| Subject: Re: A que ponto pode chegar o incómodo |
Author:
observador
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Date Posted: 28/01/05 0:00:11
In reply to:
Jorge Nascimento Fernandes
's message, "A que ponto pode chegar o sectarismo" on 27/01/05 12:10:03
Escrevi e reescrevo: “Há três anos o Paulo Fidalgo (e sus colegas) diziam que a culpa da demissão do governo de Guterres era do PCP...e este "corajoso" Daniel Oliveira, já então Assessor Parlamentar (isto é, pago por nós) do Bloco para a Comunicação Social, fazia coro”.
Quanto à substância desta frase, o JNF nada responde. Já estará esquecido dessa campanha tremenda contra o PCP em que o Paulo Fidalgo e o JNF participou?
Sobre assessores parlamentares fico a saber que o JNF acha que são “trabalhadores da democracia”. Isto é, um assessor parlamentar do PP não é um trabalhador do PP é um trabalhador da democracia... E “escapou-lhe” que o Daniel Oliveira nunca (ou quase nunca) menciona que de facto ele é um assessor parlamentar do BE. É que geralmente identifica-se como assessor da comunicação do BE, colunista, bloguista, etc. Até parece que tem vergonha que saibam que de facto é um assessor parlamentar do BE...
Escrevi e reescrevo: “Só muita aflição com os resultados que se avizinham podem levar o agora candidato Daniel Oliveira a "refazer" a "história" desse período da governação guterrista.
Há três anos o papel desagregador do oportunismo político "esquerdista", nomeadamente do bloco ajudou a enfraquecer a votação nas listas da CDU que por isso perdeu três deputados...e quem ganhou foi a direita.
Há que reflectir antes de tornar a votar...”
Também lhe “escapou” ao JNF que na altura da tal tremenda campanha contra o PCP há três anos (que acima referi) o Daniel nada disse e que só “agora” vem contar a “história”. Compreende-se que não a contou na altura – isto é há 3 anos – porque se então o fizesse isso reporia a verdade em relação aos factos de que o PCP era infundadamente acusado (o que não ajudaria o BE a “pescar” no eleitorado da CDU) e conta a tal “história” agora porque depois da bronca do Louçã, o BE precisa de se mostrar radical para estancar a perda de popularidade.
Mas o que de facto esta resposta caótica do JNF revela é o incómodo perante o título. Só não percebi é se o incómodo maior foi com a palavra “confissões” ou com a expressão “colega da lista do Paulo Fidalgo”.
Obviamente que o título não é da minha responsabilidade, mas até o acho bastante pertinente, dado o conteúdo do que o DO escreve, nomeadamente quando refere:
“o BE reapresentou a proposta do PS, sem lhe mudar uma linha (...); se há assunto em que o Bloco tem sido pragmático (e até pouco ideológico), indo buscar propostas do PP de Aznar e da lei Norte Americana, é mesmo a política fiscal”;
Será que o JNF aprova estas formas de actuação de um grupo parlamentar alegadamente de esquerda?
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