| Subject: A falta de nível dos defensores do marxismo-estalinismo |
Author:
João Laveiras
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Date Posted: 13/04/05 14:49:56
Tenho vindo a acompanhar o fórum sem intervir. Continua tudo como dantes, quartel d'Abrantes. Temos o asterix/operário, temos um provocador ordinário de nick Sorge, temos o bom João luís, o visitante atento, o bloguista sabichão, a Maria da Graça e, perdoem, se me esqueci de alguém.
Todos do mais sectário e do mais básico que se pode encontrar. O asterix ainda tem a seu favor o facto indesmentível de ser semi analfabeto. Mas os outros, que não tiveram a coragem de o assumir, não são melhores.
A moda é ir buscar textos ao resistir e pespegá-los aqui no fórum. Compreende-se, quando nos falta a capacidade de produzir material próprio, o melhor mesmo é fazer paste/copy.
Não posso acreditar que no PCP, ainda que debilitado pela saída e pelo abandono de muitos quadros, o panorama seja assim tão mau. Porventura estes intervenientes não são uma amostra dos militantes do PCP. Espero que não, mas já não estou lá muito seguro.
Deram agora em defender o acordo entre o PSD e a CDU na Câmara do Porto. Achei imensa graça. A CDU vendeu-se a Rui Rio por uma veração e, podendo fazer uma opsição eficaz, optou por viabilizar o executivo minoritário do PPD-PSD. Pagou a factura. Agora não venha chorar. Espero que o PS vença a Câmara do Porto sem precisar da CDU para nada.
É que cá se fazem, cá se pagam.
Depois temos a grande bandeira do PCP: a protecção aos empresários do sector têxtil ameaçados pelos chineses. Muito curioso. O PCP, pretendendo convencer-nos que o que quer é proteger os postos de trabalho, a pugnar por aqueles que mais têm explorado e os trabalhadores e que até trabalho infantil tiveram a ousadia de utilizar. Esclarecedor. Será que daí tem vindo algum financiamento para as campanhas eleitorais do PCP/CDU? Não me admiraria nada.
Quanto às questões que aqui se deveriam discutir só os Redondos persistem. Já nem o Guilherme Sttater aparece e o Paulo Fidalgo raramente. O Luís Blanch também se foi.
Ficaram os energúmenos do costume e mais uns tantos que se divertem a provocá-los. O Augusto mendes bem podia dedicar-se a coisas mais úteiss e proveitosas. É conselho de amigo.
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