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| Subject: correct from the standpoint of bourgeois economy | |
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Author: paulo fidalgo |
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Date Posted: 30/01/06 11:22:14 In reply to: Fernando Penim Redondo 's message, "Citação de Marx (Grundrisse)" on 29/01/06 21:03:47 "A. Smith was essentially correct with his productive and unproductive labour, correct from the standpoint of bourgeois economy" Ok, eu entendo o que se diz na tua citação dos grundrisse: transportar bagagem é trocar mão de obra por valor sem valorização; é consumo de rendimento; nesse sentido, fazer a piscina é trocar troca por troca, circulação simples diz o Marx; é quase do domínio do artesanato. Eu posso portanto entender porquê, o KM insista nesta definição basilar. Mas na cantora de ópera, onde o argumento é retomado, pode notar-se que não é o conteúdo do trabalho que determina o seu carácter produtivo ou improdutivo, mas a relação social subjacente no modo de produção. Uma palavra chave na argumentação de KM é o ponto de vista ser "correct from the standpoint of bourgeois economy". De acordo com o magnífico texto "beyond capital" de Leibowitz, prémio Isaac Deutcher 2004, o professor canadiano estabelece para além de qualquer dúvida razoável, que o legado de Marx nas suas obras mais maduras, ficaram por uma unilateralidade mal reconhecida e que consiste na crítica da economia política de o Capital. Isto é, no que respeita à equação de valorização do capital, Marx ficou-se apenas pela variável "c" e assumiu para fins de demonstração que a variável "v" era constante. Fê-lo por duas razões, porque era assim mais fácil entender os argumentos do que se introduzisse o ruído do lado laboral da equação, e porque tencionava dedicar um livro «à economia política do trabalho assalariado», onde passaria a estudar a variável "v". O plano da obra de Marx, se atentarmos às cartas e outras fontes incluia, para além de «o capital», o livro do trabalho assalariado. Eram seis obras as previstas e a última seria dedicada ao Estado. É bom ler a obra pertinente de Rodolsky sobre o plano do capital. No entanto, só nos ficou o capital. Contudo, em diversas passagens e cartas é visível a precisão de Marx ao sublinhar na sua argumentação a unilateralidade da discussão, como na citação que fazes dos «grundrisse»: «doponto de vista da economia burguesa...» Isto é, se a economia burguesa não quer a valorização da economia pública sobretudo se ela, a burguesia, for privada da apropriação dessa valorização, isso não quer dizer que o lado «trabalho» da ecquação queira ou aceite a mesma situação. Não estou nada a discordar de marx mas estou a navegar em território não desbravado. depois continuo [ Next Thread | Previous Thread | Next Message | Previous Message ] |
| Subject | Author | Date |
| Ó Fidalgo:qual a diferença entre as OGMA e o Hosp S. Maria?Uma produz aviões e outro dá injecções? (NT) | Ex-militante (rindo;não sabem que produtivo é fazer +pilim) | 30/01/06 20:31:15 |
| Fidalgo:vai uma mais simples?E entre S Maria e S FranciscXavier, um que dá,outro vende injecções? (NT) | Ex-militante (rindo a bandeiras despregadas) | 31/01/06 20:31:19 |