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Date Posted: 05:38:20 09/27/04 Mon
Author: Andrea Cristina Pereira
Subject: Resumo 6 semana

simplest Systematic for the Organization of Turn Taking for Conversation

Introdução

A tomada de turno é um tipo de organizaçào social, onde a presença dester turnos sugere uma economia, onde uma coisa está sendo avaliada.
Serve para organizar inúmeras atividades e como e quanto esta operação de tomada de turno se adaptam à estas atividades. E as atividades que sao reguladas por estas tomadas de turnos, como e em quantos tipos de atividades elas se adaptão com uma tomada de turno em particular.
O objetivo deste estudo é a tomada de turno nas conversaçãoes e quais são as características e detalhes que regem esta tomada de turno. Enfocou-se mais o estudo de comportamento de grupo, tendo em vista a distribuiçào de conversa entre participantes de pequenos grupos, tendo em vista a distribuição de conversa lentre participantes de pequenos grupos ou os tipos de atos que viraram sentenças e nestes grupos, onde os problemas eram condicionads pelo sistema de tomada de turno. Antropólogos já fizeram algumas anotações sobre o asssunto, mas sem um estudo conclusivo. A motivaçao disciplinar para este estudo é sociológico.
Os materiais analisados revelaram a presença de tomada de turno e como ela é organizada. Tendo estes dados, houve uma necessidade do estudo da organização de turnos per se e nao sua palicação e consequências em contexto particulares ( porque ela ocorre e como).
Uma das rações para que este estudo fosse realizado, foi que a tomada de turno poderia ser entendida como "livre de contexto". Os problemas nos estudos da conversação sao que a tomada de turno é sempre situada e faz parte de algum contexto real de seus participantes.
Apesar da conversação ser um veículo de interação para pessoas diferentes, de ser adaptáves à várias combinações onde ela seja propriamente"" livre de contexto", onde sendo livre de regras, imposições, pode mostrar como ela se adapta aos vários parâmetros da realidade social em um contexto local , justamente porque ela serve de interação entre partes que são potencialmente diferentes, através do contex-free, a conversa pode se tornar variável a ponto de nao se referir a nenhum contexto em particular.

Sistemática Simplificada para Organizaçào da tomada de turno da Conversação:
Pode ser descrito em termos de 2 componentes e regras:

Componente 1: Compomnente Cosntrucional de Turno

São construído pr unidades tipos, ao empregar este recurso, na tomada de turno, ao falante se diz que ele possui, a "vez", o turno para tal unidade. A transferência de fala é coordenada pela referência aos lugares de transiçào que se dá na primeira completaçào de uma primeira unidade tipo

Componente 2: Componente de Distribuição de Turno
Sao distribuídos em 2 grupos:
a) a próxima tomada de turno é distribuída pelo falante atual, escolhendo o próximo falante
b) a próxima tomada é distrubuída por auto-seleção

Regras: regras básicas que gosvernam a construção de turnos possibilitando a distribuição de turno para uma das partes envolvidas, coordenando a tranferência para minimizar aberturas e sobreposições:

1. No começo do início da unidade construcional de turno, no lugar de transiçào

(a) Se a tomada de turno for construída para ter o uso da técnica:" o falante atual escolhe o próximo", o próximo falante tem o direito e e'obrigado a ter o próximo turno de fala, nenhum outro mais. tranferência ocorre naquele lugar de troca de turno
(b) Se a tomada de turno for construída a nao ter o uso da técnica: "o falante atual escole o próximo", a auto-seleção para o próximo falante pode, mals nao necessariamente, ocorrer, com o primeiro falante tendo o direito a tomada de turno, transferência ocorre naquele lugar de troca de turno
(c) Se a tomada de turno é construída a nao ter o uso da técnica: "o falante taul escolhe o próximo", entao o falante atual pode, mas nao necessarimanente, continuar, a nao seru que haja auto-seleção

