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Subject: A que ponto pode chegar o sectarismo


Author:
Jorge Nascimento Fernandes
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Date Posted: 27/01/05 12:10:03
In reply to: observador 's message, "Re: Confissões do colega de lista do Paulo Fidalgo" on 27/01/05 8:46:24

A que ponto pode chegar o sectarismo

Foi transcrito neste fórum um texto do Daniel de Oliveira, que era resposta a outro do Pedro Oliveira, e que faz parte de uma polémica que se tem travado no Blog Barnabé a entre o primeiro que defende o voto no Bloco e o segundo que quer uma maioria absoluta para o PS. Até aqui nada a objectar. Contudo a introdução deste texto que tem um autor confesso, transforma-se em “confissões de um colega de lista de Paulo Fidalgo”, que a única relação que tem com o texto é ser colega de lista do Daniel de Oliveira pelo Bloco, no distrito de Lisboa.
O texto só por alguém amigo do PS-Sócrates e defensor da maioria absoluta deste é que pode ser atacado. De resto, repõe com seriedade, e até defendendo o PCP, a verdade sobre uma mentirola que o Pedro de Oliveira tinha dito a propósito do rompimento de contactos havida entre o PS, o Bloco e o PCP sobre a reforma fiscal, em que o primeiro partido foi depois aliar-se ao deputado do queijo limiano. Portanto, logo o título me parece profundamente infeliz e de alguém que não percebeu nada do que estava em jogo.
Um observador idiota, atacado daquele sectarismo típico dos estalinistas, vem marrar com o Paulo Fidalgo, que não é chamado para história, e vem com linguagem típica do fascismo e do populismo barato denunciar que o Daniel de Oliveira é pago por todos nós, quando acontece o mesmo aos assessores parlamentares de todos os partidos representados na Assembleia da República. Esta rapaziada não aprende, que uma das conquista do 25 de Abril e da democracia foi permitir que, para podermos desenvolver actividades políticas e até culturais, e desde que tenhamos representatividade e valor, o Estado nos pague para o fazer. No tempo do fascismo é que só se pagava aos amigos e aos filiados no partido único para terem actividade política e cultural. Se está bem recordado, o Marcelo Caetano, para dar a ideia de abertura do regime, até instituiu uma lei que permitia que os partidos que tivessem mais de 25% de votos num círculo eleitoral receberiam um subsídio. A CDE da altura, que teve, nas eleições de 1969, mais de 25 % de votos no distrito de Setúbal, foi-lhe cobrar essa promessa. Não me lembro se chegou a receber essa importância. Como vê esta é uma reivindicação antiga dos democratas. Só fascistas como o Sr. e os da sua laia é que acham que quem trabalha para a democracia não devia receber nada
A seguir diz que Daniel de Oliveira pretende refazer a história. Parece que quem quer refazer a história é o Sr., que pelos vistos quer retirar do retracto o Octávio Teixeira ou acha que o PS não fez nenhum acordo com o deputado limiano, em detrimento das negociações que vinha travando com os partidos à sua esquerda.
Depois vem a história do voto útil, que segundo percebi, apesar de não se explicar, achava que os três deputados do Bloco deveriam ser do PCP, como talvez uns dez do PS e alguns até do PSD. Contas que pertencem a outra história e que só denota a perca de influência do PCP.

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Subject Author Date
Re: A que ponto pode chegar o incómodoobservador28/01/05 0:00:11


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