divergências devido a não se prestar atenção à natureza e importância das condições que governam a conversação.
O texto analisa ainda as condições gerais que se aplicam à conversação: a importância do contexto; o significado convencional das palavras que se está usando; para saber o que um falante diz é necessário considerar a identidade de quem ele fala, o tempo de enunciação, o significado na ocasião desta enunciação.
A seguir há uma análise de uma classe de implicaturas não convencionais, ou seja, das implicaturas conversacionais, como conectadas com traços gerais do discurso. Descreve então os traços do discurso, analisando os diálogos. Há momentos em que os falantes fazem esforços cooperativos para se engajarem numa situação de comunicação. Entra então no domínio do Princípio de Cooperação. Neste princípio, distinguem-se quatro categorias ( e cada uma envolve algumas máximas):
1- Quantidade,
2- Qualidade,
3- Relação,
4- Modo.
Como um falante se comporta dentro dessas categorias do Princípio de Cooperação? Empiricamente, porque aprenderam assim. Mas deveriam fazer da prática conversacional algo razoável, como se fosse uma questão quase contratual, distinguindo as relações cooperativas, já que, assim, os participantes passariam a ter objetivo comum, encadeando as contribuições e mantendo a transação num estilo apropriado.
Há tipos de intercâmbios lingüísticos que não são fáceis de ser explicados pois alguns participantes de um diálogo pode deixar de cumprir uma máxima. Há então uma série de exemplos mostrando quando um falante deixa de cumprir uma máxima (intencionalmente, ou colocando-se fora da esfera de conversação, ou enfrentando um conflito, ou ainda por abandono de uma máxima).
Descreve-se a seguir as características da noção da implicatura conversacional . E se a presença de uma implicatura conversacional não for entendida ( Para que ela seja entendida, o ouvinte deverá operar com alguns dados), ela será então uma implicatura convencional. Para melhor entendimento da descrição dessas características da implicatura conversacional, há exemplos divididos em três grupos:
1º: Nenhuma máxima é violada, ou não é claro que esteja sendo violada.
2º: Uma máxima é violada, mas sua violação se explica pela suposição de um conflito com outra máxima.
3º: O emprego de um procedimento pelo qual o falante abandona uma máxima com o propósito de obter uma implicatura conversacional por meio de algo cuja natureza se aproxima de uma figura de linguagem.

Texto 2
LAKOFF, R. "The Logic of Politeness; of, Minding Your p's and q's," Papers from the Ninth Regional Meeting of the Chicago Linguistic Society, Department of Linguistics, University of Chicago, Chicago IL. p.292-305, 1973.

O texto de Robin Lakoff “The Logic of Politeness; or minding your p’s and q’s” inicia falando da gramática transformacional e seus problemas de não contextualização. Fala em seguida de regras pragmáticas que devem cercar o nosso contexto lingüístico ( competência pragmática, ser claro, ser polido). Lembra-me o texto resumido anteriormente quando o autor fala das normas que regulamentam a conversação (quantidade, qualidade, relevância e modo).
O autor dá um destaque às regras de polidez explicando e exemplificando cada ponto: Não impor, dar opções e fazer com que o outro se sinta bem, sendo amigável.
Concluindo, o autor ressalta que as regras de polidez variam de acordo com região, cultura, mas mantém-se universal na sua forma básica; que há regras de cortesia e de claridade; que todo falante segue regras semânticas, sintáticas e pragmáticas; e, por último, que estas regras não são só uma questão lingüística, mas que devem ser aplicadas a toda cooperação e interação humanas.

[ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ]

[ Contact Forum Admin ]


Forum timezone: GMT-8
VF Version: 3.00b, ConfDB:
Before posting please read our privacy policy.
VoyForums(tm) is a Free Service from Voyager Info-Systems.
Copyright © 1998-2019 Voyager Info-Systems. All Rights Reserved.