2. Se no início da unidade construcional de turno no lugar de transição, nem 1A nem 1B ocorrer e ocorrendo 1C- o falante atual continua- então as regras A-C, se reaplicam para o próximo lugar de transic'`ao e sucessivamente até o próximo lugar de transição, até que a transferência ocorra.
As regras se aplicam de cima para baixo e as regras de baixo obrigam ao uso das regras de cima.
As regras impões uma ordem de aplicação dos grupos de técnicas ( que fazem com que a inclusão de 2 tipos de técnicas, sejam compatíveis com um "falante por vez", tendo uma violação de sua articulaçào se estas nao fossem ordenadas, caso contrário ,seriam vários falantes por vez.
( a técnica usada "escolher ou näo"tem que ser ordenada para que apenas um falante seja escolhido, caso conbtrário, haverá mais de 1 falante.
As regras sustemtam as transferências de turno que acontecem nos lugares de transição, quaisquer que sejam as técnicas de distribuição. Elas permitem que lacunas ( se alguém vai ser selecionado pelo falante ou por auto-seleção), sejam preenchidas, nos lugares de transição e seus encaixer perfeitos, "limpando"qualque "espaço"na tomada de vez,turno.

Como o sistema se ajusta aos fatos

1. A possibilidade de mudança do falante se dá em uma construção de turno únca e recorrentente para cada novo turno porqeu qualquer unidade tipo irá atingir o lugar de transiçào, nas quais as 2 opções darào a transferência para o próximo falante.esta mudança e a reocorrência da mudança de turno nao é automática, porque para cada lugar de transição, as opções 1A e 1B nao sao exercidas, enquanto que 1C é exercida(o falante atual pode continuar)
2. Um falante por vez: se dá por 2 características do sistema: a) o sistema possibilita tomada de truno único para falantes únicos, sendo que eles tem direitos a falar na primeira possível completação de uma unidade-tipo inicila, direitos que são renováveis para póximas ocorrências únicas de unidade tipo, sobre a regra 1C( o flalante atual pode ou nao continuar)
b)todas transferências de turno sao coordenada em lugares de transição que já s~!ao por eles mesmos determinados por possíveis pontos de competação de unidades-tipo.
3.A. Occorrências de mais de um falante no mesmo tempo são comuns, mas breves porque ocorrendo em lugares de transiçào, os falantes autais, podem ou deveriam sair, e sua saída tira o componente de brecha, lacuna.
A fala simultânea de sá porque ao dar a chance de turno para o auto-selecionador, vários outros auto-selecionadores, podem se manifestar. A brecha ocorre porque os auto-selecionadores competem pela próxima tomdad e turno, e o seu começo pode ser um possível começo em algum outro lugar de transiçào: exemplos 1 a 3
B. Um outro caso de fala simultânea é a projetabilidade de uma possível lugar de transição. Uma variação na articulação da última parte de um último componente de uma tomada de truno, irá porduzir uma brecha entre a tomada, vez atual e a próxima.
Exemplos 4 a 8
4. transições caracterizadas por pequenas brechas ou justaposições, fazem a grande maioria das transições. os componentes e as regras em organizar a transferência somente nos lugares de transição, possibilitam a ocorrencia de nenhuma brecha ou justaposiçào.
5.A ordem de ocorrência do turno nao é fixada, mas varia. Se dlá pela combinação de 2 características:
(a). as tomadas únicas sao distribuídas uma por vez
(b). para cada distribuição, uma série de opções sao possíveis, cada uma das quais podem acontecer para diferentes próximos falantes.
A variabilidade da ocorrência do turno, nao é feita aleatorimante. É quando o falante é selecionado para ser o próximo falante.( ele tem que ser) exemplo 12. Por causa desta possibilidade( o falante tem que ser o próximo) há a possibilidade o coloquialismo, que promove a possibilidade de monitorament local ( vez por vez) para ouvir, entender, concordar...é depois de qualquer tomada, vez que os problemas de audição e entendimento acontecem ( o próprio falante a ser o rpóximo lida com estes problemas).
6. O tamanho do turno nao é fixado, mas varia:
