| Subject: A história deles contada pelo Público |
Author:
Mª José Oliveira
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Date Posted: 5/04/05 23:25:22
Maoistas “contra a miséria, o fascismo e o imperialismo”
Mª José Oliveira, Público, 03/04/05
De entre os diferentes grupos “marxistas-leninistas-maoistas”, a UDP (...) foi o que teve maior sucesso (...). Mas o seu percurso foi (...) marcado por dissidências e expulsões (...).
Quando a UDP foi fundada a 16 de Dezembro de 1974, havia uma década que o mundo tinha assistido à cisão entre os comunistas soviéticos e os chineses. O PCP passou pela mesma experiência a partir dos anos 60, tendo sido Francisco Martins Rodrigues (...) quem fez eclodir uma luta contra o “partido (...) de Cunhal”
Martins Rodrigues, o “guru” maoista português, provocou clivagens dentro do PCP e criou o Comité Português Marxista-Leninista Português (CMLP).
Dentro desta linhagem surgiram inúmeros movimentos marxistas-leninistas (...) entre os quais se contavam o CARP (m-l) o CCRML e a URML. Foi aatravés da fusão destes três grupos que nasce a UDP (...).
Á época, os militantes (...) erguiam alto as bandeiras da aliança operário-camponesa (...), conseguiram mobilizar milhares de pessoas (...) atraíram para as suas causas alguns católicos (...).
A Albânia, essa pequena e pobre república (...), isolada do mundo, era o paradigma da revolução que a UDP pretendia implantar (...).
Nessa alturam, militavam na UDP (...): António Peres Metelo, Mário Brochado Coelho, José Manuel Fernandes, João Carlos Espada, Helena Matos, João Lisboa, José Júlio Pereira Gomes, Jorge Coelho, Joaquim Vieira, Nuno Ribeiro da Silva, Pedro Cabrita Reis, José Pedro Croft, Eduardo Paes Mamede, José António Lima ou Jaime Antunes (...)
(continua)
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