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Date Posted: 00:31:23 09/20/04 Mon
Author: Regina Maria Gonçalves Mendes
Subject: Resumo da Quinta Semana

Resumo do texto da 5ª semana – Seqüência na convesação de abertura

A Competência Interacional invoca o conhecimento e o uso de regras não escritas de interação em diversas situações de comunicação numa comunidade sociocultural/lingüística dada. Essas regras estão relacionadas ao saber como iniciar, continuar e conduzir as conversações e negociar o significado com outras pessoas; ao tipo de linguagem do corpo apropriado; ao contato visual e proximidade entre os falantes e à atuação em consonância com essas regras. É importante observar que as regras reguladoras das transações estão culturalmente determinadas e variam de cultura para cultura e, dentro desta, de uma comunidade a outra.

O texto traz respostas para perguntas como:
Quem fala primeiro? O que o primeiro falante diz? Que regras que determinam ordenação e inteligibilidade? O que um pode dizer para o outro? O que implica suposição sobre direitos e obrigações mútuas sentidas pelos membros da sociedade.

Para analisar as seqüências conversacionais, é importante o cruzamento cultural, mas nem sempre estamos aptos a dizer qual é a cultura universal e qual é a específica. Usamos a noção de inferências conversacionais consciente e inconsciente feitas pelos participantes dentro de um contexto interacional, é uma forma de processo mental que permite aos participantes em uma determinada interação para evocar o background cultural e as expectativas sociais necessárias para interpretar a fala.

Devemos nos preocupar com a maneira pela qual os indivíduos manejam a interação social e tratar de resolver dúvidas tais como os processos discursivos os quais favorecem ou dificultam a produção e compreensão do domínio da interação; como os falantes resolvem o uso e defesa de seu turno; que tipos de interação podem ser distinguidos; qual é o comportamento sociolingüístico empregado para exercer a relação de autoridade em uma interação; que estratégias se usam para desafiar tal autoridade.

A Competência Cultural é a capacidade de os membros de uma cultura compreenderem as normas de comportamento e atuarem de modo a se entenderem. Tal competência envolve a compreensão de todos os aspectos da cultura, especialmente a estrutura social, os valores e crenças das pessoas e o modo com que assumem que se devem fazer as coisas.

Há uma seqüências de fechamento de interações composta de tópicos implicativos de fechamento (mandar abraços), elementos de fechamento (tá, então tá) e elementos propriamente ditos tchau, até mais).

O envolvimento é indicado através de pistas que se relacionam com a prosódia, com a paralíngüística, com escolha de formas lexicais ou em fórmulas e com escolha do próprio código.

Uma regra de distribuição para seqüências de perguntas e respostas é incorporada em uma regra mais geral que trata da abertura de conversações telefônicas em termos de regra para seqüências de chamadas e respostas.
A inferência conversacional é parte integrante do ato mesmo de conversar. O autor propõe que todo locutor indica, de modo direto ou implícito, a maneira como um enunciado deve ser interpretado e mostra por suas respostas, verbais e não verbais, como interpreta as respostas de um outro locutor, sendo que é a natureza dessas respostas, mais do que o sentido enquanto valor de verdade dos enunciados particulares, o que orienta a avaliação da intenção do interlocutor.
Os elementos extra lingüísticos concorrem para a produção de sentido, modificam-se continuamente no curso da interação, caracterizando, assim, um dinamismo na evocação de referências sociais e culturais que não poderiam ser reduzidas a descrições estáticas ou prévias dos contextos de conversação.
A saudação telefônica é uma seqüência chamada-resposta de valor qualitativo e quantitativo da consciência, com ligação do verbal e não verbal (gestos, sons do telefone).
Aspecto de conversação: seqüência com atenção direta para a saudação (abertura da conversação).
Seqüência chamada-resposta: uso interacional para ser analisado.
A conversação de dois falantes tem uma seqüência alternante AB, sendo A um falante e B outro. Quando um fala primeiro e o outro em segundo lugar, entre as duas pessoas há uma conversação. A seqüência ABAB faz cada turno sucessivo seqüencialmente dependente de previsão. Para ser turno, deve conter no mínimo um “mm”, pausas e silêncios que são muito difíceis para analisar.