1. disponibilidade de uma variedade de unidades tipo ( parâmetrso de comprimento). Disponibilidade do falante atual, escolher outrso falantes. As construções sequenciais, permitem que antes do primeiro lugar de completaçào, o componente 1 do sistema de tomada de turno, seja entendido pr causa da expansão do comprimento.
2. A possibilidade da regra 1C, significa que o sistema nao define o tamanho mínimo do turno, enquanto que o componente construcional do turno determina seu tamanho.
7.O comprimento da conversação nao é específico anteriormente. A tomada de turno coloca"obrigações"de como qualquer regra ou sistemas de regras, tendo fechamento conversacional e comprimento, operam. Nem toda atividade conversacional ocorre em naeiras de unidade como uma "única conversaçào". O sistema de tomada de turno é um sistema de "sequencias de conversa". este sistema é compatível com variedades de comprimento e nao com comprimentos pré-fixados.
8. As tomadas de turno que uma entrevista oferece , são "questoe e respostas"; elas pré-determinam o que dever ser feito nas tomadas de truno pr ela organizada.
A tomada de turno para conversação nao faz menção sobre o contúdo de qualquer tomada, nem o que deve ser feito nela( tomada). Na flexibilidade conversacional, sua tomada de truno e sua atividade conversacional, por si só, operam, independentemente de características que formas seus tópicos. a nao fixação do que as partes devem dizer, deve ser modificado por uma tendência perativa. A técnica:"o falante atual escolhe o próximo" nao pde ser feito por qualquer enunciaçào: há unst ipos de uterâncias - "pares adjacentes"que sao usados nesta técnica e que limitam o que um participante deve dizer
a) nenhum participante é obrigado a usar a técnica:"falante atual escolhe o próximo".
b) qualquer parte interessada nesta técnica, tem um formato a escolher nos tipos de enunciado, que devem acompanhar a seleção. E a parte selecionada terá que seguir o que ele diz na tomada de turno distribuída,que este seguimento é dado pela organização dos "tipos de swquencia", cuja primeira parte é a tçnica do "falante atual escolhe o próximo", e nao pelo sistema de tomada de turno por si só. O sistema conversacionao de tomada de truno, nao obriga quem o usa, possibilita que outros tenham vez, mas os componentes do sistema sao sujeitos às organizações da tomada de truno que elas organizam'./
9. O conjunto de regras maximiza o conjunto: próxomo falante potencial". Isto é, a regra 1A permite que o "falante atual escolha outro"e a regra 1B permite que qualquer parte- o flante atual, se auto - selecione como próximo falante.
10. Os números de partes na conversação, podem mudar. Esta é uma maneira que o sistema de tomada de turno oferece similarmente à variedade de compromento na conversação. Assim o sistema é compatível com diferentes número de participantes. o sistema de regras refer a 2 falantes paenas "atual e próximo"e a tendência de ordem de turno é"o último falante como próximo", que permance invariado, apesar do número de partes. Para 2 partes ( 4 pessoas), a varialbilidade relevante nao é a distribuição de turnos, mas o tamanho do turno
11. A conversação pode ser contínua ou descontínua: será con'tinua quando a conversa( por outro ou pela continuidade do mesmo falante), depois de um lugar de transição. A descontinuidade ocorrerá quando em algum lugar de transição, o falante atual tendo parado, nenhum falante começa ( ou continua) lapso.O exercício de qualquer opção de conversa, fornece uma sequencia de conversa continua. Dado uma opção ( de escolher ou nao), há também a possibilidade de descontinuidade.na regra 1A nao há possibilidade de nenhum lapso. Este ocorre quando a regra 1A nao foi empregada.
12.Técnicas de distribuição de Truno: questão endereçada ao destinatario seelecionado para ser o próximo falante
A) o endereçamento de questão é um tipo de "partes de swquência"que possibilita escolher o próximo falante. A questão é o "par adjacente'. Os primeiros componentes sao as primeira partes de pares que dizem o que deve ser feito no próximo truno( questão-resposta). Este é um recurso selecionador que funciona, que envolve o suo de termos de endereçamento para a primeria parte de pares.
B) A emsma primeira parte de par, pode selecionar o próximo falante sem usar a técnica de endereçmanto, seleciona um falante de um turno anterior.
C) O próprio falante atual, ao escolher o próximo, está fazendo um par adjacente ( ele faz o outro responder).Uso de endereçamento por tag-questions, sendo ou nao uma primeira parte de pares. Ex: "you known". É uma técnica de saída"de um turno e que as tag questions sao chamadas de "recompletadores", fornecem uma base para a conversa quando a regra 1C for exercida( o falante atual pode ou nao falar)
D) a técnica de"o falante atual escolhe o próximo"pode ser aumentada com a inclusão de técnicas que empregam identidades sociais, na sua fórmula. Elas sao compatíveis com a multiplicidade e mudanças nas identidade sociais de alguns "mesmos"participantes.
E)A técnica 'basic apara uto-seleçào, é "começar primeiro"a regra 1B incorpra esta técnica na base do "quem começa tem a vez", as interpausas nos enunciados que sao breves, mostrarm que algume começa rápido. mas para começar o seu começo tem que refletir algum planejamento para a tomada de conversa, e a sua própria fala fará este planejamento. Uso de começos aposicionais, bom, mas e, entao e se restringem aso começo e nao requer que o falante tenha um plano pra começar.
F) A auto -seleção é feita quando um outro auto - selecionador começa a falar e qoe ele faz é começar um terno de fala. O falante atual pderia ser escolhido como próximo e que esta técnica era direcionada apso problemas de entendimento de eneunciado anterior. Tais problemas de endereçamento de mal-entendidos é uma atividade "normal"nao conversação. Exemplo 23
13. Várias unidades construcionais de truno são empregasa para a produção da conversa que formam o turno. O sistema de tomada de turno, é o da conversaçào, isto é, conversa na interaçào. O compenemtne construcional de turno identifica as unidades construcionais de turno como sequenciais, clausais, frasais le lexiccia- sintático. Os aposicionais e as tag- questions e o modo no qual, a tranferência de turno se dá no primeiro lugar de transição possível, indicam o modo profundo nao qual a sintaxe interfere na tomada de turno. O começo para estas tomadas nao ocorrem continuamentent após o desenvolvimento d eum truno, mas em seu desenvolvimento( concomitantemente, e isto é possível, graças à Regra 2) Exemplos 24 a 28. De igual modo, a produção de som ( fonologia, entonação, é importante para a organizaçào de tomada de turno.
14. Mecaninsmos de reparação no tratamento de erros na tomada de turno e suas violações, também são usados.
1. Um é especialmente direcionado para problemas em tomada de turno, ex: maecadores de interrupção( desculpe-me), paradas prematuras das partes em conversas simultâneas.
2.alguns dos mecanismos para reparação em tomada de turno, são intrínsecos ao sistema, cujo problema eles ( mecanismos) tentam reparar. Um recurso básico para reparar "mais de um flalante ao mesmo tempo"envolve um procedimento, que é, ele mesmo, violativo em termos de tomada de turno-a parada de um turno antes de seu possível ponto de completação.No próprio sistema de regras, há lugares designados para reparação, em particular, o ciclo de opções dados pelas regra 1B e 1C
As regras 1C -1A sao designadas apra reparar falhas na transferência de turno, e sua pré- ocorrência é incorporada nao organizaçào básica do sistema de tomada de turno.
3. O sistema de turno possibilita reparações difrentes da quebra da tomada de turno. Reparações de"falante diferente do falante autal"nao são feitas até a completação de turno, respeitando a distribuição em um sistema de tomada de turno, de direitos a um turno, mesmo quando p reaparaçào é necessária. Mas,s quando "um outro falante que nao é o atual"inicia uma reparação no turno, segjindo o trno no qual a reparação ocorreu, entao a sequência iniciada é feita pelo mesmo sistema de tomada de turno e as sequências de reparação exibem as mesmas características da tomada de turno já discutidas: as sequencias de reparação podem também reparar.