De acordo com o modelo para a conversação proposto no texto, o sistema de troca de turno constitui a base do sistema operacional de que lançam mão os falantes no processo de interação. Assim, durante a conversação, fala um de cada vez, embora ocorram sobreposições, geralmente sem maior extensão.
Conversação Telefônica
1º regra de conversação telefônica:
O contato inicial é de identificação de ambos os lados, ainda que informal. As pessoas usam um padrão simples pra abrir uma conversação informalmente, sem se preocupar com a identidade da outra parte ou a relação entre as duas e o laço informal. Isso não tem importância aparente para a abertura. Não é este o caso, a variedade de termos deve ser usada para começar a conversação e sua propriedade é gerada para identificação, objetivos e relações de uma ou ambas as partes. Quando isso não funciona há uma violação.
Uma das possíveis violações:
O recebedor tira o telefone do gancho, o outro trata-o com se fosse ele quem chamasse, fica calado, não se falam até que o que chamou fale primeiro, dizendo alô, seria a suposição de que ele estivesse testando a conexão.
Violação
1. O simples alô envolve o uso de um termo de direcionamento:
Receptor O que chama
Alô? Alô, Bill.
Não conhecendo-o, o violador não empregaria o nome.
2. Outra forma de identificação própria é o uso do AB. Este é... Meu nome é... ou Eu sou... São termos de identificação, entre outros, nomes, pseudônimos ou sobrenome final.

3. Esta lei confronta o violador com um problema de formulação de um tópico de conversação: como vai você?
A evidência da característica da regra de distribuição é a seguinte anedota recontada por uma estudante:
Uma vez, ela começou a receber chamadas telefônicas obcenas. Notou que a pessoa do outro lado respirava pesado. Isso fez com que ela colocasse o telefone no gancho toda vez que ouvia a tal respiração. O que ela queria fazer em relação a esta anedota que ela causou irritação dos amigos quando fulgou que fossem eles.
A fala simultânea é ABAB, pois há os turnos.
A interação telefônica tem duas partes, o que chama e o que responde. O que responde ao telefone, fala primeiro.
Seqüência Típica:
O telefone toca.
 Alô?
 John?
 Sim.
 Com licença.
 Sim.
 Bill, olhe.

Devemos diferenciar termos de saudações de termos de outros usos.
Itens de chamada deve ter um tom interrogativo.

SA Sequence Summons and Answer Chamadas e respostas
QA Sequence Question-Answer Questões e respostas

Nonterminality

Uma tentativa é feita verificar regras para organizar a seqüência de uma parte limitada da conversação natural e de determinar algumas propriedades e conseqüências empíricas da operação daquelas regras. Duas formulações de aberturas de conversação são sugeridas e o "nonterminality" das propriedades; e relevância" do "conditional; são tornados ao explicar a operação de um deles e para sugerir algumas de suas conseqüências interactional. Alguma discussão é oferecida do ajuste entre a estrutura organizando em seqüência e as tarefas de aberturas de conversação.

Esquema Mecânico
1. Termos de endereçamento: John? , Dr, Mr Jones? Waiter, etc.
2. Frases de cortesia: Perdoe-me, quando aproxima um estranho para conseguir sua atenção.
Esquema físico: bater no ombro, acenos de uma mão, levantada de uma mão por um membro do auditório.
A propriedade da relevância condicional é formulada para dirigir-se a dois problemas.
O primeiro destes é: Como podemos nós falar aproximadamente dois itens ao como para de dois itens.
O segundo problema é: Como podemos sociologicamente falar sobre a ausência de um tema, muitas coisas não estão presentes na conversação?
O que diz A é condicionalmente relavante na ocorrência de S.
Podemos ver a relavância condicional de A em S o mais claramente na seguinte circunstância. SE uma parte emite um S nenhum A ocorre, isso dá a ocasião para a repetição do S.
A relevância do condicional de de um A em um S deve ser satisfeita dentro de um confinamento da justaposição imediata.
Tanto A quanto S usam a inferência dentro do contexto para interagir e precisam ter disponibilidade para falar.

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