O tipo de modelo

Muitos materiasi falam de organização da tomada de turno nao comversação, embora nao em termos explícitos de tomada de turno. O modelo para este sistema na conversação foi proposto por nós e como estes fatos são formados e como geram outros fatos.Ele possui 2 características importantes: a) sistema de gerenciamento local
b)sistema gerenciado interacionalmente
na característica A: 1. o sistema opera com transições únicas por vwz, e com 2 únicos turnos em lugares transicionais por vez.
2. a tomada única por vez distribui a opção"próximo turno" e
3. lida con transições de moda compreen'sivel, exclusivo e com seriedade, Neste sistema todas as operaçãoe sao locais, direcionadas aos "próximos turnos" e "próxima trnasiçào". O sistema é controlado localmente ao tamanho de turno, que é acompanhado no desenvolvimento de cada turno e também a variedade de ordem e sua variabilidade no controle das partes em qualquer conversaçào. é uma administraçào de partes. Estas são as opções dadas pelo sistema de regras.
As características do sistema, se concentra na maneira como a tomdade de turno, no seu gerenciamento, é uma daptação específica de como estas tomadas se dão na conversação. Para os conversacionalistas, o tamanho do turno e sua ordem podem ser colocados no prinçipio do "design do destinatário", como uma conversa é construída a fim de que oriente e sensibilize outros; como ela pode ser sensitiva- contextual

Algumas consequencias do modelo

1. O sistema de tomade de turno constrói uma motivácão intrínsica para escutar todos os enunciados em uma conversaçao, independente de outras fmotivações posíveis,, como interesses e polidez, isto obriga qualquer flante em potencial ou que pretenda falar a ouvir e anlizar cada encuciado no momento de sua enunciaçào.

2. A organizaçào de tomada de turno, controla, pelo menos parcialmente, o entendimento que o enunciado transmite. Como a fala é entendida? Um participante, que queira falar e se for selecionada, irá escutar qualquer enunciado e encontras se, com isso, ele está sendo selecionado a ser o próximo falante.
3. Quando o falante usa um primeiro par de partes, como questoes, ou quixas, para alguem mais, ele escolhe o próximo como próximo falante e seleciona para ele um segundo par adjacente, e faz, no caso, uma resposta ou pedido de desculpa. ë por isso que a sistemática da organização da tomada de turno obriga seus participantes a interagirem uns com outros.

A conversaçào entre os sistemas de trocas de falas

O sistema de tomada de turno para presevar a conversa de uma parte , enquanto o falante muda para outras interações, nao é uma característica única da conversaçào. está presente nas cerimonias, debates, encontros, na imprensa, semináris e terapias. As técnica de distribuição fazer a distribuição de turno por vez. O sistema de tomada de turno, com suas organizações de distribuiçao, sao linearmente distribuídas. Os tipos sao distribuídos a permitisr que eles sema comparados diretamente em termos funcionais.sendo assim a tomada de turno na conversaçào se torna mais que um simples interesse etnográfico: a conversaçào se torna representativa dos meios de se atingir tal organizaçào de distribuição. em todas distribuições lineares, os turnos sao organizados atra'ves formatos específicos de construções da língua como, construções sintáticas. A tomada de turno pode ser caracterizável em 2 aspecos de organizaçào setencial diferente: a) multiplicaçao de unidades de sentença em turnos e b0 aumento da complexidade da construção sintática dentro de unidades sentenciais únicas. ë por esta razào que a conversaçào deva ser considerada a forma básica do sistema de troca de falas

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